Meu Filho Não Gosta de Acordar Cedo. O Que Eu Faço?

Para os pais, sendo de primeira viagem ou não, um dos maiores desafios com a criança é fazê-la acordar para ir à escola. Muitas crianças não gostam de acordar cedo, mas existem aquelas que acordam com toda vontade. É importante entender por que isso acontece e fazer a criança entender que ela tem uma responsabilidade que é frequentar as aulas. Por isso, a comunicação é essencial. Se o filho que não gosta de acordar cedo, os pais precisam entender qual o motivo. Às vezes a criança pode estar doente ou ter algum tipo de problema no colégio. Nesses casos, os pequenos podem acabar se negando a sair da cama com o objetivo de faltar a aula. Mas se for apenas por sono irregular, é preciso proporcionar um descanso necessário. Qual a importância do sono para as crianças? Dormir o necessário é essencial para manter a saúde em dia, isso serve para qualquer pessoa. Mas como as crianças ainda estão na fase de desenvolvimento, o sono se torna ainda mais importante. Por esse motivo, os pais precisam estar atentos a qualidade de sono dos pequenos. O ideal é criar uma rotina e estabelecer regras como horário para dormir e horário para acordar. Além disso, tente apresentar as vantagens no dia a dia de uma noite bem dormida. O que fazer para a criança acordar cedo? Após aprender a importância do sono, confira essas dicas para acordar a criança sem dificuldades: 1. Acorde antes do seu filho O ideal é os pais acordarem antes da criança. E para ajudar o pequeno a despertar, abra a cortina do quarto dele e deixe a porta entreaberta sem fazer muito barulho. Vá fazendo suas atividades até ele perceber que tem uma movimentação dentro da casa e vá acordando aos poucos. Esse método é natural e eficaz para filho que não gosta de acordar cedo. 2. Estabeleça uma rotina Ter uma rotina todos os dias é o ideal para a criança conseguir despertar tranquila e sem fazer birra. É preciso manter um padrão de horário para dormir e para acordar. Fazendo isso, ela mesma perceberá que está na hora de levantar-se da cama. Isso serve também para crianças que estudam no período da tarde, pois podem fazer lições de casa e outras tarefas pela manhã. 3. Ofereça um café reforçado Uma das coisas que motiva os adultos a sair da cama é saber que tem um café da manhã nos esperando. Sendo assim, prepare uma refeição saborosa e nutritiva para seu filho, com pães, frutas e suco natural. 4. Negocie as horas de sono Os pais precisam fazer com que o filho entenda a importância do sono e o motivo pelo qual é preciso estar descansado para realizar tarefas do dia a dia. Então, se a criança oferece resistência para dormir e acordar cedo, é preciso explicar que se ela não despertar pela manhã, terá que dormir ainda mais cedo. Com isso, ela vai ter menos tempo para brincar e assistir seus programas preferidos durante a noite. 5. Utilize música para acordar criança Um método eficaz para ajudar a despertar filho que não gosta de acordar cedo é utilizar sua música preferida como despertador. Para isso, na hora de despertar coloque a música em um volume que seja agradável. Assim seu filho despertará mais feliz e animado. Dessa forma, ele também já vai acordar no ritmo necessário para começar o dia com alegria e animação. Então, ficará mais fácil de realizar as atividades do dia a dia, como colocar o uniforme e ir para a escola, por exemplo.
Saiba Como Retirar a Chupeta dos Seus Filhos

A hora de retirar a chupeta da criança sempre gera dúvidas para os pais. O fato é que não existe uma idade definida para isso, já que cada criança tem o próprio momento. Então, muitos preferem tirar a chupeta do filho entre 5 e 6 meses de vida, já outros deixam até a idade de 3 a 5 anos. Cada caso é um caso. Mas o mais indicado é tirar o quanto antes. Isso porque assim a criança apresentará menos resistência. Para ajudar os pais nessa tarefa, preparamos algumas dicas. Mas claro, não se esqueça que é preciso ter paciência e cautela nesse processo. Confira a seguir. Faça uma transição gradual A primeira dica de como retirar a chupeta dos seus filhos é não fazer isso de maneira abrupta. Dessa forma, se a criança passa o dia todo com a chupeta, é importante ir reduzindo aos poucos. Não é indicado forçar a criança parar de usar, pois isso gera estresse ao pequeno. A ideia é remover um hábito ruim da rotina da criança, não criar um trauma. É recomendado que os pais observem quais são os horários que a criança procura pela chupeta. Por exemplo, se ela pede no momento que está assistindo um desenho, retire na hora que ela estiver distraída. Agora se ela procura a chupeta quando está ansiosa, procure achar outra forma de tranquilizá-la. Lembre-se de que esse item muitas vezes atua como alívio emocional, portanto é preciso ter empatia. O mais importante é entender o porquê a criança quer utilizar o item. Essa é uma forma de conseguir retirar a chupeta dos seus filhos de forma gradual, com uma transição tranquila. Com o tempo, a criança tende a entender e deixar esse objeto de lado. Mude a atenção para outra coisa antes de dormir Na hora que você for botar o pequeno para dormir, converse com ele sobre deixar de usar a chupeta. Mas lembre-se de fazer a abordagem de forma tranquila, explicando que ele está crescendo e que nesse momento não precisará mais daquilo. Uma das formas de distrair a criança para que ela não peça a chupeta é ler um livro que ela goste e debater sobre a história. Se precisar, escolha um livro que faça a narrativa sobre esse tema, pois assim ela vai conhecer a história de outra criança que deixou de usar a chupeta. Para dialogar com o seu filho, escolha uma linguagem que ele entenda a faça sentido para ele. Se necessário, recorra a exemplo de um colega de escola ou personagem de desenho animado que conseguiu parar com a chupeta. Além de mostrar os malefícios ela pode causar com o tempo, faça a criança entender que ela cresceu e precisa abandonar uma coisa que foi feita para bebês. Com os exemplos, o entendimento fica ainda mais fácil. Encontre outras atividades ou brinquedos A criança pode escolher usar a chupeta por diversas razões, seja para relaxar, se acalmar, se divertir, pegar no sono, entre outras. Dessa forma, além de diálogo e leituras, outra solução é encontrar uma atividade que possa substituir a sensação passada pela chupeta. Se a criança usa o item como uma forma de se divertir, procure achar outros brinquedos ou interações para isso. Faça atividades interativas que envolvam outros familiares, como irmãos, primos, tios e pais. Com o tempo, a criança irá esquecendo da chupeta e acabará parando de usar definitivamente. Esse é o caso ideal. Quando você finalmente conseguir retirar a chupeta dos seus filhos, faça uma comemoração como uma festa de despedida. Uma dica é usar o próprio aniversário da criança para isso, ressaltando que ele está ficando mais velho e crianças nessa idade não precisam mais de chupeta.
Meu Filho Não Consegue Dormir Sozinho. O Que Fazer?

Desde que nossos filhos são bebês, nos acostumamos a manter eles por perto, inclusive na hora do sono. Porém, o que fazer se o seu filho não consegue mais dormir sozinho? Muitos pais mantém a cama do filho no mesmo quarto que eles, ou até mesmo permitem que ele durma junto na mesma cama. Porém, chega uma hora que a criança precisa aprender a dormir sozinha. Pode ser difícil no começo, mas, quando antes for feito esse processo, menos doloroso ele será. Além disso, acostumar a criança a dormir sozinha ajuda a desenvolver sua independência, além de ajudar a se socializar futuramente, como dormir na casa de colegas. Por isso, é importante fazer a criança dormir sozinha no quarto. Mas se ela ainda não consegue fazer isso, confira nossas dicas para ajudar nesse processo. 1. Elimine as distrações horas antes de dormir Não é indicado que a criança faça uso de aparelhos eletrônicos antes de dormir, pois isso atrapalha a qualidade de sono e o desenvolvimento infantil. Sendo assim, remova qualquer aparelho quando a hora estiver próxima. Também estimule o sono para que a criança adormeça sem ao menos sentir a falta dos pais. 2. Estabeleça uma rotina para ir para cama Crie uma rotina para a criança ir todos os dias para a cama no mesmo horário. Inicie com um banho morno, coloque o pijama, espere o pequeno escovar os dentes e leia uma história antes de dormir. Essas ações diminuem o nível de estresse e ajudam a criança a lidar com o momento de dormir sozinha. Portanto, é muito bom seguir com essas atividades por um tempo, até a criança aprender a dormir sozinha. 3. Incentive a criança fazer atividades físicas Existem estudos que comprovam que as atividades físicas aumentam a qualidade do sono. Por esse motivo, se seu filho não consegue dormir sozinho, é interessante ele adotar uma rotina de atividades físicas. Além disso, elas servem para ajudar na coordenação motora e fortalecem a musculatura. As atividades físicas também facilitam a socialização e a manter o organismo da criança trabalhando de forma correta. 4. Utilize luz amena no quarto Sabemos que a melhor forma para dormir é com a luz apagada. Entretanto, a criança não está acostumada a dormir sozinha e pode sentir medo durante a noite. Por isso, é indicado deixar alguma luz acesa próxima à cama. Os pais podem optar por uma lâmpada noturna ou por um abajur com lâmpada fraca. Dessa forma, a criança ficará mais tranquila. 5. Não durma com ele no quarto Algumas crianças só conseguem dormir no próprio quarto se um dos pais estiver presente. Mas isso é prejudicial. Sendo assim, só fique presente no momento inicial e leia alguma história para ajudar a dormir. Você não deve se deitar na cama e nem interagir de mais com ele. Assim que a criança cair no sono, saia do quarto e deixe o pequeno dormir sozinho. 6. Mostre que o quarto é seguro Muitas crianças têm medo de ficar sozinha em um quarto achando que existe um monstro embaixo da cama ou dentro do armário. Para deixá-la mais tranquilo, ajude ele a investigar o quarto. Comece verificando todas as entradas para provar que não existe ninguém ali para machucá-la. Uma forma de deixar a criança mais confortável é oferecer um urso de pelúcia ou uma fraldinha para ela dormir abraçada quando for se deitar. 7. Seja firme e não volte ao quarto toda hora Se seu filho não consegue dormir sozinho e aparecer na sua cama durante a noite, acompanhe-o de volta até seu quarto sem fazer muita interação. Faça isso toda vez que ele for até seu quarto e ressalte que ele precisa dormir na cama dele. Porém, não faça promessas de que voltará para checar como ele está de tempos em tempos, pois provavelmente a criança te esperará acordada.
Crise dos 3 Meses: Entenda os Sintomas e Como Amenizar

Após os meses iniciais de vida, o bebê passa pela crise dos 3 meses. Então, ele começa a dormir menos, fica mais agitado, passa a chorar mais, não quer mamar tanto quantos antes, não se conforta no colo e fique inquieto no berço. Essa condição é bem conhecida e é normal. Além disso, é uma das primeiras crises que o bebê terá na sua jornada. Quem é mãe de primeira viagem pode não saber, mas a cada 3 meses até completar 1 ano de vida, os bebês mudam seu comportamento. Em cada fase, a mãe precisa saber o que fazer para lidar com a situação. Para te ajudar, trouxemos dicas importantes. Confira a seguir! O que é a crise dos 3 meses no bebê? A partir do terceiro mês de vida, os bebês passam a enxergar melhor, ouvir com mais clareza, se movimentam mais e respondem melhor a estímulos. Esse período é importante para a autonomia dos pequenos. A crise dos 3 meses possui uma explicação cientifica. Ela define que os bebês passam por dois tipos de nascimento. O primeiro é o biológico, que é o momento do parto, e o segundo é o psicológico, que é a fase que a criança sente que ela e a mãe são a mesma pessoa. Assim que se passam 3 meses, os bebês começam a perceber que sua existência é individual e é onde eles ficam mais inquietos. Por isso ocorre a crise dos 3 meses. Assim que a criança completa exatamente três meses de vida, ela começa a passar por essa fase, que dura cerca de 15 dias. Alguns bebês podem iniciar antes e outros depois, isso não é motivo de preocupação. Isso porque cada uma possui o seu próprio ritmo. Quais os sintomas da crise dos 3 meses? Os primeiros sintomas que indicam que a crise dos 3 meses iniciou podem ser observados no dia a dia. Para a mãe não é muito difícil de perceber, pois os bebês passam a exigir mais atenção. Observe sinais como: O bebê se distrai durante a refeição Nos meses iniciais de vida, os bebês mamam quietos e ficam calmos. A partir do terceiro mês, eles ficam agitados até na hora de mamar. Então, eles se distraem com qualquer coisa, além de parar de mamar para ficar sorrindo para a mãe. Suga o leite mais rápido Os bebês passam a mamar mais rápido, levando cerca de 3 a 5 minutos. Isso acontece porque agora eles conseguem coordenar a respiração, sucção e deglutição com mais facilidade. As mães conseguem sentir que o leite está saindo mais rápido e em um tempo mais curto. Nesse período, é possível observar que o corpo da mãe está produzindo menos leite. Essa mudança é normal, pois é a quantidade ideal que o bebê vai precisar. Chora no peito com frequência Como os pequenos passam a se distrair com qualquer coisa, é comum passar a chorar durante a alimentação. Isso influência diretamente no comportamento da mãe, pois antes, quando ele passava a chorar, era só colocar no peito que parava. Mas agora acontece o oposto. Se o bebê passa a se satisfazer mais rápido, o choro significa que ele já está com o estômago cheio. Chora para dormir O ato de chorar faz parte do nosso desenvolvimento físico e psicológico. Dessa forma, se o bebê não tem nenhum problema de saúde, mas está chorando na hora de dormir, o indicado é deixar desabafar. Assim ele se acalma sozinho até a hora que pegar no sono. Fica bastante agitado Com o terceiro mês de vida, os bebês recebem uma quantidade imensa de informações e ficam sobrecarregados e consequentemente inquietos. Tudo isso serve para a evolução dele, e o tornam apto para o meio. Por esse motivo, não existe a necessidade de os pais ficarem preocupados, basta apenas ter paciência. Isso porque essa fase logo irá passar. Basta apenas dar tempo ao tempo.
Boletim Nutricional: Você já leu os Rótulos dos Alimentos?

Todo mundo já sabe que ler os rótulos dos alimentos é muito importante para garantirmos a qualidade do produto comprado, não é mesmo? Porém, a maioria das pessoas se atenta apenas na quantidade de calorias descrita na embalagem. Já sabemos que não são apenas as calorias que ditam uma alimentação balanceada. Diversos outros componentes determinam o resultado da sua saúde. Por isso, nesse boletim explicaremos passo a passo, como checar direitinho o que está escrito nas informações nutricionais dos alimentos. Como ler os rótulos da maneira correta 1° Passo: Observe a lista de ingredientes. É padrão que a lista traga em primeiro lugar o ingrediente de maior quantidade no produto, continuando de forma decrescente. Logo, se a lista começa com açúcar, farinha de trigo, gordura… fique atento! Atenção também para a presença de produtos químicos em excesso, como conservantes, corantes, acidulantes, espessantes. Nosso corpo não foi concebido para receber esses produtos. Em demasia, podem causar doenças e alergias. Se o alimento contém glúten ou não, é uma informação que constará, obrigatoriamente, no rótulo. 2° Passo: Verifique a data de validade e de fabricação. Quanto maior for o tempo de prateleira do seu alimento, menor será a quantidade de nutrientes que ele terá desde sua coleta ou produção. 3° Passo: Analise as informações nutricionais com cuidado. Para isso, explicarei cada item detalhadamente: Porção: A porção indicada não é necessariamente a do pacote todo. E isso confunde muito as pessoas. A porção é a quantidade sugerida para o consumo imediato daquele alimento. Todas as informações nutricionais se referem a essa porção. Assim, se você decidir comer mais ou menos do que a porção indicada, você deverá fazer uma regra de três para calcular o restante das informações. Veja bem: no rótulo de uma marca de cookies integral há 122 calorias em uma porção de 30 gramas. O pacote tem 200 gramas. Se comer o pacote todo, o valor calórico corresponderá a 813 calorias. Valor energético: É a quantidade de calorias existente naquela porção. Percentual do valor diário ou %VD: Esse percentual indica uma proporção entre as calorias contidas na porção do alimento X a necessidade de consumo de uma pessoa com gasto energético de 2000 calorias por dia. Como a relação é para uma dieta média específica, não necessariamente equivalerá a sua dieta. Mas a principal informação desse percentual é que ele nos ajuda a entender se o alimento é muito rico naquele nutriente ou não. Vamos exemplificar? Em uma colher de sopa de molho shoyu observa-se 855 mg de sódio e 36% do valor diário da quantidade recomendada para o dia todo, considerando uma pessoa que precisa de 2000 calorias por dia. Carboidratos: Trata-se da quantidade de carboidratos existente naquela porção. Proteínas: Corresponde à quantidade de proteínas contida naquela porção. Gorduras: É a quantidade de gordura existente naquela porção. Como existem gorduras ruins (saturadas) e gorduras boas (poliinsaturadas e monoinsaturadas), é muito válido um olhar mais atento para ver a proporção entre elas. Atenção: Evite ao máximo a gordura trans. Está comprovado que ela faz mal à saúde do coração. A Anvisa recomenda que não seja ingerido mais de duas gramas dessa gordura por dia. Ah! A legislação só exige que sejam registrados nos rótulos valores acima de 0,2 gramas por porção de gordura trans no alimento, ou seja, qualquer valor abaixo pode ser declarado como zero. Fibras: Elas são importantíssimas para o equilíbrio metabólico. Elas conseguem retardar a absorção da glicose e, assim, de diminuir o índice glicêmico dos alimentos. Isso dá saciedade! As fibras ajudam também no funcionamento intestinal e diminuem a absorção de gordura pelo organismo. Logo, uma boa quantidade de fibras no alimento é bastante interessante, especialmente em alimentos com carboidrato. A quantidade diária de fibras que devemos ingerir deve ser em média de 25 a 30 gramas. Sódio: Grosso modo, é a quantidade de sal presente no alimento. A ingestão diária indicada gira em torno de 2 gramas a 5 gramas por dia. Agora que você conheceu os principais pontos a serem observados, fique de olho nos produtos que fazer parte da rotina alimentar do seu pequeno ser, e lembre-se, caso ele consuma de maneira demasiada, isso poderá afetar o metabolismo em desenvolvimento dele, e trazer graves riscos a saúde. Sendo assim, se possível, evite alimentos industrializados, e qualquer dúvida, procure um nutricionista, esse é o profissional capacitado para elaborar uma dieta balanceada para sua família.
Seu Filho Está Demorando Para Comer?

Há crianças que comem toda a comida do prato em cinco minutos, enquanto outras demoram uma eternidade. Não existem pesquisas que estabeleçam o tempo exato. Porém, estudos afirmam que, entre o início da refeição, o estímulo da mastigação, e o envio de sinais de saciedade ao sistema nervoso central são necessários de 20 a 40 minutos. Portanto, considera-se que o tempo mínimo de uma refeição seja de 20 minutos, para garantir esse estímulo à saciedade. Alterações de apetite é mais comum do que você imagina Como em algumas fases da vida da criança é comum que sofra alterações de apetite, é fundamental horários regulares para as refeições. Caso ela demore muito para comer, não a force. Apenas informe que retirará o prato e que isso não é uma punição, pois poderá, depois, consumir a mesma refeição, se desejar. Não substitua as refeições por lanches ou guloseimas, porque a criança pode entender que, caso não queira o alimento que lhe é oferecido, receberá numa próxima ocasião aquele que gosta mais. Se alimentar rápido, dificulta a digestão Agora se seu filho come rápido, fique atento, já que o alimento bem mastigado, tem o processo de digestão facilitado, evitando assim alguns desconfortos como o refluxo. Vale alertar que não existe uma regra para o número de mastigadas, dependerá da consistência de cada alimento. O importante é não apressar seu filho para comer. Isso faz com que ele mastigue pouco e consequentemente ele perderá a sensação de saciedade. Atenção também para a quantidade de líquido ingerido durante as refeições. O líquido é um facilitador para a criança engolir. Fazendo que ela não mastigue bem e acaba usando o líquido para “empurrar’’ o alimento. Como os pais podem ajudar as crianças que comem devagar A supervisão dos pais para verificar o volume de cada garfada também é fundamental. Muitas vezes o volume colocado na boca é muito, o que impede da criança mastigar bem. Outra dica é orientar seu filho a repousar os talheres sobre a mesa enquanto mastiga e só volte a pegá-los após engolir. Evite distrações na hora da refeição, desligando a televisão, pois a criança se distrai muito fácil, e isso pode dificultar ainda mais o momento da refeição, e procure sentar todos juntos a mesa, assim a criança se sentirá estimulada a participar da refeição junto dos pais. Recomendamos também que não fique forçando a criança a comer determinados alimentos, que elas não gostem, pois isso pode gerar repulsa pro resto da vida, e nesse caso o melhor a se fazer, é substituir por outro alimento do mesmo grupo nutricional. O importante é fazer da alimentação um momento prazeroso em família e não uma tortura. Lembre-se, a forma como a criança aprende a comer durante essa fase de desenvolvimento, estará presente durante toda a vida dela, e hábitos incorretos, será difícil de corrigir quando ela ficar maior, e podem ser prejudiciais à saúde.
Você Sabe Qual a Importância de Colocar Limites Para as Crianças?

As crianças são o futuro e você sabe disso. Você quer que eles tenham uma vida brilhante e feliz, mas não quer que eles sofram nesse meio tempo. É aí que entram os limites. Estabelecer limites protegerá seus filhos e, ao mesmo tempo, dará voz a eles. Não importa se seus filhos são jovens ou velhos, eles precisam de alguém para ouvi-los e estabelecer limites para eles. O que são Limites? Os limites podem ajudar as crianças a se sentirem seguras e felizes. Ao estabelecer limites, podemos ensiná-los a lidar com situações difíceis e manter limites saudáveis. Os limites também nos ajudam a construir relacionamentos mais fortes com nossos filhos. Ao compreender e respeitar a independência de nosso filho, podemos criar um ambiente doméstico mais favorável, propício ao aprendizado e ao crescimento. Estabelecendo limites para crianças Muitos pais têm dificuldade em estabelecer limites para seus filhos porque não sabem o que funcionará melhor para eles. Existem muitas maneiras de definir limites, mas algumas dicas para ajudar a manter seu filho seguro e feliz incluem: Estabeleça regras e limites desde cedo para que seu filho saiba o que se espera dele. Envolva-se em sua educação, fornecendo modelos positivos de bom comportamento. Incentive a comunicação e a cooperação entre você e seu filho, especialmente em tempos difíceis. Como estabelecer limites para as crianças para que fiquem seguras e felizes. E lembre-se, você é o adulto da relação, e sabe o que é melhor para a criança, mas não basta somente impor, se faz necessário explicar o porquê de tal ação, e isso irá ajudar no aprendizado da criança. O que fazer se você estiver perdendo limites nas crianças Se você está se sentindo perdido em relação aos seus filhos, pode ser difícil manter os limites vigentes. Aqui estão algumas dicas para ajudar: 1. Fale com eles sobre como se sentem e por que se sentem assim. Isso pode ajudar a construir um relacionamento forte com seu filho e ajudá-lo a manter o controle. 2. Certifique-se de ter limites estabelecidos para ambos, estabeleça limites sobre o que cada um de vocês pode fazer, dizer ou pensar. Isso ajudará a garantir que ambos os seus limites sejam respeitados e que a comunicação seja sempre aberta e positiva. 3. Seja solidário, mas firme, ao dizer ao seu filho que o comportamento dele não é aceitável. Isso pode parecer difícil, mas ajudará a mantê-los sob controle e a protegê-los de serem sobrecarregados por suas próprias emoções ou de tomar decisões erradas. A educação de uma criança é um trabalho diário, e que requer uma sincronia da família e escola A integração entre família e escola se faz essencial para a construção de valores e de um caminho bem-sucedido para as crianças. Estando ciente disso, família e escola podem atuar juntas em busca de formas que gerirem os limites dos pequenos. Nessa parceria, ambas ajudam na educação e a escola se torna uma extensão de casa, e só quem tem a ganhas é a criança. Família e escola têm papéis diferentes, que quando unidos se completam tornando-se uma força potente.
Benefícios das Brincadeiras Para a Educação Infantil

Então seu pequeno está começando a aprender sobre o mundo ao seu redor. Eles são curiosos e querem saber o que é tudo, de onde vem e o que significa. Mas como você deixa essas crianças animadas para aprender? As brincadeiras são uma ótima maneira de começar! Elas não apenas fornecem ferramentas para a criança explorar, mas também ajudam a construir habilidades sociais. De fato, as brincadeiras demonstraram ser uma maneira eficaz de crianças pequenas e crianças do ensino fundamental aprenderem sobre diferentes conceitos, como números, formas, cores e muito mais. A Base Nacional Comum Curricular – BNCC, documento normativo para a educação ao longo da Educação Básica, define o brincar como um direito de aprendizagem das crianças que deve ser praticado para ampliar o conhecimento, a criatividade e imaginação dos pequenos enquanto proporciona experiências sociais, cognitivas, corporais, sensoriais, dentre outras. Conheça as principais vantagens Aumento da imaginação e criatividade Sejam brincadeiras direcionadas em grupos ou sozinhas, o ato de brincar estará despertando a sua imaginação e levando a usar sua criatividade para dar vida aos personagens ou roteiros a serem desenvolvidos durante o momento de diversão e descoberta. Esses momentos são fundamentais para que a criança explore um dos campos de experiências da BNCC: O EU, O OUTRO E O NÓS, testem seus próprios limites e expandam seu repertório de maneira lúdica e significativa. Desenvolve habilidades sociais Os momentos de diversão que envolvem toda a turma, contribuem para o desenvolvimento das habilidades de relacionamento dos pequenos. Desde acompanhar as instruções dos professores, até ajudar e respeitar os coleguinhas, solucionando os desafios que surgem durante a brincadeira, assim os pequenos estarão trabalhando habilidades como a escuta, fala, o pensamento e imaginação. Desperta as capacidades motoras e cognitivas As atividades que envolvem movimentos como correr, abaixar, andar e responder aos pedidos do professor estimulam as capacidades motoras dos pequenos, levando-os a dominarem e compreenderem seu próprio corpo. Deve ser inserida na vida diária da criança atividades como contação de histórias, encenações, pinturas, desenhos, dentre outras, que colaboram para que as habilidades cognitivas dos pequenos sejam aperfeiçoadas. Promove desenvolvimento socioemocional Os benefícios das brincadeiras para a educação infantil incluem o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Atividades como teatro e contação de histórias fazem com que as crianças se sintam à vontade para expressar suas emoções. Da mesma forma, outras atividades, como pintar, brincar no parque escolar ou no tanque de areia, são excelentes jogos para ajudar as crianças a se sentirem acolhidas. O olhar atento do professor é essencial para identificar quando a criança precisa de ajuda. Sua escuta e atividades adequadas, como jogos, podem ser o fio condutor para identificar emoções ou sentimentos que precisam ser trabalhados. Conheça algumas brincadeiras realizadas na escola que ajudam no desenvolvimento da criança Crianças de 0 a 2 anos Desde o nascimento até os dois anos as crianças passam pela fase sensório-motora, em que descobrem seu corpo e desenvolvem a consciência sobre seus movimentos. Nesse período, os pequenos também começam a interagir com o mundo ao seu redor. Neste estágio a criança inicia a construção da estrutura emocional que será seu alicerce para a vida adulta. Brincando com o espelho Já reparou que os bebês interagem com a própria imagem como se ela fosse outro bebê diante de si? O espelho é um excelente recurso pedagógico para despertar a curiosidade das crianças, pois estimula que os pequenos observem e reconheçam seu corpo e seus movimentos. Explorando o parquinho Essa é uma brincadeira ao ar livre que incentiva os pequenos a utilizarem sua imaginação para descobrirem no parquinho da escola novas possibilidades de diversão. Crianças de 3 a 5 anos Nessa faixa etária, marcada pelo desenvolvimento da linguagem e da criatividade, as crianças adoram brincar de faz de conta, ouvir histórias, fazer perguntas e explorar o ambiente que as cerca junto com os amigos. Caixa sensorial A caixa sensorial é um recurso muito interessante para as crianças entre 3 e 5 anos, pois estimula experiências por meio do tato para que os pequenos conheçam novos objetos e texturas de maneira divertida. Brinque com seu pequeno, e faça parte do aprendizado divertido do futuro dele. Como vimos acima, brincar na educação infantil pode ter uma série de efeitos positivos nas crianças. Ao potencializar, o desenvolvimento cognitivo e o desenvolvimento social, o brincar na educação infantil pode ajudar adultos e crianças a aprender mais sobre o mundo ao seu redor. Além disso, brincando com os outros e aprendendo com os outros, as crianças podem construir relacionamentos que durarão a vida toda.
A Verdade Sobre as Mentiras: O Que os Pais Precisam Saber

É difícil saber quando seu filho está mentindo, mas é ainda mais difícil saber o que fazer a respeito. Neste artigo, veremos algumas das diferentes maneiras de identificar quando seu filho está mentindo e, em seguida, daremos algumas dicas sobre como trabalhar com ele. O que é uma mentira? Uma mentira é qualquer afirmação que uma pessoa faz para convencer outra de que é verdade. As mentiras podem ser verbais (falar), escritas (escrever) ou um ato (como infringir a lei). E afinal, por que as crianças mentem? Assim como os adultos, as crianças podem mentir por vários motivos: para evitar castigos e punições, para impressionar alguém ou para se proteger. No caso das crianças mais novas, mentir também pode representar uma forma de lidar com a realidade e a imaginação. Por exemplo, a mentira pode parecer uma resposta a algo que eles ainda não entendem ou que interpretaram mal. É importante ser compreensivo e ter um canal de diálogo aberto com a criança, para entender as razões pelas quais ela está mentindo, se isso está sendo algo intencional ou não. Pois, as mentiras podem ser uma válvula de escape, para esconder emoções como angústias, frustrações e medo. Lembre-se, a criança que mente pode estar simplesmente reproduzindo o comportamento dos adultos ao seu redor. Portanto, é preciso lembrar que somos espelhos, pois os pequenos tendem a copiar o que aprendem e observam com seus pais, mães e demais responsáveis. 3 – Dicas de como agir frente as mentiras das crianças 1° Seja o espelho do seu pequeno As crianças são muito observadoras e tendem a agir de forma semelhante aos adultos. É importante que você tenha cuidado com o que diz a eles! Não vale a pena dizer a eles que é errado mentir e, ao mesmo tempo, fingir que está ocupado para não atender o telefone ou mesmo mentir que não está em casa. Ao invés de dizer, na volta a gente compra, que tal falar, nesse momento não temos dinheiro suficiente para essa compra, mas podemos tentar comprar para seu aniversário. Que tal? Dessa forma, além de você ser sincero, você estará ensinando que é preciso se programar para fazer as coisas, e que na vida será necessário fazer escolhas. 2° Seja paciente Lembre-se, o adulto é você, e se a criança sentir que os pais estão, nervosos ou irritados, ela pode ficar ainda mais insegura e com medo da repreensão, ao contar a verdade. Mantenha a calma, e tenha um canal de diálogo aberto, a criança só irá contar o ocorrido, se ela se sentir apoiada e ter a certeza que te contar a verdade será o melhor a se fazer. 3° Não encurrale a criança, isso só irá afastar ela mais Caso perceba que a criança está mentindo, não seja enérgico, ao invés disso, fale abertamente sobre o tema. Por exemplo, se você sabe que a criança não fez o dever de casa, em vez de questionar, você fez o dever de casa?, pode falar, Vi que não fez o dever. O que aconteceu? Seja mais que um pai ou mãe, transforme-se em amigo Lembre-se, durante a sua infância, você também já passou por essa fase, e muito provavelmente, se sentia mais a vontade em conversar sobre a verdade com um(a) amigo(a) do que com os seus pais. Isso devido à criação mais rígida, e/ou a falta de diálogo de antigamente. Mas hoje você tem a chance de ser o porto seguro do seu pequeno. Seja um verdadeiro amigo, e a mentira jamais afastará vocês.
Como o Cérebro das Crianças Funciona: um Guia para os Pais

Como pais, queremos dar aos nossos filhos o melhor começo de vida possível. Queremos que sejam felizes e saudáveis, e que alcancem todo o seu potencial. Mas como podemos ter certeza de que seus cérebros estão recebendo o tipo certo de apoio? Neste artigo, veremos como o cérebro das crianças funciona e o que podemos fazer como pais para ajudá-los a se desenvolver da melhor maneira possível. Exploraremos a importância das experiências da primeira infância, como as crianças aprendem melhor e como criar um ambiente parental positivo. Os cérebros das crianças estão em constante crescimento e mudança. Como o cérebro das crianças se desenvolve. Durante os primeiros cinco anos de vida, o cérebro de uma criança passa por seu período mais rápido de crescimento. Este é um momento de incrível oportunidade de aprendizado, pois novas conexões neurais são formadas a uma taxa de 700-1000 por segundo. A qualidade e a quantidade de experiências durante esse período têm um impacto profundo no cérebro em desenvolvimento. O desenvolvimento do cérebro é influenciado por fatores genéticos e pela experiência. A importância das experiências da primeira infância. Numerosos estudos mostraram que as experiências da primeira infância podem ter um impacto duradouro no desenvolvimento do cérebro, na saúde e no bem-estar na idade adulta. Por exemplo, a pesquisa mostrou que as crianças que crescem na pobreza são mais propensas a experimentar estresse e adversidade, o que pode levar a mudanças na estrutura e função do cérebro em desenvolvimento. Essas mudanças podem contribuir para problemas ao longo da vida com aprendizado, comportamento e saúde física. Por outro lado, experiências positivas na primeira infância podem proteger as crianças dos efeitos de experiências adversas mais tarde na vida. Por exemplo, crianças com relacionamentos fortes com seus pais ou outros cuidadores tendem a se sair melhor quando confrontadas com desafios do que aquelas que não têm esses relacionamentos de apoio. Portanto, é importante que os pais forneçam aos filhos carinho e apoio durante os primeiros anos de vida para incentivar o desenvolvimento saudável do cérebro. Os cérebros das crianças são programados para aprender. As crianças aprendem melhor quando estão ativamente envolvidas no processo de aprendizagem. Atividades práticas, como quebra-cabeças, projetos de arte e jogos, ajudam as crianças a entender novos conceitos e reter informações. Além disso, as crianças aprendem melhor quando recebem feedback imediato e específico. Por exemplo, se uma criança está tentando aprender a amarrar os sapatos, é útil que ela receba feedback enquanto está fazendo a atividade, e não após terminar. A importância do brincar no desenvolvimento infantil. O brincar é uma parte essencial do desenvolvimento infantil. Através da brincadeira, as crianças exploram seu mundo, experimentam novas ideias e praticam novas habilidades. Brincar também ajuda as crianças a desenvolver habilidades sociais e emocionais. Por exemplo, o jogo cooperativo pode ajudar as crianças a aprender a compartilhar, se revezar e resolver conflitos. Os cérebros das crianças são resilientes. Como os cérebros das crianças se recuperam do estresse e do trauma. Quando as crianças experimentam estresse ou trauma, seus cérebros entram em modo de sobrevivência. Isso significa que o cérebro começa a produzir mais cortisol, o hormônio do estresse. O cortisol ajuda o corpo a lidar com o estresse de curto prazo, fornecendo energia e aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos. No entanto, quando os níveis de cortisol estão altos por muito tempo, pode danificar o cérebro. A boa notícia é que os cérebros das crianças são muito resistentes e podem se recuperar do estresse e do trauma. É importante dar apoio às crianças durante esse período para que elas possam lidar com o que aconteceu e começar a se curar. Há muitas maneiras de ajudar as crianças a se recuperarem do estresse e do trauma, como terapia, brincadeiras e escrever sobre suas experiências. A importância da parentalidade positiva. A parentalidade positiva é uma das coisas mais importantes que você pode fazer para o desenvolvimento do cérebro do seu filho. Parentalidade positiva significa criar um ambiente acolhedor e de apoio onde seu filho se sinta amado e valorizado. Significa também estabelecer limites e estruturar de forma amorosa. Quando as crianças se sentem seguras e amadas, elas são mais propensas a prosperar emocionalmente e academicamente. As crianças estão sempre em evolução Em conclusão, os cérebros das crianças estão em constante crescimento e mudança. As experiências da primeira infância são importantes para o desenvolvimento do cérebro. As crianças aprendem melhor quando têm a oportunidade de brincar e explorar. E, finalmente, os cérebros das crianças são resilientes. Com o apoio adequado, as crianças podem se recuperar do estresse e do trauma. A parentalidade positiva é essencial para o desenvolvimento saudável da criança.