Meu Filho Fala Errado, e Agora?

Meu Filho Fala Errado, e Agora?

Quando as crianças começam o processo de comunicação oral, muitos adultos acham fofinho o jeito delas falarem. Como elas ainda estão aprendendo, é comum a criança falar errado. Assim, trocar vogais e fonemas é um processo natural. Entretanto, dependendo da frequência que é falado, isso pode se tornar um problema no futuro. Além disso, é possível que isso indique que algo não está correto.  Mesmo os pais sabendo que é errado, é costume falar com a criança de forma infantilizada. Entretanto, não é indicado por especialistas incentivar a falar dessa forma. Isso porque os pequenos aprendem repetindo o que ouvem. Quando falar errado passa a ser um problema? A linguagem oral tem inúmeras particularidades. Por esse motivo, não tem como determinar uma data exata que sinalize a normalidade da fala. Algumas crianças têm o processo mais rápido, e outras mais lento. Entretanto, é possível ter um parâmetro para os pais perceberem se algo não está normal. As primeiras palavras podem ser balbuciadas por bebês entre 10 a 14 meses de vida. Com 18 meses, eles conseguem assimilar até 20 palavras. Aos dois anos e meio conseguem formar palavras. Com três anos de idade, a criança entende o que o adulto fala e passa a utilizar novas palavras. Com 4 anos de idade a criança consegue pronunciar corretamente. Essa é a fase inicial da aprendizagem da fala. A partir dos cinco anos de vida, a fala da criança já deve estar amadurecida. Se for percebido que a criança fala errado excessivamente, é indicado buscar ajuda profissional. Isso porque será preciso avaliar se está tudo correto, considerando que cada criança tem sua individualidade. Entretanto, os especialistas têm dificuldades para encontrar problemas na fala em crianças. Isso ocorre pois, na presença de um estranho, os pequenos costumam ser mais tímidos e ficam calados, o que pode dificultar em um diagnóstico. Ter um diagnóstico tardio pode ser perigoso, já que o problema na fala pode ser causado por surdez, autismo e transtornos na fala. Dessa forma, quanto antes for diagnosticado o problema, mais cedo o tratamento será iniciado.  Quais problemas são comuns no desenvolvimento da fala em crianças? Saber quais são os problemas mais comuns na fala de criança é essencial. Além disso, entender em qual fase de desenvolvimento eles costumam aparecer ajuda a identificar possíveis problemas. Confira abaixo os mais comuns.  Demora para falar É importante acompanhar cada etapa da fala no desenvolvimento da criança. Se ela fugir do padrão ou se ela começa a falar e depois de um tempo começa a regredir, é motivo para se preocupar.  Trocar de sons É comum nos primeiros anos de vida da criança que ela troque os fonemas. Entretanto, se depois de três anos ela continuar trocando o “r” pelo “l”, atenção. O ideal é procurar ajuda médica para saber se algo está errado com o seu filho.  Gagueira Até os cinco anos de idade, é normal a criança apresentar dificuldade para falar algumas palavras, onde ela pode prolongar alguns sons e repetir sílabas. Entretanto, se isso persistir ao passar dessa idade, é indicado procurar um fonoaudiólogo para fazer o diagnóstico e diferenciar a disfluência normal da gagueira. Língua presa A língua presa se trata de uma alteração no frênulo lingual, localizado embaixo da língua, que limita sua movimentação. Apesar do problema atingir 15% da população, ele dificilmente é diagnosticado precocemente. Alguns bebês já dão sinais quando possuem dificuldade de mamar. Para crianças maiores, o traço que mais indica é que elas não conseguem colocar a língua para fora. A criança possui fase para desenvolver os fonemas e, às vezes, não consegue fazer isso sozinha. Alguns fatores podem influenciar nisso, e são classificados como orgânicos e funcionais. O primeiro é causado por má-oclusão dentária, alterações congênitas, paralisia facial e respiração bucal. O segundo, uso de chupeta e mamadeira, problemas emocionais ou vícios. Se a sua criança fala errado, procure ajuda Como você viu, é normal que as crianças falem errado durante as fases iniciais da vida e da alfabetização. Mas isso pode indicar um problema mais grave. Se a sua criança fala errado por muito tempo, talvez seja a hora de procurar um profissional, como um fonoaudiólogo.

Museus Virtuais Para Visitar Com as Crianças Sem Sair de Casa

Museus Virtuais Para Visitar Com as Crianças Sem Sair de Casa

Com as pessoas cada vez mais conectadas, a ideia de visitar museus virtuais pode ser algo interessante. Com a quarentena causada pelo Covid-19, a demanda por visitas de museus online cresceu consideravelmente. Eles apresentam características tão ricas quanto as visitas físicas. Sendo assim, esse tipo de visita é uma forma de adquirir conhecimento e aprender de uma forma diferente e divertida. Então, separamos alguns dos mais interessantes para mostrar para a criançada. Confira a seguir as melhores opções: Anne Frank House Anne Frank ficou conhecida mundialmente pela sua história ocorrida na época do nazismo. Com apenas 13 anos de idade, ela e sua família se esconderam em uma casa, que hoje em dia é um museu, o Anne Frank House.  Localizada em Amsterdã, na Holanda, lá é possível encontrar uma série de registros e cartas feitos no seu famoso diário. Os documentos relatam como eram os dias no esconderijo. O museu está disponível para visitantes no Google Arts & Culture. Basta apenas acessá-lo para poder conferir os mais de 800 arquivos digitais. Aproveite o tour virtual para entender mais sobre a história da Segunda Guerra Mundial por uma perspectiva mais humana. The British Museum O Museu Britânico, localizado em Londres e fundado em 1753, é uma das instituições mais conhecidas do mundo. Ele conta com um acervo bastante interessante para as crianças, já que envolve esculturas e muito mais.  O museu tem site próprio, e nele é possível selecionar a galeria que estiver disponível e visitar. É possível explorar bastante o local, navegando por todos os andares. Para quem quer uma explicação mais completa sobre as obras, o museu disponibiliza um podcast. Palácio de Versalhes Considerado um Patrimônio Mundial da Unesco, o Palácio de Versalhes é um dos locais mais elegantes para mostrar para as crianças. Inicialmente, esse lugar era utilizado pelo Rei Luís XIII como uma cabana de caça. Mais tarde, essa cabana foi transformada em um local deslumbrante, que seria a Corte do Governo da França. Ele é uma das opções de museus virtuais para mostrar para seu filho, explorando uma cultura diferente. A visita guiada é feita pelo Google Arts & Culture, e nela é possível ver todos os detalhes magníficos dessa instituição. Entre as opções estão as famosas salas, salão do espelho, os jardins e, claro, os aposentos do Rei.  American Museum of Natural History O Museu de História Natural dos Estados Unidos é um dos mais populares e interessantes do mundo. Fundado em 1869, em Nova Iorque, ele conta com um acervo que deixa qualquer um empolgado, principalmente as crianças. Isso porque ele conta com inúmeros animais já extintos, incluindo até dinossauros.  Esse é um dos museus virtuais que oferece uma visita bem simples: basta apenas entrar no site da instituição e escolher uma das salas. Além dos acervos permanentes, existem as exposições itinerantes e também a possibilidade de conhecer o centro de pesquisa.  Museu de Arte de São Paulo O Museu de Arte de São Paulo, o MASP, é um dos mais importantes do mundo, pois abriga um enorme acervo de arte. Ele também está disponível no Google Arts & Culture, onde é possível acessar as salas, observar as obras e aprender bastante sobre cultura.  São inúmeros itens, desde fotografias, obras em papel, obras em argila, rocha, cerâmica, esculturas e outros. No museu ficam expostas as peças de inúmeros artistas, como Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Renoir, Monet e Bosch. Por que é importante visitar museus virtuais com as crianças? Crianças são curiosas por natureza e possuem uma enorme capacidade para aprender. Essa combinação é excelente para que elas descubram, desde novas, informações sobre a cultura, história, artes e ciências, por exemplo. Essas informações fazem diferença tanto no presente quanto no futuro das crianças. Visitar museus virtuais é uma maneira de utilizar a internet e seus inúmeros recursos de forma inteligente. Além disso, você consegue incentivar seu filho a querer entender mais sobre a história, pintores, ciência e diferentes tipos de artes. Também é possível usar os tours como uma atividade familiar em casa.

Seu Filho Está Comendo Muito? Saiba Ler os Sinais da Compulsão Alimentar

Seu Filho Está Comendo Muito? Saiba Ler os Sinais da Compulsão Alimentar

Além de nutrir nosso corpo, a comida está relacionada com as nossas emoções. Mas, nem sempre temos uma relação saudável com os alimentos. Comemos quando estamos felizes e também quando estamos tristes. Quando não há equilíbrio entre as emoções, podemos estar diante de episódios de compulsão alimentar.  Afinal, o que é compulsão alimentar? Ele se caracteriza como um distúrbio onde ingerimos uma quantidade exagerada de alimentos sem que esteja com fome ou necessidade física. A pessoa compulsiva perde o controle sobre a qualidade e quantidade do que está comendo.  Dessa forma, a compulsão alimentar é um problema muito sério. Você quer entender mais sobre essa condição e saber se seu filho está comendo muito? Acompanhe o texto para mais informações.   Saiba identificar sinais da compulsão alimentar no seu filho   O primeiro passo é entender que a compulsão alimentar é um problema que pode trazer consequências severas. Então, para ajudar você a identificar se seu filho está exagerando, listamos os principais sinais dessa grave condição: Comer muito quando não está com fome;  Comer de forma rápida; Continuar comendo mesmo saciado; Ingerir grandes quantidade de comida; Comer escondido; Desenvolver problemas emocionais relacionado a comida (ansiedade, estresse) Fazer dietas muito restritivas. Caso o seu filho apresente algum desses sintomas, será preciso buscar auxílio médico. Mas, é preciso ficar de olho e prestar atenção nas rotinas alimentares da criança, garantindo a saúde e bem-estar do pequeno. Reconheça os riscos desse problema A compulsão alimentar traz diversas consequências físicas e emocionais para seu filho. Afinal, é difícil manter uma vida social quando a pessoa tem medo ou vergonha de comer na frente de outras pessoas. Esse motivo faz com que muitas pessoas compulsivas evitem sair com amigos e familiares, preferindo comer sempre sozinhas. Além da isolação, esse distúrbio pode gerar outros problemas. Entre eles, os mais graves são:   Obesidade infantil; Problemas respiratórios; Diabetes, hipertensão, colesterol alto e outros;  Gastrite; Problemas emocionais como depressão e transtornos de humor. Como você viu, a compulsão alimentar pode ser muito perigosa para quem sofre com essa condição. Então, além de saber reconhecer esse problema, é preciso saber como tratá-lo. Acompanhe abaixo. Qual a melhor forma de ajudar o seu filho? Muitas pessoas precisam passar esse desafio com os seus filhos. O principal passo para lutar contra a compulsão alimentar é identificar o problema, buscar informações e tratamento.  Mudanças na rotina Para conseguir superar a compulsão alimentar e todas as consequências que ela traz, é preciso mudar toda a rotina do seu filho. O ideal é sempre investir na qualidade de vida, inclusive na alimentação escolar. Dessa forma, é preciso se alimentar de forma adequada, além das atividades físicas. A compulsão alimentar é sempre um desafio, principalmente para os pequenos. Entretanto, não é impossível vencê-la. O primeiro passo é reconhecer que seu filho está com o problema e buscar ajuda profissional adequada. Seguindo orientação dos profissionais, a qualidade de vida muda completamente.  Atendimento psicológico É importante fazer um acompanhamento adequado com um bom profissional. É muito difícil conseguir resultados satisfatórios sem buscar ajuda. O psicólogo é o profissional que consegue proporcionar mudanças em padrões doentios e consegue estabelecer novos comportamentos.  A compulsão alimentar se desencadeia com ativações de gatilhos, que são diferentes para cada tipo de criança. Dessa forma, as consultas com o psicólogo são indispensáveis para entender melhor sobre esse distúrbio e como vencê-lo. Na terapia, seu filho entenderá o que pode estar por trás da compulsão e aprende formas de lidar melhor com os problemas emocionais. Sendo assim, não deixe de procurar um profissional adequado.  Tratamento multiprofissional Além da ajuda do psicólogo, outros profissionais podem dar suporte ao seu filho. Por exemplo, algumas pessoas precisam do tratamento medicamentoso, principalmente se a compulsão está relacionada a ansiedade, depressão ou outros transtornos. Os remédios ajudam a controlar esse problema. Porém, as raízes do distúrbio são tratadas na terapia.  Um dos profissionais mais importante para tratar os episódios de compulsão alimentar é o nutricionista. É com esse profissional que a pessoa entende melhor sobre o nutriente nos alimentos e a alimentação adequada. Junto com a terapia, o nutricionista consegue conscientizar o paciente e guiá-lo para um plano alimentar mais saudável, o que ajuda no desejo compulsivo. Dessa forma, o problema pode ser vencido e seu filho pode ter uma vida mais saudável e confortável.

Como Desenhos Animados Podem Ajudar na Educação?

Como Desenhos Animados Podem Ajudar na Educação?

Com acesso à internet e a inúmeros canais de TV, fica fácil achar algo que agrade nossos pequenos. Com uma linguagem atrativa e um cenário colorido, a programação infantil chama facilmente a atenção das crianças. Por esse motivo, devemos usar desenhos animados na educação.  Quando essas produções são usadas com equilíbrio, elas podem ser grandes aliadas. Isso porque ajudam no desenvolvimento físico e intelectual, além de ajudar a despertar a criatividade e a imaginação. Quer descobrir como desenhos animados ajudam na educação? Confira nesse texto! Eles beneficiam o aprendizado  Desenhos animados podem ser incluídos na educação infantil e no dia a dia escolar, aliados a outras atividades como jogos, livros e brincadeiras. Com isso, eles se tornam uma contribuição interessante para a educação e a formação da personalidade da criança. Ensina como viver em sociedade Muitos dos desenhos disponíveis trazem a temática do convívio do protagonista com os coleguinhas, familiares e pessoas em geral. Para esse tipo de enredo, são abordadas situações cotidianas na vida infantil. Como as crianças tendem a reproduzir o que observaram, os desenhos animados se tornam grandes aliados na educação. O respeito, gentileza, educação e preconceito são sempre temas abordados e, sem dúvidas, levam ao aprendizado. Contato com áreas de conhecimento Entre os desenhos, existem aqueles voltados para a área do conhecimento. A maioria deles trabalha a área com naturalidade, abordando a matemática, história, português, geografia e ciências de forma descontraída. Com isso, podem servir como auxiliares na sala de aula.  Construção do pensamento Muitos desenhos têm a proposta de desenvolver o pensamento científico nas crianças. Dessa forma, além de mostrar curiosidades, eles encorajam e questionam o cotidiano. Esse tipo de desenhos animados deve ser usado na educação, pois as crianças passam a observar mais ao seu redor. Principais desenhos Escolher qual desenho a criança deve assistir é uma tarefa importante. Primeiro, é preciso questionar se o enredo é adequado para a faixa etária do seu filho. Isso é importante para garantir a integridade do aprendizado dos pequenos. É nesse momento que vale a pena analisar as mensagens transmitidas e evitar desenhos que possuam contextos violentos. Também evite os que não vão agregar nada no processo de desenvolvimento e aprendizagem.  Existem inúmeras opções disponíveis, com os mais variados temas e crianças de qualquer idade. Com isso, além de opções educativas, existem desenhos para o gosto de cada criança. Confira alguns deles abaixo.  Show da Luna O Show da Luna é um desenho que traz a capacidade do raciocínio científico nas crianças. Luna é uma corajosa e curiosa garotinha que está sempre buscando respostas para perguntas do cotidiano.  Cada episódio do Show da Luna traz curiosidades e questionamentos diferentes. Além disso, o desenho mostra a relação de Luna com o seu irmão Cláudio, o que incentiva a aproximação familiar. Além de entreter os pequenos, esse desenho pode ajudar as crianças a aprender sobre diversos assuntos e conhecer temas que ainda não haviam ouvido falar. É um dos desenhos animados mais interessantes dessa lista. Garota Supersábia A Garota Supersábia apresenta Rita Bastos, uma garota vinda de outro planeta, que caiu na terra junto com o macaco Capitão Caretas. O desenho divide o tempo entre a escola e o combate aos vilões. Essa é uma excelente opção para ser usada na educação, pois ensina o português de forma divertida. Sendo assim, é mais uma grande opção de desenho animado para ser utilizado no processo educacional do seu filho. Bino e Fino Esse desenho mostra a história dos gêmeos Bino e Fino. A cada episódio, eles descobrem mais sobre a vida, a história e os costumes do continente africano. Ele oferece lições valiosas sobre a representatividade e a valorização de outras culturas.  Doki Doki é um desenho que ensina história e geografia de uma forma muito mais divertida para as crianças. Isso porque acompanhamos as viagens do protagonista pelo mundo, sempre ao lado do seu cachorrinho. O personagem se aventura pelo Egito, Antártida, Amazônia e muitos outros lugares. Tudo isso enquanto apresenta a cultura local e mostrando curiosidades enquanto enfrentam e solucionam problemas.

Qual Idade Ideal de Tirar a Mamadeira

Qual Idade Ideal de Tirar a Mamadeira

À medida que os pequenos crescem, muitos pais têm a dúvida de qual é a idade ideal para tirar a mamadeira. Além disso, outra dúvida recorrente é sobre qual seria o momento para iniciar essa mudança. Isso se torna um pouco complicado, pois muitas crianças são apegadas e não querem substituir a mamadeira de forma alguma. O ideal é que esse processo não seja feito de forma tardia e que ocorra junto com o desfralde. Então, é preciso começar a partir do momento em que a criança passa a ingerir outros tipos de alimentos. Em geral, isso acontece entre 1 e 2 anos de vida. A fase de introdução alimentar é a ideal, já que ali a criança está conhecendo novos alimentos e utensílios.  Em que idade devo tirar a mamadeira do meu filho?   Não existe necessariamente uma idade para tirar a mamadeira. Entretanto, quando a criança chega perto dos 2 anos de idade, é o momento de fazer a introdução alimentar. Isso porque, nessa idade, a criança já possui coordenação suficiente para usar os chamados copos de transição. Além disso, é nessa idade que alguns traços como dentes e lábios ficam mais acentuados. Mas, é importante ressaltar que o uso prolongado da mamadeira pode atrapalhar no desenvolvimento da fala. Outros problemas incluem o desmame precoce, chances de desenvolver cáries, além do risco de contaminação de doenças infectocontagiosas. Para ajudar a responder a dúvida “qual a idade para tirar a mamadeira do seu filho?”, confira as dicas a seguir: Introduza um copo chamativo na rotina da criança A melhor forma de fazer a criança desistir da mamadeira é oferecer um copo chamativo no lugar dela. Ele precisa ser colorido e ter uma estampa que atraia a atenção e o interesse do pequeno. Caso ele goste de algum desenho animado em específico, você pode usar utensílios com a imagem de algum personagem. Dessa forma, a criança não verá o copo como um substituto da mamadeira, mas sim um utensílio que o agrada. Com isso, ela sempre vai querer por perto.  Sirva de exemplo na hora de tirar a mamadeira As crianças têm os adultos como modelos, dessa forma, eles tendem a repetir o comportamento dos adultos. Essa é uma forma de entender melhor o ambiente em que vivem e se tornarem similares aos mais velhos. Sendo assim, aproveite que seu pequeno o vê como modelo. Quando chegar a idade tirar a mamadeira, ofereça um alimento e coma junto para estimulá-lo. Dessa forma, você mostra que ele está crescendo e se tornará mais parecido com você. Faça a mudança de forma gradual Quando chega a idade de tirar a mamadeira, você deve fazer isso de forma gradual. Ou seja, ofereça, aos poucos, líquidos em um copo. Inicialmente é indicado oferecer somente água uma vez ao dia e ir aumentando aos poucos. Assim a criança não estranha ao usar para beber.  Apesar de ser um processo lento, utilizar esse método evita que a criança reaja negativamente ao novo utensílio. Com isso, ela não se recusa a utilizar e até mesmo não vai fazer birra. É melhor ter paciência, para que o processo aconteça de forma adequada. Resista aos pedidos do seu filho É preciso ser firme e resistente quando chega a idade de tirar a mamadeira da criança, principalmente no início do processo de transição. Isso porque a criança pode chorar e fazer birra. Dessa forma, é preciso ter pulso firme e não ceder, já que ele perceberá isso e no futuro tentará novamente repetir a estratégia. Além disso, evite gritar ou brigar com a criança quando ela se comportar dessa forma. Seja paciente e trate a criança com carinho. Lembre-se de distraí-la com outros focos de atenção no ambiente. Com o tempo, a insistência dela vai diminuindo até que ela esqueça a mamadeira totalmente.  Conseguir tirar a mamadeira exige paciência, tendo em vista que é um processo gradual. Além disso, é importante que isso seja feito no momento de desmame para ajudar na introdução alimentar. Aproveite as dicas e planeje a idade ideal para tirar a mamadeira da criança.

Matrículas Abertas, Escola Infantil em Cotia

Matrículas Abertas, Escola Infantil em Cotia

A Educação Infantil é importante para a criança ter um convívio social, além do convívio familiar. É nesse momento que o indivíduo aprende a se relacionar e a conviver em sociedade. Então, as matrículas estão abertas em Cotia, São Paulo. Se você busca um ambiente com aprendizado de habilidades essenciais para a formação humana, além de capacidades cognitivas e motoras, vamos te ajudar. O Colégio Pequeno Ser, em Cotia, está de portas abertas para receber seu pequeno. Importância de um colégio de qualidade O principal objetivo de um colégio é contribuir com a sociedade a partir da formação das novas gerações. Dessa forma, sua importância envolve todos os aspectos que têm relação com o processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança, incluindo saúde e bem-estar. A educação infantil compreende muito mais do que acesso aos conteúdos como matemática e português. A saúde e qualidade de vida são tão importantes quanto. Elas podem ser monitoradas através da prática de exercícios físicos e alimentação adequada. Sendo assim, a principal função da educação é preparar os alunos para a vida, tanto culturalmente quanto psicoemocionalmente. As escolas possuem o dever de proporcionar mais qualidade de vida para as crianças, através de uma abordagem cotidiana, integrada e transversal. Como a escola pode contribuir para a qualidade de vida infantil? A garantia do bem-estar infantil é essencial para que o processo educacional ocorra de maneira afetiva. Por esse motivo, é importante saber como as instituições de ensino conseguem colaborar e agir nessa direção. Entenda: Estimular vínculos entre família e escola; Estimular a interação social; Possibilitar contato com o meio ambiente; Identificar possíveis transtornos infantis; Encorajar os processos de autoconhecimento e de autocuidado. Esse tipo de ambiente é o que você encontra no Colégio Pequeno Ser, em Cotia, que está com matrículas abertas. Saiba mais sobre o colégio abaixo. Colégio Pequeno Ser Fundado há 12 anos em Cotia, o Colégio Pequeno Ser é uma referência quando se trata de educação de qualidade. O colégio se preocupa em trazer profissionais capacitados, ensinando de forma diferenciada, de acordo com a aprendizagem de cada aluno. O compromisso do colégio é levar cada aluno até a última etapa da Educação Infantil. Para isso, nossos profissionais são capacitados para preparar alunos nos espectros intelectual, emocional, físico e social. Metodologia Colégio Pequeno Ser Para os pais, escolher a escola para os filhos pode não ser uma tarefa fácil. São muitos fatores que influenciam nessa decisão: condições socioeconômicas, filosofia da escola, individualidade da criança e muitos outros. O Colégio Pequeno Ser adota o Sistema de Ensino Mackenzie Educacional, trabalho em educação realizado a mais de cem anos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie. Esse sistema tem uma Proposta Educacional e Modelo Pedagógico que trabalha com o Método Fônico no processo de alfabetização. A visão dos Sistemas de Ensino Mackenzie é de que cada criança precisa ser desenvolvida integralmente. Dessa forma, não basta que elas estejam preparadas para testes oficiais que precisam fazer na vida escolar. Buscamos que saibam ter decisões integradas em uma situação de conflito, entre outros. Como funcionam as turmas no Colégio Pequeno Ser? As turmas são divididas entre Berçário I e II, Maternal, Infantil I, II e III e todos estão com as matrículas abertas. O berçário proporciona um ambiente calmo e agradável. A ideia é que os bebês comecem a ser estimulados através de músicas, brinquedos e atividades adequadas. Já para as turmas infantis, o trabalho principal é acolher e ensinar os alunos, dando a atenção que eles precisam nessa idade. Dessa forma, o Colégio Pequeno Ser valoriza uma relação de amizade e carinho. Como se matricular? Basta selecionar a opção contato e clicar em matrícula. Você será direcionado a um formulário onde é necessário preencher informações como nome, e-mail e telefone para contato. Além disso, será preciso escolher a turma, de acordo com a faixa etária do seu filho e o turno ideal para você. Feito isso, leia os termos de uso, aceite e nos envie. Estaremos aguardando para receber seu pequeno.Precisa de ajuda? Entre em contato pelo nosso site ou faça uma ligação para o telefone (11) 4614-0616. Se preferir, envie um e-mail para contato@pequenoser.estetbot.com.br e saiba mais.

4º Boletim Nutricional – Temperos Naturais

4º Boletim Nutricional - Temperos Naturais

Os temperos naturais, além de serem saudáveis, trazem diversos benefícios a nossa saúde. Eles também contribuem para sabores variados aos alimentos no momento do preparo. O segredo da utilização dos temperos naturais, é saber usar cada uma das ervas para que valorizam de verdade a preparação. As ervas geralmente possuem vários benefícios, vejam alguns exemplos:  O orégano ajuda a combater infecções, reduz inflamações e estimula o processo de digestão.  O alecrim por sua vez, possui ação antioxidante e relaxante, além de ser um ótimo anti-inflamatório. A hortelã auxilia no tratamento de problemas digestivos, tais como má digestão, enjoos e vômitos. Ela também possui o efeito calmante e expectorante. O manjericão tem função anti-inflamatória e antibacteriana; também auxilia no controle de tosse e melhora do sistema imunológico. Espero que tenham gostado das dicas! Nos encontramos, em breve, em mais um “Dica da Nutri”! Ana Carolina P. Manfré Nutricionista

Atraso Na Fala Dos Pequenos: Entenda Os Sinais e Possíveis Causas

Atraso Na Fala Dos Pequenos Entenda Os Sinais e Possíveis Causas

O desenvolvimento oral durante a infância pode não ser tão simples. Como consequência, as famílias podem observar atraso na fala dos pequenos. Nesse sentido, a pandemia de Covid-19 pode ser sido um agravante, já que a socialização diminuiu bastante. Uma a cada quatro crianças entre três e quatro anos voltaram a ter comportamentos de quando eram mais novas, segundo um estudo da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV). A pesquisa foi feita com base na percepção dos pais. Tendo esse cenário em vista, é indispensável ficar atento aos sinais e buscar ajuda profissional. Neste artigo, entenda quais as principais causas e sintomas de atraso na fala dos pequenos. Sinais de atraso na fala dos pequenos Desde seu nascimento, o bebê se comunica. O choro é um exemplo claro disso. A partir dos dois anos, é quando os pequenos começam a falar suas primeiras palavras. Já aos três, eles conseguem formar frases mais completas e com sentido. Por volta dos cinco anos, a fala é bastante parecida com a de um adulto. Claro que cada criança tem o seu próprio ritmo de desenvolvimento. Mas, quando o processo é mais demorado, pode ser um fator de alerta para os pais. Por isso, preste atenção aos sinais a partir dos dois anos: Dificuldades de compreensão do que está sendo dito ou solicitado Criança que não tenta imitar sons e falas Não conseguem produzir frases, ainda que curtas Tem dificuldades de se expressar verbalmente Prefere fazer gestos do que falar Possíveis causas de dificuldades na fala Se a escola é um dos ambientes em que as crianças mais se desenvolvem, não é surpresa que a pandemia tenha afetado o seu comportamento. Afinal, elas deixaram de conviver com outras crianças, passaram mais tempo em casa e tiveram menos momentos de socialização. E uma das causas da dificuldade do desenvolvimento oral é justamente a falta de estímulos. Mas, a verdade é que os sinais de atraso na fala dos pequenos são bastante variados. Por isso, listamos os principais a seguir: Falta de estímulos O primeiro fator que pode causar atraso na fala é, na realidade, algo bastante simples: a ausência de estímulos. Em qualquer aspecto do seu crescimento, as crianças precisam ser estimuladas. E com o desenvolvimento da fala não é diferente.  Por isso, é bem importante estar presentes no desenvolvimento da fala dos filhos. Isso inclui atividades como ler histórias, cantar e brincar de faz de conta. O importante é que a brincadeira seja o incentivo para a pronúncia das primeiras palavras. Dificuldades auditivas A capacidade auditiva tem total conexão com o desenvolvimento da fala. Então, até mesmo uma perda auditiva leve já pode ser motivador da dificuldade. Por essa razão, caso haja suspeita, é importante procurar um pediatra ou otorrino para avaliação profissional. Sintomas do autismo O atraso na fala dos pequenos pode ter origem neurológica. É o caso de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A dificuldade de desenvolver a linguagem, bem como se expressar de forma verbal e não-verbal são características do autismo. Transtorno de Desenvolvimento de Linguagem (TDL) É o nome dado a dificuldade que uma criança tem de desenvolver a fala e a linguagem, sem motivos aparentes. Isto é, não tem relação com causas genéticas, neurológicas ou perda auditiva. Nesse contexto, o TDL tende a impactar o processo de aprendizagem, como a alfabetização, até a socialização e relacionamento dessas crianças. Apraxia da fala Nesse caso, trata-se de um distúrbio motor que resulta em erros na produção de som. Em outras palavras, é a incapacidade de programação dos movimentos dos músculos que permitem a fala: boca, língua e mandíbula. Buscar ajuda profissional é essencial Se você tem notado atraso na fala do seu filho, não hesite em procurar ajuda de um profissional. Nesse aspecto, na maioria das vezes, o fonoaudiólogo é o especialista que trata atrasos na fala dos pequenos. Entretanto, o acompanhamento multidisciplinar também pode ser recomendado. O olhar de quem entende do assunto é imprescindível para encontrar as origens da dificuldade e solucioná-la. A análise pode exigir tempo e paciência dos pais. Mas, quanto mais cedo o diagnóstico, antes a criança inicia o tratamento e pode evoluir no desenvolvimento da fala.

Quais São As Etapas Da Educação Infantil e o Que Se Aprende Em Cada Uma Delas?

Quais São As Etapas Da Educação Infantil e o Que Se Aprende Em Cada Uma Delas

Você sabe quais são as etapas da educação infantil? Quem é pai ou mãe deve conhecer o que se aprende em cada uma. Assim, alinha as suas expectativas ao processo de aprendizagem na escola. Nesse sentido, essa é a primeira etapa da educação básica. Essa, por sua vez, inclui o ensino fundamental e médio. Ou seja, da infância até a adolescência.  No ensino infantil, os pequenos se desenvolvem em aspectos físico, motor, social, emocional e cognitivo. O objetivo é criar crianças desenvolvidas integralmente, com capacidade de ter suas próprias escolhas e ter consciência sobre o mundo. Se você ficou curioso sobre o assunto, então não pode deixar de conferir o post a seguir. Conheça as etapas da educação infantil. Etapas da educação infantil: quais são? A partir dos quatro anos de idade, todas as crianças são obrigadas a frequentar a primeira fase da educação básica. Toda essa jornada é regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Apesar disso, o ensino infantil atende bebês e crianças do zero aos cinco anos. Nesse momento, os pequenos começam a desenvolver-se com mais rapidez, em aspectos que vão desde motor até emocional. Ou seja, um desenvolvimento integral. Além disso, é bastante importante estimular o protagonismo, a curiosidade e criatividade nessa fase. Assim, criamos futuros adultos mais preparados para lidar com os desafios da vida. Diante disso, conheça às cinco etapas da educação infantil: Berçário O primeiro contato das crianças com o ambiente escolar pode ser antes de completar o primeiro ano de vida. Estamos falando do berçário. Nele, os bebês de zero a onze meses são acolhidos por cuidadores. Normalmente, essa é a melhor opção para os pais voltarem ao mercado de trabalho e ter um local de confiança para deixar os seus filhos. Por isso, nessa fase, busca-se explorar a ludicidade, bem como o desenvolvimento motor desses pequenos. Maternal I A segunda etapa da educação infantil é o momento em que há mais possibilidades de aprender coisas novas. Isso porque os bebês têm idades de um a dois anos e já tem a esperteza de entender o mundo ao seu redor. Nessa fase, os pequenos já iniciaram a sua introdução alimentar, podendo alimentar-se sem a ajuda de um adulto. Por volta dessa idade, eles também estão aprendendo a andar e estão desenvolvendo a coordenação motora a todo vapor. Assim, todas as atividades são regadas à muita ludicidade e brincadeiras.  Maternal II É a fase que contempla crianças de até três anos. Bastante similar à anterior, mas aqui o desenvolvimento integral da criança é ainda mais forte. Durante as atividades, busca-se desenvolver habilidades motoras, cognitivas, emocionais, sociais, artísticas, entre outras. Ainda bastante lúdico, as brincadeiras começam a ganhar um caráter mais educativo. Afinal, nessa idade, as crianças aprendem a falar, a ampliar o seu vocabulário, começam a expressar suas vontades e se comunicar com mais clareza. Pré-escola I Aos quatro anos, os pequenos chegam ao Jardim I ou à Pré-escola I. Aqui, além das habilidades básicas já mencionadas, é o momento de ampliar a grade curricular e introduzir novos aprendizados. Nessa etapa, as crianças aprofundam seus conhecimentos em linguagem enquanto aprendem os primeiros conceitos matemáticos. Já as suas habilidades artísticas são bastante desenvolvidas através de pinturas, desenhos, cores, recortes e colagens. Pré-escola II A última das cinco etapas da educação infantil é marcada pela introdução à alfabetização. Aos cinco anos, os pequenos já estão familiarizados com o alfabeto, aprendendo sobre as sílabas e podem começar a escrever suas primeiras palavras. Na matemática, eles sabem contar e identificar quantidades pequenas, além de aprender a fazer contas simples do dia a dia. A natureza, os animais e a ciência também fazem parte do seu aprendizado. Ao concluir a fase pré-escolar, as crianças já se desenvolveram integralmente. Portanto, estão prontas para iniciar a sua jornada na próxima fase da educação básica: o ensino fundamental.  Enfim, seja qual for a etapa da educação, não pode faltar afetividade no processo de aprendizagem. Por isso, ao escolher uma escola para o seu filho, priorize aquela que lhe permitirá desenvolver-se de forma integral e em um ambiente acolhedor

O Que Uma Criança Pode Aprender No Momento Da Alimentação?

O Que Uma Criança Pode Aprender No Momento Da Alimentação

No momento da alimentação, assim como em outras situações cotidianas, também pode ser de aprendizado. Quando a criança frequenta aulas no período integral, é provável que ela faça algumas refeições na escola. Assim, é importante que ela tenha experiências positivas quanto à alimentação ainda durante o período escolar. Nesse sentido, a alimentação é um fator imprescindível porque vai além da nutrição. Também diz respeito a bons hábitos, descoberta da própria autonomia e até mesmo desenvolvimento motor. Portanto, se o pequeno tem tanto a aprender, é interessante que os pais acompanhem todo o processo. Conheça, neste artigo, aprendizados importantes que os pequenos obtêm no momento da alimentação. Ainda, veja dicas valiosas para ensinar o seu filho a comer melhor.  6 coisas que as crianças podem aprender no momento da alimentação O momento da alimentação é um prato cheio de experiências. Sentir texturas diferentes, entender quantidades e seus próprios gostos pessoais. Tudo isso faz parte do processo de aprendizagem dos pequenos durante as refeições. Veja o que mais eles podem aprender: 1. Hábitos saudáveis Na educação infantil integral, a alimentação é um dos aspectos mais importantes da rotina. Por isso, além de proporcionar uma alimentação nutritiva, as crianças também podem aprender sobre hábitos saudáveis. Nas aulas de culinária do Colégio Pequeno Ser, por exemplo, os pequenos colocam a mão na massa enquanto descobrem os benefícios de comer bem. Ainda, há a conscientização sobre o desperdício de comida. 2. Autonomia Em geral, o momento da alimentação é quando o bebê dá os primeiros passos em direção a sua autonomia. Que criança não ama saborear uma refeição enquanto se lambuza? Isso faz parte do desenvolvimento dos pequenos. Quando ficam mais velhos, ter autonomia também significa escolher o que e quanto quer comer. Por isso, é interessante estimular a independência quanto à sua alimentação no estilo ‘self-service’. 3. Raciocínio lógico-matemático Montar um prato é definir as quantidades de alimentos que serão suficientes para atingir a saciedade. Assim, a criança entende que chegou ao limite. Ao montar o prato, ele define as quantidades de cada ingrediente. Além disso, quando o pequeno expressa que deseja comer mais e o adulto responde ‘só mais duas colheres’, isso também ensina sobre quantidades e conhecimento sobre medidas. 4. Desenvolvimento motor Como mencionamos, os bebês costumam se lambuzar enquanto comem. Muito disso é porque eles ainda não têm firmeza nas mãos para segurar a colher. Mas, conforme evoluem, passam a segurar a mamadeira, os talheres e copos com mais precisão. Também ganham força na cabeça e nos dedinhos e param de se sujar tanto. Até que, finalmente, podem comer com garfo e faca como os adultos. 5. Gostos pessoais Existe algo mais prazeroso do que descobrir novos sabores? Para os pequenos isso é ainda mais importante porque, diariamente, são introduzidos novos pratos, texturas e sabores. É assim, dia após dia, que eles formam o seu próprio gosto pessoal. Com base nessas experiências, passam a perceber o que lhes agrada e o que não gostaria de comer de novo. Assim podem decidir o que querem comer com base em seu gosto pessoal. Todos esses pontos nos mostram que comer também é aprender. E tão bom quanto aprender no momento da alimentação, é comer bem. 6. Comunicação e expressão das vontades Não é à toa que as primeiras palavras de muitas crianças é ‘pa-pá’ ao tentar falar sobre a comida. Afinal, o momento da alimentação também inclui conversas entre pais e filhos, em que os pequenos querem expressar suas vontades. Como ensinar os filhos a comer bem Seja na escola ou em casa, é fundamental ensinar os pequenos os benefícios da boa alimentação. Isso porque bons hábitos que viram rotina ainda na infância, refletem em ações positivas na vida adulta. O momento da alimentação é essencial não apenas porque dá energia. A cada refeição, os pequenos são capazes de aprender coisas novas que serão extremamente úteis ao longo de suas vidas. Para incentivar o pequeno a comer bem, o melhor a fazer é ser o exemplo. Se você gostou desse artigo, talvez se interesse por outro post falando sobre dicas para quando os filhos não querem comer verduras. Acesse agora e confira mais orientações importantes!