Vocabulário: Jogos Para Conhecer Novas Palavras e Se Divertir

Uma das coisas mais legais da infância é a oportunidade de aprender enquanto se diverte. Durante o desenvolvimento oral e escrita, jogos para ampliar o vocabulário dos pequenos e conhecer novas palavras são a prova disso. Atividades lúdicas criam um ambiente favorável para a aprendizagem e as crianças se sentem mais motivadas a descobrir coisas novas. É aí que os jogos para aprender palavras fazem toda diferença. E opções não faltam! O melhor é que essas dinâmicas são super fáceis de serem colocadas em prática. Por isso, preparamos uma lista com as 10 brincadeiras imperdíveis para acrescentar novas palavras no vocabulário dos pequenos. Confira neste post. A importância dos jogos para o vocabulário durante a infância Os jogos de palavras são uma excelente maneira dos pais ajudarem seus filhos no desenvolvimento da fala. Já que quem participa das brincadeiras conhece palavras novas e se sente motivado a falar. Além de desenvolver a habilidade de comunicação, investir no vocabulário das crianças também potencializa o desenvolvimento intelectual. Isso porque muitas dessas brincadeiras, que você conhecerá a seguir, também estimulam o raciocínio. Ou seja, todos se divertem e o pequeno tem a oportunidade de evoluir em habilidades importantes da educação infantil. 7 jogos para crianças conhecerem novas palavras enquanto se divertem O grande benefício dos jogos é que eles podem ser executados em qualquer lugar e, na maioria das opções, não é preciso preparar nenhum material. Basta reunir a família e se divertir. Normalmente, as escolas já costumam aplicar essas brincadeiras. Mas, se você quer fortalecer ainda mais o processo de aprendizagem, vale a pena dar uma olhada nos jogos de palavras que selecionamos. Veja: 1. Jogo da rima Além de oportunizar o aumento do vocabulário, o jogo da rima também trabalha a fonética. Uma vez que é necessário falar termos cujos sons combine. Isto é, a ideia é alguém falar uma palavra, tal como “brincar” e o próximo participante dizer outra que rima, como “nadar” ou “cantar”. E assim por diante. 2. Mímica Uma brincadeira que é diversão garantida. Para o jogo da mímica, um participante deve ser escolhido para fazer gestos na tentativa de imitar alguma coisa, sem mencionar o que é. O restante do grupo deve chutar palavras para tentar acertar a imitação. 3. Trava-línguas Boas risadas com certeza farão parte dessa brincadeira. Selecione trava-línguas e peça para a criança tentar repetir da maneira correta e aumentando a velocidade da fala conforme o nível de dificuldade. Algumas opções para inspirar você: A abelha abelhuda abelhudou as abelhas. Alô, o tatu taí? Não, o tatu não tá. Pedro pregou um prego na porta preta. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Fala, arara loura. A arara loura falará. 4. Cabeça e pé Um jogo um pouco mais complexo, por isso, é indicado para crianças maiores. A brincadeira cabeça e pé funciona assim: o jogador que começa fala uma palavra, “batom” por exemplo. O próximo deve dizer outra palavra que comece com a mesma letra que a anterior terminou, como “montanha”. Para facilitar o jogo, é possível escrever os termos em uma lousa. 5. História Maluca Nesta brincadeira, será necessário preparar aproximadamente 50 palavras em cards. Você pode distribuir as folhas em branco e pedir para os membros da família surgirem palavras. Pode escrever objetos, alimentos, lugares, entre outros. Em seguida, o narrador deve começar a contar uma história com palavras sorteadas pelos integrantes do grupo. É fundamental que a história tenha algum sentido, ainda que seja inusitada. 6. Os opostos Este jogo de palavras é bastante simples, mas eficiente para ampliar o vocabulário e entender o conceito de antônimos. Um jogador deve falar um termo que exista outra palavra oposta correspondente, como “noite” e “dia”. E assim por sequência. 7. Série de palavras Outra brincadeira descomplicada é a série de palavras. Aqui, a ideia é que os participantes falem termos relacionados uns com os outros: bola, chutar, gol. O jogo segue até que alguém repita uma palavra ou fale um termo que não tem relação. Se você gostou deste post, talvez tenha interesse em ler outro conteúdo sobre como os pais podem ajudar no desenvolvimento da fala de seus filhos. Acesse aqui e boa leitura!
Desenho Na Educação Infantil: Qual a Importância Para As Crianças?

Você já parou para pensar no que o desenho na educação infantil significa para as crianças? É por meio dessa habilidade que os pequenos se comunicam, expressam sentimentos e dão vida à imaginação. Mas, muito além da representação do imaginário, os benefícios chegam até o desenvolvimento motor. Por tudo isso, a arte de se expressar através do lápis, pode e deve ser incentivada na infância. A seguir, entenda a importância do desenho na educação infantil para as crianças. Ainda, saiba como incentivar o lado artístico do seu filho em casa. 5 pontos que provam a importância do desenho na educação infantil Além da diversão, o desenho é uma forma do pequeno se comunicar, se expressar e desenvolver habilidades bem importantes. Tendo isso em vista, listamos 5 benefícios que provam a importância do desenho na educação infantil. Confira: 1. Estímulo à criatividade Por deixar a imaginação livre, o primeiro ponto dessa lista diz respeito à criatividade. Com uma folha em branco, lápis e giz de cera, a criança pode criar tudo o que a imaginação permitir. A criatividade vem da vontade de fazer algo novo e é exatamente isso que o desenho na educação infantil permite. Claro que quanto a criança ainda é muito pequena, é difícil encontrar um sentido em seus desenhos. Mas ainda assim é ela expressando seus sentimentos ou tentando retratar a realidade. 2. Desenvolvimento motor Inicialmente, ainda que sejam garatujas (desenhos sem forma e ilegível), a atividade proporciona benefícios ao desenvolvimento motor. Isso porque, para desenhar quaisquer formas, é preciso segurar o lápis com firmeza e precisão. Assim, conforme o pequeno vai ganhando confiança, as gravuras começam a ganhar sentido. Essa evolução costuma acontecer após os 3 anos de idade e mostra que ela já tem controle sobre seus movimentos. Ainda nessa evolução, a criança passa a ter noção de espaço, respeitando o limite que a folha em branco permite. 3. Desenvolvimento emocional Outro ponto bastante importante do desenho é que ele é uma importante forma de expressão. Ou seja, na folha de papel estão representadas, suas vontades, sentimentos e experiências. Ainda, a atividade revela uma função terapêutica, uma vez que o pequeno tem a oportunidade de “extravasar” suas emoções. Nesse contexto, eles tendem a se afastar de sentimentos negativos, como a ansiedade. 4. Forma de comunicação Nem sempre é possível entender o que as formas desenhadas significam, mas o desenho é também um importante meio de comunicação. Especialmente, quando a linguagem oral e escrita ainda estão em fase de desenvolvimento. Ali, ela não expressa somente seus sentimentos, como também a sua percepção da realidade e contexto em que vive. Em síntese, o desenho é uma das primeiras formas que a criança aprende a se comunicar. 5. Atividade lúdica e divertida Além de todos esses benefícios, não podemos deixar de destacar o quão divertido e relaxante desenhar é. Por isso, como forma de incentivo, é bem importante proporcionar momentos e um espaço adequado para que a criança possa rabiscar. Dessa maneira, o pequeno vai desenvolver ainda mais suas habilidades motoras, emocionais e criativas, enquanto se diverte. Como incentivar habilidades artísticas nas crianças Já vimos como o desenho na educação infantil é fundamental. Agora, separamos algumas dicas de como você pode estimular a criatividade e incentivar as habilidades artísticas do seu filho. Olha só: Disponibilize o espaço do desenho em casa e forneça os materiais essenciais; Se for possível, inclua tintas, colas, glitters e palitinhos de sorvete; Permita que se expressem livremente. Claro, sempre monitorando para não haver bagunça; Disponha um espaço para expor as artes prontas, assim, você fortalece a autoestima da criança; Sempre elogie todas as peças; Acompanhe a evolução do pequeno. Em conclusão, o desenho é uma ferramenta de desenvolvimento criativo, artístico, emocional e motor, além de muito divertido. Ainda, é um instrumento que ajuda a acompanhar a evolução dos pequenos. Uma vez que, inicialmente, os rabiscos não terão muito sentido ou formas definidas, além de não respeitar o limite da folha. Algo que mudará com a prática e o amadurecimento. Diante de tudo isso, que tal separar algumas folhas e lápis para o seu pequeno começar a desenhar? Temos certeza que ele vai adorar!
Como Criar Um Quadro De Tarefas Para Crianças?

Responsabilidade e organização são características importantes para todo mundo em qualquer fase da vida. Nesse sentido, o quadro de tarefas para crianças é uma metodologia com o objetivo de criar bons hábitos desde a infância. Nele, o pequeno terá uma visão completa de atividades que precisam ser feitas por ele. Por isso, ensina sobre responsabilidade enquanto propõe tarefas divertidas. No fim do dia, a criança terá a ótima sensação de dever cumprido. Neste conteúdo, explicamos como funciona o quadro de tarefas para crianças, como fazer e colocar em prática. Confira nossas dicas logo abaixo e boa leitura! Entenda como funciona um quadro de tarefas para crianças O quadro de tarefas parte do conceito de rotina. Isso porque, diariamente, o pequeno terá que acompanhar e realizar atividades destinadas a ele. A ideia é marcar um “check” em cada missão que for cumprida, como por exemplo, dormir na hora certa todos os dias. Melhor ainda é incluir toda a família e cada membro ter uma visão clara de suas tarefas. Assim, todos participam da dinâmica e motivam ainda mais a criança. A periodicidade para verificar o quadro depende de cada rotina, pode ser: por período, diário ou semanal. Para incentivar os pequenos, é possível atribuir recompensas quando uma quantidade específica de tarefas for concluída. Porém, mais do que ganhar recompensas, o quadro de tarefas para crianças é um poderoso instrumento de educação e bons hábitos. Quadro de tarefas para crianças: aprenda como fazer aqui Depois de entender como funciona o quadro de tarefas infantil, é hora de colocar a mão na massa. Para isso, listamos a seguir um passo a passo e outras orientações que vão ajudar a implantar a metodologia na rotina. Vamos lá! Comece pelo básico: materiais Para realizar a atividade, você precisará, obviamente, de um quadro, lousa ou uma cartolina. Em seguida, separe outros materiais importantes: giz, caneta para lousa, post-its e qualquer outro item similar. É você que decide! Depois, chega o momento de organizar o quadro. A ideia é criar uma espécie de tabela, com as tarefas em uma coluna e os dias da semana na sequência. Por último, deixe um espaço para o pequeno marcar um X quando a atividade for concluída. Estabeleça as tarefas O principal ponto do quadro é definir quais tarefas deverão ser cumpridas ao longo do dia ou semana. Nesse aspecto, existem muitas atividades que podem ser incluídas como ‘missão’ em meio à rotina do pequeno, são elas: Fazer a cama depois de acordar Arrumar os brinquedos Comer sozinho Colocar as roupas sujas no cesto Estudar e fazer a lição de casa Dormir no horário combinado Entre muitas outras! Explique a dinâmica para a criança Com o quadro preparado, você deve explicar como funciona o quadro de tarefas. Converse com o pequeno e mostre todas as atividades, bem como as regras, que são aplicadas na dinâmica. É essencial ressaltar o quão importante é cada missão cumprida. Por fim, deixe claro que para cada tarefa finalizada com sucesso haverá uma recompensa. Mantenha o quadro atualizado Toda eficiência do quadro de tarefas para crianças depende, essencialmente, de uma coisa: ele precisa ser atualizado. Por isso, crie o costume de marcar como concluída as tarefas depois de finalizada. Acompanhe a criança até o quadro e peça para ela fazer o check. É assim que toda família incentiva o senso de responsabilidade e organização. Defina as recompensas Aqui, o ideal é fugir de prêmios como brinquedos, principalmente, se for semanal. Prefira recompensas mais acessíveis. Como dica, os passeios no parque e tarde de cinema são recompensas que também criam momentos em família. Ou, em tarefas mais simples, também é alguma medalha ou troféu simbólico. O importante é que seja possível para os pais cumprirem. Acompanhe o desenvolvimento do pequeno Um dos benefícios dessa metodologia é que ela pode seguir a evolução da criança. Ou seja, quando uma atividade se torna totalmente habitual, é possível estabelecer novas tarefas mais complexas. Assim, o quadro de tarefas continuará acompanhando cada nova fase do desenvolvimento da criança. Lembre-se que é fundamental os pais fazerem parte do processo e se mostrarem como bons exemplos. Para mais dicas de educação infantil, continue acompanhando o nosso blog.
Como Estimular O Aprendizado Infantil Em Casa?

Que a escola é essencial para a formação e desenvolvimento dos pequenos você já sabe. Mas, já parou para pensar o quão importante é estimular o aprendizado infantil em casa? Pois é! Além do ambiente escolar, o lar é o local onde a criança passa a maior parte do tempo do seu dia. Por isso, nada melhor do que trabalhar suas habilidades também fora da sala de aula. Assim, o pequeno potencializa seu desenvolvimento, se mantém interessado e com vontade de aprender. A boa notícia é que não é preciso fazer muito. Afinal, são ações simples, mas que trazem grandes resultados. Tendo essa ideia em mente, separamos dicas e estratégias fundamentais para você estimular o aprendizado infantil em casa. Vem ler! Por que estimular o aprendizado infantil em casa? O aprendizado infantil deve ser estimulado em todos os momentos, inclusive, em casa. Apesar da escola ser a responsável pela formação de crianças e adolescentes em diferentes aspectos, o seu desenvolvimento completo acontece também fora dela. Com atividades simples no ambiente familiar, a criança pode desenvolver inúmeras habilidades. Criatividade, imaginação, raciocínio lógico e comunicação são só algumas competências que podemos citar. Entretanto, muitos pais podem ficar em dúvida no que fazer para incentivar o aprendizado infantil em casa. Por isso, confira as principais dicas para colocar em prática a seguir! 6 práticas para estimular a aprendizagem dos pequenos em casa Os pais têm muito a contribuir no processo de aprendizado infantil em casa. Isso porque os pequenos se sentem mais motivados a aprender. Além disso, os familiares conseguem acompanhar melhor como está sendo a evolução do filho. Veja as nossas dicas: 1. Revise os conteúdos vistos em sala de aula Se você não sabe por onde começar, uma boa estratégia é relembrar os conteúdos vistos em aula. Quando tudo o que foi aprendido é revisto em casa todos os dias, os pais conseguem acompanhar de perto as dificuldades e podem ajudar no que for preciso. O benefício principal é criar o hábito de estudar desde pequeno. O que, certamente, refletirá de maneira positiva no futuro. 2. Junte diversão ao aprendizado Jogos e brincadeiras são uma excelente forma de aprendizagem porque unem conhecimento à diversão. Se o pequeno está no processo de desenvolvimento da fala você pode, por exemplo, fazer brincadeiras para incentivar a alfabetização. O objetivo é criar um ambiente de aprendizado infantil mais leve, dinâmico e lúdico. Assim, o pequeno se sentirá mais inspirado a aprender. 3. Proporcione atividades artísticas A criatividade é bem importante no processo de aprendizagem. Nesse sentido, é possível aguçá-la por meio de atividades artísticas. São exemplos disso: pintura, desenho, dança, canto e música. Lembrando que a arte é uma ótima forma de se expressar. Essas ações contribuem para o desenvolvimento de habilidades básicas como motoras e intelectuais. Nas atividades de desenho, por exemplo, a criança aprenderá a segurar com firmeza o lápis. E, assim, chegará no momento de escrita com mais facilidade. 4. Estabeleça uma rotina de estudos Fazer as atividades todos os dias no mesmo horário ajuda a criar uma rotina. E a rotina é importante para criar os hábitos desejados, nesse caso, o de estudar. Desse modo, você também ajuda o seu filho a lidar com organização. Defina previamente com a criança qual o momento que será utilizado para o desenvolvimento das atividades. Explique o quão importante é dedicar alguns momentos do dia para aprender algo novo. 5. Aproveite as facilidades da tecnologia Hoje, qualquer criança já nasce conectada às novas tecnologias. Então, por que não usar isso à favor da aprendizagem infantil? Nessa perspectiva, os aplicativos de celulares são os grandes aliados. A exemplo do Duolingo, um app que facilita o aprendizado do inglês. Claro, tudo sempre com o monitoramento dos pais! 6. Seja parte do processo Por fim, a nossa última dica valiosa é para os pais participarem ativamente do processo. Acompanhe, questione e observe a criança a fim de favorecer o aprendizado. Assim, o pequeno saberá que pode contar com a sua ajuda sempre que precisar. Desenvolver as habilidades das crianças é sempre importante. Afinal de contas, o aprendizado infantil não está só na escola. Está em casa e em todos os lugares. Por isso, estimule-o sempre que puder!
O Que Fazer Quando Meu Filho Faz Birra?

A gente sabe: não é fácil lidar quando o filho faz birra. E essa é uma situação que todos os pais vão passar pelo menos algumas vezes na vida. Se você é pai ou cuidador de uma criança, já teve que lidar com choros, esperneios e muito drama porque o pequeno não conseguiu algo que queria. Diante desse cenário, é difícil saber como agir e o que dizer à criança, especialmente, se a birra acontece em público. É assim que muitos pais se tornam “reféns” do comportamento dos próprios filhos. Mas, calma! Estamos aqui para te ajudar. Entenda, neste artigo, o que a birra pode significar. Além disso, confira dicas importantíssimas para aprender a lidar com esse comportamento dos pequenos. Aproveite o conteúdo! Filho faz birra: o que pode significar? Entender a birra é o primeiro passo para aprender a lidar com ela. Não há uma definição exata para esse comportamento. No entanto, podemos compreendê-lo como o momento em que a criança aprende a lidar com um sentimento negativo, como a frustração. Isso porque, como você já sabe, a birra acontece grande parte das vezes quando alguma coisa é negada ao pequeno. Por isso, também podemos chamá-la de acesso de raiva. Por exemplo, ao passear pelo shopping, a criança implora aos pais por algo que viu na vitrine e, em seguida, recebe a negativa. A partir daí, surge o choro e os gritos, até mesmo levando o pequeno a se jogar no chão. Outra situação é quando o filho não quer ir à escola. Nesse cenário, é importante entender os motivos para a criança fazer birra na hora de aula: ansiedade de separação, carência pelos pais ou até mesmo experiência negativa na escola. Independente do motivo, não é recomendado deixar os pequenos imporem suas vontades aos pais. Sendo assim, entendemos porque ensinar as crianças a lidar com a frustração é algo tão valioso. 5 dicas para aprender a lidar com a birra dos filhos Agora que você já sabe o que pode significar a birra, vamos às dicas! Tenha em mente que não existe manual para lidar com comportamento infantil. Entretanto, algumas atitudes listadas abaixo podem tornar o caminho mais fácil. Acompanhe: 1. Resista à vontade de ceder Quando a birra é persistente, ceder à vontade da criança parece o caminho mais fácil. Mas não é. Haja vista que, de uma maneira ou outra, aceitar a insistência do filho mostra que fazer birra funciona. O que, certamente, não é a mensagem que você quer passar. Dessa maneira, se você disse não à solicitação da criança, mantenha a sua palavra. 2. Desvie o foco Uma das recomendações mais difíceis de ser seguida, mas que é super importante. Não dar atenção àquele comportamento significa que você não está valorizando ou recompensando o pequeno pela atitude. 3. Seja empático Conseguir ver as situações pela perspectiva da criança é uma das melhores virtudes de um adulto. Por isso, em momentos de birra, é importante se colocar no lugar dos filhos. Assim, fica mais fácil identificar se aquela situação se dá por uma necessidade real ou simplesmente birra. Da mesma forma, a resolução do conflito tende a ser mais calma e tranquila. 4. Mantenha o controle Responder à altura ou tentar falar mais alto não vai resolver a situação. Pelo contrário, pode torná-la ainda pior. Sob a mesma perspetiva, não use castigos físicos ou qualquer tipo de violência. Mesmo que seja difícil, manter a calma e o tom de voz adequado é fundamental para assumir o controle do momento. 5. Converse sobre a situação Quando a poeira baixar, é válido conversar com o filho para entender o que o levou a fazer birra. Isso é importante não só para você, mas também para o pequeno compreender as origens daquele comportamento. Tenha uma conversa de igual para igual, pautada pelo respeito. Lembre-se que essa atitude é fundamental para resolver qualquer conflito. Com essas dicas, esperamos que seja mais fácil lidar com o desafio do filho que faz birra. Entenda que esse é um comportamento natural, mas que não deve ser encorajado. Coloque em prática as orientações e continue acompanhando o nosso blog para mais dicas de educação infantil.
Burnout Materno: Sinais e Consequências Da Dupla Jornada Na Maternidade

A maternidade é um momento transformador e mágico para muitas mulheres. Contudo, também representa um dos maiores desafios de suas vidas. É aí que surge o Burnout Materno, ou esgotamento mental das mães, uma consequência da dupla jornada dessas mulheres: como mães e trabalhadoras. Isso acontece pela junção de fatores: alterações hormonais e privação de sono somadas às atividades ocupacionais. Até porque conciliar a maternidade e a carreira não é uma tarefa nada fácil. Pensando nisso, e servindo de alerta para as mães, conheça neste artigo os sinais e as consequências do Burnout Materno. É só acompanhar abaixo! O que é Burnout Materno? O termo vem da Síndrome de Burnout. Em tese, esse distúrbio emocional é resultado do esgotamento profissional, acúmulo de funções e situações de trabalho estressantes. Assim, aparecem sintomas como exaustão extrema, estresse e esgotamento físico e mental. O conceito entrou no mundo da maternidade, e surgiu o termo Burnout Materno, porque o que muitas mães passam pode ser bastante parecido com o esgotamento profissional. Isso porque várias delas enfrentam uma dupla jornada diária. Como mães, possuem uma rotina sobrecarregada e, muitas das vezes, acumulam a maior parte das responsabilidades dos cuidados com a criança. Ser mãe é um trabalho em tempo integral. E, ainda, precisam conciliar a maternidade com a vida profissional. Não podemos esquecer de mencionar as atividades domésticas desempenhadas por muitas mulheres. Diversas mães passam pelo esgotamento mental, sem sequer notar seus sinais. Mas é fundamental procurar ajuda para que o quadro não se agrave. Dessa forma, é importante ressaltar que os sintomas vão além do cansaço, apesar de ser um sinal relevante. Afinal, estar cansada faz parte desse novo momento, por isso, é importante prestar atenção em outros indícios de Burnout Materno. Quais são os sinais e consequências do esgotamento mental das mães? A maternidade não é a ‘culpada’ da síndrome, mas a quantidade de responsabilidades acumuladas e o apoio que ela recebe influenciam no quadro. Na maioria das vezes, os sintomas aparecem no puerpério, um dos momentos mais delicados após o nascimento. No entanto, é comum a síndrome se desenvolver anos depois. Justamente porque existe a sensação de precisar ser uma “mãe perfeita”, que cuida dos filhos, acompanha na escola e dá conta de tudo. Sendo assim, pequenos problemas do dia a dia, qualquer coisa que saia do controle, pode ser o gatilho para despertar o distúrbio emocional. Por essa razão, preste atenção nos sintomas: Sentimento constante de culpa; Estresse e cansaço constante; Pessimismo, desmotivação e apatia; Autoestima baixa; Alta irritabilidade; Medo e impotência. Em geral, a falta de interesse e prazer nas coisas que antes faziam a mãe feliz, pode indicar esgotamento mental materno. Isso inclui até mesmo a desmotivação e duvidar da própria capacidade de cuidar dos filhos. Como consequência, quando a síndrome não é tratada, o resultado será ainda mais desgaste mental e ficará ainda mais difícil concluir as tarefas diárias. Como tratar e prevenir a Síndrome de Burnout Materno? Em primeiro lugar, não se deve sentir vergonha de estar passando pelo esgotamento mental materno. Haja vista que outras mães também se sentem dessa forma e não devem enfrentar o momento sozinhas. Por esse motivo, é fundamental: Ter uma rede de apoio Seja família, amigos ou vizinhos. Ter pessoas com quem contar e que possuam uma colaboração ativa nos cuidados da criança é crucial na maternidade. Também é interessante participar de grupos de mães para conversar com quem está passando pelo mesmo. Buscar informações sobre o puerpério O período pós-parto é tão transformador quanto a gravidez. Afinal de contas, as alterações corporais e psíquicas continuam nessa fase. Por isso, a puérpera deve buscar informações sobre o assunto. Contar com ajuda especializada Uma mãe não precisa ‘dar conta de tudo’ sozinha. Logo, além de ter uma rede de apoio, quando os sinais de Burnout Materno surgirem, deve-se procurar ajuda profissional de psicólogo ou psiquiatra, já que a síndrome pode ser tratada. Na prevenção e no alívio dos sintomas, é essencial saber quando pedir ajuda. Antes mesmo do bebê nascer, organize a rotina e divida as responsabilidades com outras pessoas. Lembre-se: cuidar de você mesma também é cuidar de quem você ama.
Quando Um Bebê Começa a Andar? Conheça Os Sinais De Que Ele Está Pronto

Uma das dúvidas mais comuns dos papais e mamães de primeira viagem é: quando o bebê começa a andar? Afinal, os primeiros passos do pequeno representam um dos momentos mais marcantes dessa jornada. Esse processo varia de criança para criança, uma vez que cada uma se desenvolve no seu ritmo. Por isso, é completamente natural as famílias ficarem cheias de dúvidas. Pensando nessas questões, elaboramos o artigo abaixo com a resposta sobre quando o bebê começa a andar. Além disso, veja indícios de que esse momento está chegando e aprenda a estimular o desenvolvimento motor da criança. Acompanhe! Existe idade certa para o bebê começar a andar? Em geral, é por volta de um ano de idade, entre 8 e 18 meses, que o bebê começa a dar os primeiros passos. No entanto, esse processo não acontece de uma hora para outra. Como os papais bem sabem, quando o pequeno nasce não há nenhuma “firmeza” no corpo. Mas, aos poucos, ele vai adquirindo as habilidades. Passa a sentar sem precisar de apoio, engatinhar, até que enfim fica em pé. A partir desse momento, leva em média de 2 a 3 meses para o bebê começar a andar. Ainda assim, serão necessários mais alguns meses para ele ganhar confiança ao andar e aprender de fato esta nova habilidade. Somente depois dos 5 anos de idade que a criança andará de forma similar aos adultos. Em suma, os pais não precisam ter pressa, mas é importante prestar atenção nos indícios de que o momento se aproxima, bem como estimular o bebê a andar. Sinais de que o bebê vai dar os primeiros passos em breve Como em outras fases da infância, a exemplo da hora do desfralde, o bebê dá sinais de que pode estar pronto para começar a andar. Por isso, quando chega na fase de desenvolvimento motor, é bem importante prestar atenção em indícios como: Quando o bebê começa a engatinhar Depois de aprender a sentar com segurança, alguns bebês passam a engatinhar. Este é um sinal de que ele poderá começar a andar em breve. Contudo, nem todas as crianças passam por essa fase. Alguns pulam a etapa e já tentam caminhar direto. Já tenta ou fica em pé sozinho Mesmo que apoiado em móveis, já é um sinal de que está se preparando para começar a dar os primeiros passos. Todavia, essa fase costuma vir alguns meses antes da criança, de fato, andar. Nas primeiras tentativas, ele pode ficar em pé por apenas alguns segundos, e você notará como suas pernas estão firmes e rígidas. Depois, quando a criança estiver mais forte, ficará mais tempo e com as perninhas levemente flexionadas. Está se aventurando pela casa Após ganhar confiança para ficar em pé sozinho, o bebê se torna um aventureiro, ainda que apoiado nos móveis, e começa a andar pela casa. Depois de muito se aventurar dessa maneira, alguns meses depois ele já pode partir para uma caminhada mais independente. Como estimular o bebê a andar Assim que você perceber os sinais no seu bebê, já pode iniciar os estímulos à caminhada. É importante que essas ações estejam de acordo com cada fase mencionada acima. Dito isso, confira as orientações a seguir: Primeiro, prepare o espaço retirando objetos perigosos. Isso porque quando o bebê começa a andar, ele vai passar a alcançar lugares que nunca acessou antes; Ajude-o a ficar em pé; Segure nas mãozinhas e incentive-o a dar os passos aos poucos, a fim de proporcionar maior segurança ao pequeno; Não use andador. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o equipamento é perigoso e pode ter o efeito reverso; Investir em sapatos confortáveis e que sejam do tamanho certo do pezinho. Quando os bebês demoram a experimentar esses estímulos, pode ser que eles comecem a andar mais tarde. É aqui que está a importância de dar esse encorajamento ao pequeno. Como percebemos neste artigo, não é preciso ter pressa para quando o bebê começa a andar. Dado que cada criança tem o seu próprio tempo. Ou seja, o melhor a fazer é dar um passo de cada vez.
Dicas Para Ajudar a Criança a Se Adaptar à Escola?

Toda mudança traz novos desafios para a família, em especial, na fase de adaptação escolar do filho. Por isso, é fundamental os pais se preparem para ajudar a criança a se adaptar à escola. Esse processo de separação pode causar ansiedade e medo, o que é completamente natural. Afinal, qualquer mudança gera desconforto e dá aquele friozinho na barriga. E não é por menos, já que essa é uma das fases mais importantes da vida do seu filho. É lá que ele vai passar boa parte do tempo, interagir com outras crianças e descobrir o mundo de outra forma. Pensando neste momento desafiador, separamos as principais dicas que podem ajudar os pais a passarem pela adaptação escolar com os filhos. Confira a seguir. Como ajudar a criança a se adaptar à escola: 7 dicas importantes O processo de adaptação escolar representa uma situação nova e, por isso, pode gerar angústia para os pais e para o filho. Já que, muito provavelmente, será a primeira vez que estará, algumas horas longe da família. No entanto, não há porque temer esse momento, uma vez que será importantíssimo para desenvolvimento infantil, início da aprendizagem e autonomia da criança. O mais importante é que a mudança não seja brusca e que os pais conversem sobre a mudança antes que ela aconteça. Assim, fica mais fácil transformar o começo dessa nova jornada em algo especial. Para que ajudar a criança a se adaptar à escola, veja as dicas que separamos abaixo: Converse com a criança O segredo para a mudança não causar tanto medo é ter uma conversa bem antes dela acontecer. Nesse contexto, é explicar a importância da nova fase para o pequeno e todas as descobertas que ele vivenciará. Se puderem, é interessante levá-lo para conhecer a escola antes do início das aulas. E não esqueça de sempre demonstrar empolgação sobre esse novo momento. Adapte à rotina antecipadamente A rotina é um dos aspectos mais importantes da vida da criança. Isso porque ela representa algo que ele já está adaptado, é um lugar seguro e confortável. Quando a mudança acontece de uma hora para outra, vai gerar desconforto. Antes do início das aulas, você pode fazer a criança dormir e acordar mais cedo, de acordo com a jornada escolar, por exemplo. Assim, ela já vai se acostumando com a nova rotina. Envolva o pequeno nos preparativos O início da trajetória é um momento muito especial e deve ser encarado dessa maneira. À vista disso, além de visitar a escola, convide a criança para preparar a mochila e separar a roupinha que ela usará. Logo, o pequeno deve ficar bem animado com a nova rotina. Deixe a hora de dar tchau ser um momento especial A despedida é o marco central dessa ‘separação’. Quando os pais já vem conversando sobre a adaptação escolar com filhos, muito provavelmente, esse momento será mais leve. Mostre confiança e deixe claro que será apenas por algumas horas. Passe segurança Transmitir segurança é o ponto chave para ajudar a criança a se adaptar à escola. Aqui, é muito importante que os pais deixem a culpa e seus próprios medos de lado na hora de se despedir da criança. Demonstre interesse Além de sempre falar sobre a escola com ânimo, também é importante mostrar interesse pela nova rotina da criança. Como? Fazendo perguntas de como foi o dia dela e o que aprendeu de novo. Reaja a cada resposta com empolgação! Não associe ir à escola a algo negativo Essa dica vem para resumir e reforçar a mensagem: é preciso deixar claro que ir à escola é uma coisa positiva para a criança. Jamais trate a escola como um castigo por um mau comportamento, por exemplo. Em conclusão, destacamos que toda mudança gera desconfortos para os pequenos, e até mesmo para os adultos. Dessa forma, é importante que os pais se preparem para passar pela sua própria adaptação. Afinal, ficar longe do filho pode ser um momento difícil, pelo menos inicialmente. Se sentir preparado e confiante ajuda a criança a se adaptar à escola com mais facilidade. Ah, e não esqueça: a escola deve ser a sua grande parceira nesse processo.
Meu Filho Não Quer Ir à Escola – O Que Fazer?

A jornada escolar na infância representa um momento importante para as famílias e, claro, para os filhos. Porém, quando a criança não quer ir à escola, o desafio de adaptação se torna ainda maior. Pelo menos uma vez na vida, papais e mamães podem passar por essa situação. Nesse sentido, o pequeno pode demonstrar sua insatisfação de diversas formas: reclamar do sono, chorar, fazer birra ou não querer largar o abraço dos pais. Diante disso, o primeiro a fazer é entender os motivos pelos quais a criança está se comportando dessa maneira. Essa questão é completamente normal e pode ser tratada pelos pais por meio de algumas atitudes listadas neste artigo. Por isso, se você quer saber o que fazer quando o seu filho não quer ir à escola, continue a leitura. Entendendo os motivos por que a criança não quer ir à escola Não existe um único motivo para uma criança não querer comparecer às aulas. Mas, os “sintomas” desse comportamento costumam ser acessos de raiva e muito choro quando chega a hora de ir à escola. Quando essas manifestações começam a acontecer com frequência, ou todos os dias, é o momento de investigar as causas. Dito isso, podemos citar três motivos principais: Ansiedade pela separação O momento de ficar longe por algumas horas gera ansiedade não só para os pais, como também para os filhos. Ou seja, é algo natural e que costuma passar com a rotina e requer empatia. Mas, caso a ansiedade da separação continue, pode ser necessário ter acompanhamento psicológico. Carência de atenção Quando os pequenos estão carentes, crianças podem ter comportamentos manhosos, como não querer ir à escola. Isso é, na verdade, uma tentativa de chamar a atenção dos pais. É uma situação bem parecida quando os filhos sentem ciúme do irmão mais velho. Experiência negativa na escola Como qualquer outro ambiente, as crianças também podem estar passando por situações desagradáveis na escola. Desentendimento com os coleguinhas, dificuldades na aprendizagem e até mesmo o bullying escolar são motivos que desencadeiam a ansiedade. O que fazer quando o filho não quer ir à escola Como tudo na vida dos pais, não existe um manual que explique como convencer o pequeno a frequentar as aulas sem contratempos. Mesmo assim, ainda é possível tomar algumas atitudes na tentativa de tornar a situação mais fácil. A seguir, confira dicas importantes e saiba o que fazer quando o seu filho não quer ir à escola: Entenda os motivos Como você viu, existem algumas razões que levam a criança não querer participar das aulas. Entretanto, identificar a causa nem sempre é simples. Então, diante da dificuldade, o melhor a fazer é ter um acompanhamento com um psicólogo(a). Converse com a escola A grande parceira dos pais na adaptação escolar é a própria escola. Por isso, os pais não devem hesitar em procurar ajuda e orientação do colégio. Até porque, como já citado aqui, o medo da criança pode ter relação com algum fato que aconteceu no ambiente escolar. Não deixe que faltar a escola vire sinônimo de diversão Às vezes, quando o pequeno não quer ir à escola, ele pode dizer que está doente como argumento para ficar em casa. Isso porque acredita que diante dessa situação, terá a liberdade para se divertir e ficar em frente à TV o dia todo. Portanto, é importante deixar claro que quem está doente deve ficar de repouso, conforme a indicação do médico. Evite permitir atividades divertidas para não tornar o dia de faltar à escola mais atraente. Se precisar, busque ajuda profissional Quando o comportamento de querer faltar a escola se torna recorrente, é indicado procurar por assistência profissional. Em alguns casos, somente o olhar do especialista pode dar respostas claras aos pais e ajudar a solucionar o problema. Independente do motivo, converse sempre com a criança e tente deixar o momento mais tranquilo possível. Coloque nossas dicas em prática e não esqueça que a escola é a maior aliada nesse processo!Se você gostou desse post, não deixe de compartilhar com outros papais e mamães que também estejam passando por essa situação. Além disso, você também pode conferir outros conteúdos em nosso blog.
Como Os Pais Podem Ajudar No Desenvolvimento Da Fala?

Quando nascem, logo de cara os bebês se deparam com vozes. Aos poucos, eles se tornam capazes de entender o que as palavras querem dizer. E, então, inicia-se o desenvolvimento da fala. Nesta nova fase, não é preciso fazer muito, uma vez que esse processo acontece naturalmente. Contudo, existem algumas atitudes que ajudam no desenvolvimento da linguagem dos pequenos. Essas práticas são facilmente inseridas na rotina da família. E é sobre esse assunto que abordaremos neste artigo. Quer saber quais são as formas que os pais podem contribuir para o desenvolvimento da fala dos pequenos? Então é só continuar a leitura! 7 práticas que podem ajudam no desenvolvimento da fala É por volta dos 12 meses que o bebê começa a falar. Porém, neste momento, as primeiras palavras são muito simples, como ‘mama’ e ‘papa’. Além de imitar sons que ela já conhece, como ‘au-au’. A partir dos 2 anos, as palavras ganham verbos e se tornam frases, ainda bastante simplórias. Depois dos 3 anos, o pequeno já conseguem contar pequenas histórias e podem até cantarolar músicas. Esse processo de desenvolvimento vai até os 6 anos de idade, quando a criança já consegue falar quase sem erros. Ainda, o ganho de vocabulário segue por mais algum tempo. Diante disso, os pais podem adotar algumas práticas para ajudar no desenvolvimento da fala. As próprias experiências do dia a dia já ensinam bastante, mas podem ser potencializadas de algumas maneiras. Acompanhe: Pronuncie as palavras corretamente Evite falar em tom infantilizado, especialmente, na fase de desenvolvimento oral da criança. Prefira conversar com boa articulação e clara entonação. Assim, fica mais fácil para ela entender o que está sendo dito e repetir. Converse bastante Uma das melhores formas de trabalhar o desenvolvimento da fala é praticando. Pensando nisso, conversar é uma atividade simples e cotidiana, mas que ajuda muito! Todos os dias (ou quase), chame o seu filho para bater um papo descontraído sobre qualquer assunto que desejarem. Faça sinais Principalmente no início, os sinais contribuem e muito para o desenvolvimento da fala. Desde pequeno, comece a combinar palavras com sinais. Sempre que ele for se despedir de alguém, ensine a dizer “tchau” e abane com as mãos. E assim por diante em outras situações cotidianas, como dormir e comer. Dessa maneira, é mais simples para eles entenderem o significado das palavras. Leia em voz alta Contar histórias é sempre uma ótima atividade. Ler em voz alta desperta a vontade de falar e ainda contribui para a ampliação do vocabulário. Além de aprimorar a fala, prepara a criança para a introdução à leitura e estimula a imaginação. Como eles ainda são bem pequenos, prefira livros adequados para a idade e que tenham figuras, a fim de tornar o momento mais atrativo. Utilize música Assim como a literatura, a música é uma grande aliada do desenvolvimento e aprendizagem das crianças. Canções infantis possuem rimas fáceis que os pequenos conseguem acompanhar sem grandes dificuldades. Por isso, coloque músicas e incentive o seu filho a cantar junto. Reforce e corrija a fala Sempre que o pequeno pronunciar palavras de maneira errada, corrija-o repetindo o termo corretamente e com bastante clareza. Nesse sentido, é importante que o tom seja carinhoso e amigável. Logo, seu filho fixará melhor a pronúncia das palavras e saberá falar do jeito certo. Incentive o pequeno a falar O segredo para fazer a criança falar mais é questionando-a sobre as coisas. Isto é, faça perguntas. Mesmo que, inicialmente, sejam respostas curtas e monossilábicas. Aos poucos as questões podem exigir respostas mais complexas. E, em breve, ela estará falando naturalmente. Aqui, importante é ressaltar que, em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da fala, o melhor a fazer é consultar um fonoaudiólogo. Esse profissional ajuda pessoas a se comunicarem melhor, desde a linguagem oral até a escrita e leitura. Por fim, o estímulo ao desenvolvimento da linguagem na infância pode ser feito por ações simples e cotidianas. Mesmo antes dessa fase, papais e mamães devem criar a rotina de sempre conversar com os filhos. Sem, necessariamente, esperar por uma resposta. Esperamos que você coloque essas dicas em prática e, logo logo, seu pequeno já estará pronunciando as primeiras palavras.