Dicas De Filmes Educativos Para Assistir Com As Crianças

Dicas De Filmes Educativos Para Assistir Com As Crianças

Filmes educativos são ótimas ferramentas para entreter as crianças ao mesmo tempo que propõem reflexões. Mais do que entretenimento, este tipo de conteúdo é capaz de ensinar lições importantes, inclusive, para a vida adulta. Afinal de contas, o cinema é um poderoso meio de comunicação para o processo de aprendizagem. Isso porque desperta a emoção, amplia o conhecimento e abre um olhar mais crítico sobre situações cotidianas. Além de educar, ainda proporciona um momento de diversão em família. Pensando nisso, listamos as obras cinematográficas essenciais para assistir com os filhos. Então, prepare a pipoca e venha conferir a lista dos melhores filmes educativos!  Por que assistir filmes educativos com crianças? Literatura, música e cinema são formas de arte também capazes de educar. Muitas das obras cinematográficas, ainda que sejam de ficção, são inspiradas em situações da vida. E os filmes destinados ao público infantil tem o poder de entreter os pequenos. Por que não combinar a diversão com o aprendizado? Ou seja, o principal benefício é oferecer um entretenimento de qualidade aos filhos. Em uma única sessão, a criança vivencia várias etapas do amadurecimento humano, por meio das experiências dos personagens. Tudo isso amplia as percepções dos pequenos sobre o mundo ao seu redor. E o mais legal de tudo isso é fazer uma roda de conversa para que todos possam expor suas reflexões sobre o filme.  5 melhores filmes educativos para assistir com os filhos Agora que você já sabe por que assistir filmes educativos com as crianças, confira a nossa lista com as principais obras cinematográficas infantis. Para saber se uma produção é adequada para a idade, lembre-se de sempre conferir a classificação indicativa. Na nossa lista, todos os filmes têm indicação livre. Veja a seguir: Wall-e (2008) Quando falamos em filmes para crianças, este já se tornou um clássico. Em Wall-e, um simpático robozinho vive em 2700, em um mundo repleto de lixo e sozinho, uma vez que a Terra se tornou imprópria para a vida. Seu trabalho é compactar e organizar toda essa sujeira. Por outro lado, os seres humanos ainda vivem, mas em uma estação espacial onde a vida é totalmente sedentária. Gênero: animação, ficção científica. Duração: 1h40min. Sobre o que conversar: importância de cuidar do planeta, reciclagem, sustentabilidade. Divertida Mente (2015) Esta animação nos convida para acompanhar a vida e as emoções de uma pequena menina, chamada Riley, que está mudando de cidade. Dentro da sua mente, o espectador conhece cinco emoções: raiva, medo, alegria, nojo e tristeza. A partir daí, refletimos sobre a importância do cérebro e dos sentimentos para a nossa vida. Gênero: animação, comédia. Duração: 1h35min. Sobre o que conversar: importância das emoções, controle emocional. Up – Altas Aventuras (2009) Nesta obra, conhecemos a história de Carl Fredricksen, um vendedor de balões que está prestes a perder a casa em que mora. O senhorzinho sonha em viver no Paraíso das Cachoeiras, um desejo sonhado com a sua esposa já falecida. Tudo muda quando ele conhece Russell, um menino escoteiro e os dois partem para uma aventura nas alturas. Gênero: animação, comédia dramática. Duração: 1h35min. Sobre o que conversar: respeito aos mais velhos, persistência nos sonhos. A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005) Mais um clássico dessa lista, esta obra possui uma versão mais antiga de 1971. Neste remake, acompanhamos a história de Charlie, um menino que vive em uma casa simples com sua família. Até que um dia ele é convidado, acompanhado de outras crianças de classes sociais diferentes, para visitar a fábrica de chocolates de Willy Wonka. Gênero: comédia, fantasia. Duração: 1h55min. Sobre o que conversar: consequência das atitudes, diferenças sociais. Soul (2020) O mais recente filme educativo desta lista propõe reflexões importantes sobre o sentido da vida para crianças e adultos. Soul conta a jornada de Joe Gardner, um professor de Jazz que está tentando reconectar a sua alma ao corpo. Gênero: animação, Duração: 1h40min. Sobre o que conversar: sentido e o fim da vida, sentimentos humanos.  Em resumo, vimos que os filmes educativos ensinam importantes lições de vida, não só para crianças, como até para os adultos. A partir de reflexões sobre temas essenciais, criamos cidadãos mais conscientes sobre a sociedade e o planeta.

Como Pedir Desculpas Aos Filhos?

Como Pedir Desculpas Aos Filhos

Os pais são os principais responsáveis por ensinar valores importantes às crianças. No entanto, nem sempre pedir desculpas aos filhos é uma tarefa fácil. Assumir os erros pode ser um tanto quanto delicado, mas é fundamental para ensiná-los sobre empatia. Cometer equívocos, como erguer a voz mesmo sem querer, faz parte das relações humanas, assim como reconhecê-los. Afinal, se eles enxergam os pais como os seus modelos, o melhor a se fazer é dar um bom exemplo. Se você já sentiu ou percebeu que precisa pedir desculpas ao seu filho, este post foi feito para te ajudar. A seguir, entenda como e porque ter essa conversa com o seu pequeno é tão importante. Vamos lá? Por que pedir desculpas aos filhos? Errar, chorar e se arrepender são coisas que fazem parte da vida de todo mundo, independentemente da idade. No entanto, alguns pais podem ter um certo receio ao demonstrar qualquer fragilidade na frente dos filhos. Para desmistificar essa ideia, é necessário entender que o pedido de desculpas não reduz a autoridade, muito menos diminui o seu papel como pai ou mãe. Muito pelo contrário, é uma atitude que será certamente admirada pelo seu filho conforme ele amadurecer. Isso porque os pais são os maiores e melhores exemplos. Ou seja, suas atitudes dizem mais do que qualquer teoria. Assim como ensiná-las a lidar com a frustração, o pedido de desculpas vem como mais uma importante lição para o desenvolvimento emocional. Em suma, mostra como suas próprias ações refletem nas outras pessoas. Abaixo, confira 3 motivos porque faz bem pedir desculpas aos filhos: Ensina sobre empatia O poder de se colocar no lugar do outro é indispensável nas relações sociais. Por isso, saber pedir desculpas é um poderoso ensinamento para a vida. Esta lição pode ajudar, por exemplo, a passar por uma situação de conflito com um colega com mais leveza. Mostra que ninguém é perfeito A maior dificuldade dos pais nesse processo é o medo de quebrar a imagem de autoridade perfeita. Contudo, é importante se desprender dessa figura sem defeitos. Mais do que aprender sobre falhas, eles entendem que podem conversar com os pais sobre seus erros. Desperta a consciência sobre as próprias ações A capacidade de entender como suas ações atingem outras pessoas é outro ponto fundamental da socialização. Ao se deparar com uma situação similar, ele se lembrará como pode magoar o outro. Saiba como fazer um pedido de desculpas ao seu filho Agora que você já entende a importância de reconhecer um erro diante das crianças, deve se preocupar em como fazê-lo. Aqui, é importante destacar que a maneira de pedir desculpas aos filhos depende da idade dele. Com os menorzinhos, a aproximação funciona melhor quando acompanhada de afeto através do abraço do que um diálogo prolongado. Não existe um texto pronto para ser dito, mas existem alguns passos que podem tornar o caminho mais fácil. Confira: Dê um tempo O intervalo para pensar é importante para você e para o pequeno. Quando estamos com a cabeça cheia, fica difícil encontrar as palavras certas. E, nos momentos de tensão, nem sempre o outro lado quer ouvir o que temos a dizer. Por essa razão, dê um tempo para si mesmo e reflita. Isso também o ajudará a encontrar as palavras certas. Reconheça o seu erro Independente do motivo, o pedido de desculpas parte da reflexão dos próprios equívocos. Nesse sentido, inicie a conversa reconhecendo onde errou e dizendo que sente muito pelo ocorrido. Você pode, inclusive, comentar sobre como foi esse processo de reconhecimento. Não é preciso preparar nenhuma recompensa, apenas dar atenção ao pequeno. O importante é mostrar que qualquer pessoa pode cometer erros. Exercite a empatia Lidar com um possível descontrole é um desafio, até porque o cérebro das crianças ainda está em desenvolvimento. Isto é, elas não têm controle sobre seus impulsos. Assim, é essencial encarar a situação com calma e paciência.  Em conclusão, saiba que os pais não precisam ser perfeitos. Lembre-se que não é questão de perder autoridade, mas de demonstrar respeito. Além disso, você o ensina sobre a empatia. Afinal de contas, se o pequeno vê em você um modelo a ser seguido e, porque não, dar o melhor exemplo?

Como Falar Sobre Os Perigos Da Internet Com As Crianças?

Como Falar Sobre Os Perigos Da Internet Com As Crianças

Na era digital, um dos maiores desafios dos pais tem sido falar com as crianças sobre os perigos da internet. E, se a tecnologia na infância é uma realidade da qual não há mais como fugir, o melhor a fazer é ensinar os pequenos a utilizá-la com segurança. Hoje, 44% das crianças de 0 a 3 anos não têm smartphone, mas utilizam o aparelho dos pais, segundo o Panorama Mobile Time/Opinion Box. Outros 12% já possuem o próprio celular. Ou seja, mais da metade delas têm acesso à internet. Apesar desses aparelhos eletrônicos terem como objetivo o entretenimento, nem sempre oferecem a segurança necessária para os pequenos. Diante disso, nossa missão é ajudar você a proteger o seu filho dos perigos da internet. Acompanhe a seguir! 5 dicas de como proteger as crianças dos perigos da internet Nascidos a partir da geração Z e, principalmente da Alpha, conhecem muitas coisas mundo através da internet. É aí que entra a dualidade dos tempos modernos. Enquanto a tecnologia facilita o acesso a entretenimento e diversão, ela oferece riscos às crianças. Afinal de contas, no meio digital há muitas pessoas com más intenções querendo se aproveitar dos pequenos. Nesse cenário, pais podem encontrar maneiras de proteger seus filhos, sem precisar proibir o uso dos aparelhos. Basta restringir alguns acessos e saber conversar sobre os perigos da internet com as crianças. Pensando nisso, listamos 5 orientações fundamentais para navegar no meio virtual com mais segurança. Olha só: 1. Defina permissões Quando o assunto é internet, estabelecer limites e monitorar de perto é fundamental para um uso mais seguro. As permissões variam conforme a idade, tal como definir quando ela estará pronta para usar as redes sociais ou ter o próprio celular. A maioria das redes sociais, como Instagram, Facebook e YouTube, só permitem que pessoas acima de 13 anos criem perfis. Porém, o YouTube Kids é uma versão da plataforma de vídeos mais segura para crianças. Aqui, é interessante estabelecer o tempo diário de tela das crianças. 2. Instale filtros de segurança Dispositivos eletrônicos desprotegidos estão suscetíveis a invasão de softwares maliciosos que podem danificar os aparelhos. Por isso, antes de entregar um desses para a criança, é bom contar com um antivírus instalado, bem como filtros de segurança. Alguns navegadores, como o Google Chrome, oferecem extensões de “pesquisa segura” nas configurações. Assim, ao realizar buscas, qualquer conteúdo inadequado já é filtrado automaticamente. 3. Monitore o uso da internet O monitoramento dos pais quanto ao uso da tecnologia é importante em todas as idades. Nesse contexto, é sempre bom estabelecer um diálogo e conversar com os pequenos sobre o que eles têm acessado na internet.  Demonstre interesse pelos conteúdos que consomem, faça perguntas. Assim, você consegue monitorar com mais facilidade. 4. Fale sobre prevenção ao bullying Infelizmente, a internet também abre espaço para ofensas no meio virtual, o chamado cyberbullying. Nesse sentido, o caminho é facilitado já que, muitas vezes, é possível se esconder no anonimato. Assim, se faz indispensável falar sobre prevenção ao bullying. Mostre a importância do respeito e de não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem com você. Afinal, por trás de cada tela também existe uma pessoa. 5. Dê opções de entretenimento segura para crianças Melhor do que deixá-las navegar livremente pela internet, é sugerir opções seguras de diversão. Nessa ideia, você pode deixar preparado alguns aplicativos focados no público infantil, como jogos e plataformas de vídeo. É dessa forma que não se abre espaço para a curiosidade dos pequenos. Como falar sobre os perigos da internet com os filhos? O mais importante é criar um ambiente seguro para que a criança se sinta à vontade para falar sobre o assunto. Caso sintam que podem ser punidas, essa conversa dificilmente acontecerá por iniciativa delas. Por isso, o diálogo precisa ser sempre em tom amigável, buscando demonstrar interesse pelo que elas consomem. Explique que na internet existem pessoas que fingem ser outras, por isso, elas não devem conversar com estranhos. Com essas dicas, fica mais fácil falar e proteger as crianças dos perigos da internet. Assim, o seu filho poderá aproveitar as opções de entretenimento com mais segurança.

Meu Filho Não Dorme: O Que Fazer? Veja Nossas Dicas!

Meu Filho Não Dorme O Que Fazer Veja Nossas Dicas!

Meu filho não dorme bem e não sei mais o que fazer! Se você está vivendo este momento, saiba que muitos outros pais enfrentam a mesma situação. Pois é, mas a boa notícia é que essa privação do sono é só mais uma das fases que seu filho vai passar. No entanto, enquanto a interrupção de sono não é superada, as famílias podem adotar medidas para tornar o processo mais tranquilo. Aliás, uma boa noite de sono é essencial para os pequenos, uma vez que precisam descansar para crescer com saúde. Por isso, se você está passando por noites em claro, listamos alguns motivos pelos quais o seu filho tem dificuldades para dormir e dicas para ter um sono mais tranquilo. Acompanhe! Motivos por que seu filho não dorme Cada nova fase da criança é uma caixinha de surpresas. Enquanto no começo, eles dormem por horas, em contrapartida, conforme vão crescendo, a regularidade desse sono muda. É aí que os pais enfrentam problemas para fazer seus filhos dormirem. Na verdade, tanto um recém-nascido quanto uma criança maior podem acordar várias vezes durante a noite. Porém, quanto eles ficam mais velhos, os hábitos e a rotina tem grande influência na interrupção do repouso. Especialistas acreditam que a partir dos 6 meses de idade um bebê já consegue dormir a noite toda. Isso porque a introdução alimentar permite uma maior saciedade que dura por mais horas. Ou seja, diminuem as chances do filho acordar por conta da fome. Com um ano, o período de descanso por ser ainda mais longo, indo até 10 horas. Porém, as etapas do crescimento da criança podem afetar a regularidade do sono. Como, por exemplo, a fase de dentição. Muitas vezes, o filho já estava até habituado à sua rotina noturna, acordando os pais cada vez menos. Mas, de repente, esse comportamento muda e a criança regride, passando por dificuldades para dormir. Um dos motivos está relacionado com o crescimento dos primeiros dentinhos, que causa incômodo e é bem desconfortável para o bebê. Outras razões pelas quais o filho não dorme inclui uso de aparelhos eletrônicos, iluminação excessiva e atividades agitadas durante a noite. Contudo, o principal motivo é a falta de rotina noturna. Dicas para pais e filhos terem uma noite de sono mais tranquila Quando uma criança não dorme bem, além de prejudicar o seu desenvolvimento, é provável que ela fique irritada e chore com mais frequência. A seguir, confira orientações para ajudar o seu filho a dormir melhor. Vale ressaltar que este post pode ajudar, mas não substitui a importância de uma consulta com o pediatra. Dito isso, vamos às dicas! Estabeleça uma rotina noturna Como vimos, não ter uma rotina noturna adequada é o principal motivo do sono desregulado. Isso quer dizer que é importante que o filho durma e acorde nos mesmos horários, respeitando a quantidade de horas de sono. Evite o uso de eletrônicos à noite Televisores, celulares e quaisquer outras telas contribuem para deixar os pequenos ainda mais agitados. Isso acontece porque a luz inibe a produção de melatonina, um dos hormônios responsáveis pela promoção do sono. Por isso, assim que o céu escurecer, evite deixar a criança usar eletrônicos e proponha atividades mais tranquilas, como a leitura. Deixe o ambiente mais agradável Muitas crianças não pegam no sono fácil pelo simples medo de dormir. Dessa forma, é indicado utilizar abajures com luz amarela a fim de criar um clima mais agradável e favorável ao sono. O ideal é um espaço não muito claro, nem muito escuro. Caso o sol bater próximo à cama, considere o uso de cortinas blackouts. Ajude a criança a pegar no sono sozinha Em um primeiro momento, quando o seu filho ainda não dorme sozinho, pode-se deitar na cama com ele. Depois de um tempo, os pais podem somente se sentar na beirada da cama. Mais alguns dias, espere a criança dormir acomodada em uma cadeira. E assim por diante. Com bons hábitos noturnos e uma rotina mais tranquila, as chances do pequeno dormir a noite toda são maiores. Tenha paciência e invista nas dicas que listamos neste post. Assim, o seu filho terá toda energia que precisa para se desenvolver com saúde.

Como Ensinar Educação Financeira Para Crianças

Como Ensinar Educação Financeira Para Crianças

Várias coisas que aprendemos na infância refletem na vida adulta. Justamente por isso, ensinar educação financeira para crianças é tão importante. Sendo assim, falar sobre finanças também é assunto dos pequenos. Educar financeiramente alguém não é somente falar para não gastar mais do que ganha, mas ensinar também sobre planejamento financeiro. Por isso, papais e mamães, em parceria com a escola, devem incentivar a responsabilidade sobre o dinheiro. Neste artigo, explicaremos porque ensinar educação financeira para crianças e, principalmente, como fazer isso. Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura a seguir. Por que ensinar educação financeira para crianças? Foi-se o tempo que falar sobre economia e finanças era assunto de gente grande. Isso porque, quando se aprende a ter responsabilidade com o dinheiro, o futuro financeiro tende a ser mais consciente. Na prática, significa adolescentes e adultos que sabem gastar bem a sua remuneração, pagam as contas em dia e se planejam para não passar apertos. Tudo isso, é claro, deve ser ensinado de uma maneira que faça sentido conforme a idade. Nesse sentido, tanto as famílias quanto a escola devem influenciar positivamente as crianças sobre o valor do dinheiro, para levarem a lição durante a vida adulta. Assim, criamos adultos mais responsáveis, que sabem planejar e investir. Mas, de que forma abordar a educação financeira com os pequenos? É o que veremos no próximo tópico. Como falar sobre educação financeira com as crianças? Uma das formas de começar a introduzir a importância de cuidar do dinheiro é por meio da mesada. Mas, independentemente da criança receber pagamentos ou não, falar sobre educação financeira permanece fundamental. Para isso, listamos 5 passos para ensinar sobre educação financeira na infância. Confira: Dê um cofrinho e ofereça pagamentos Que tal começar presenteando o pequeno com um cofrinho? Esse objeto servirá como um local seguro para guardar o dinheiro, bastante similar ao que conhecemos como banco. E isso não se restringe apenas às crianças mais velhas. Os pequenos podem começar a guardar moedinhas mesmo com pouca idade. Porém, devido a impulsividade, é importante não oferecer muito dinheiro inicialmente para as mais novas. Depois é só definir a frequência dos pagamentos, se será mesada, quinzenal ou semanal, e deixar filho ciente dessa periodicidade. Assim que entregar o cofrinho, converse com a criança e decidam juntos uma data para resgatar o dinheiro. Estimule metas de curto e médio prazo Da mesma forma que na vida adulta, crianças também podem estabelecer metas para comprar aquilo que desejam. Então, quando ela receber o primeiro pagamento, ensine-a sobre a importância de poupar a grana para conquistar algum objetivo. Além disso, deixe bem claro como as metas funcionam. Se uma criança deseja um brinquedo que custa R$ 50 e ela recebe uma semanada de R$ 10, significa que levará ao menos 5 semanas para atingir o valor, se guardar todo dinheiro que recebeu. Se for preciso, faça uma espécie de planilha, nem que seja à mão, para que ela sempre possa consultar quanto falta para alcançar a meta. Ofereça literatura sobre educação financeira Os livros são excelentes instrumentos de ensino para as crianças em diversos assuntos. E as finanças não ficam de fora. Por esse motivo, além de todos os ensinamentos desta lista, possibilite literatura infantil sobre educação financeira. Opções de obras não faltam, mas podemos citar algumas, como: “Dinheiro compra tudo? – Educação financeira para crianças”, de Cássia D’Aquino; “Almanaque maluquinho: Pra que dinheiro?”, de Ziraldo Alves Pinto; “Crise financeira na floresta”, de Ana Paula Hornos; “Meu dinheirinho”, de Carlos Eduardo Freitas Costa e Fabrício Pereira Soares. Incentive a doação Ensinar educação financeira para as crianças também diz respeito sobre a solidariedade e educá-las para saber a importância de doar. Isso significa incentivar os pequenos a passar adiante brinquedos, roupas e objetos que não tem mais serventia e ficam parados. Promova a reflexão Todas essas atitudes que listamos acima podem ser unidas em um objetivo final: promover a reflexão da criança sobre o dinheiro. Por isso, se o pequeno gastar todo o dinheiro ou quiser muitas coisas ao mesmo tempo, é o momento de conversar sobre as metas. Saber abdicar e ter prioridades é indispensável. Somente assim educação financeira será efetiva para as crianças.

Brincadeiras Para Incentivar a Alfabetização

Brincadeiras Para Incentivar a Alfabetização

Desde o nascimento, crianças são cercadas de palavras até que finalmente aprendem a falar. É nesse momento que elas começam a alfabetização e as brincadeiras para incentivar este processo são fundamentais. Antes mesmo dos pequenos iniciar sua jornada escolar, um novo mundo é descoberto com o reconhecimento das primeiras letrinhas. Em seguida, aprender a ler e a escrever ampliam mais os seus horizontes. Cada criança tem o seu ritmo, mas as brincadeiras para incentivar a alfabetização podem ser aplicadas em todas as fases. Dito isso, entenderemos melhor sobre o assunto abaixo. Acompanhe o post! Como as brincadeiras incentivam a alfabetização? Antes de mais nada, é importante saber que não existe uma idade certa para a criança dominar a leitura e escrita. Nesse sentido, é por volta dos seis anos que elas começam a ser introduzidas ao processo sistemático de alfabetização na escola. Ali, o pequeno aprende a ler, escrever suas primeiras palavras e a interpretar os textos por meio de exercícios e atividades adequadas para a sua idade. Entretanto, esse caminho pode ser iniciado bem antes, a partir dos dois anos. Assim, no próprio ambiente familiar, a criança pode ser estimulada com atividades lúdicas. As brincadeiras proporcionam o início da alfabetização e as preparam melhor para iniciar o processo sistemático escolar de maneira mais efetiva. São letras que se unem para formar sílabas que, por sua vez, se juntam para formar palavras. E assim por diante. Ou seja, tudo isso faz parte de um aprendizado gradual que pode ser incentivado desde cedo. 7 brincadeiras para incentivar a alfabetização Por se tratar de um processo contínuo, a participação da família é essencial. Quanto mais incentivo a criança tiver, mais rápido e melhor ela aprenderá. Dessa forma, as brincadeiras citadas a seguir podem ser feitas tanto em casa quanto na escola. Veja: 1. Contação de histórias Uma atividade simples, mas que faz diferença na alfabetização. Papais e mamães podem ler livros para incentivar a leitura e aumentar o vocabulário, além proporcionar um momento especial em família. Uma boa ideia é pedir para a criança acompanhar a história com os dedinhos embaixo de cada palavra. Assim, ela se sentirá mais familiarizada com a leitura. 2. Modelagem de letras Por que não combinar a alfabetização com a coordenação motora? Nesta atividade, os pais escrevem as letras em caixa alta e as crianças utilizam materiais modeláveis para replicar as formas. Fios de lã, palitos de sorvete e massinha de modelar são alguns dos materiais que podem ser usados nesta atividade. 3. Rima Se divertir enquanto aprende é o melhor jeito de desenvolver alguma habilidade. E as rimas proporcionam justamente isso. Nesse aspecto, a rima é a consciência e o reconhecimento de semelhança do som final de uma palavra com outra: gato, rato, pato. Assim, será facilitado o processo da escrita e a identificação de sílabas, bem como melhora a dicção. Além disso, temos certeza de que essa brincadeira arrancará boas risadas das crianças. 4. Jogo da forca Uma brincadeira clássica e que tem tudo a ver com alfabetização. Basta escolher uma palavra secreta, contar a quantidade de letras e pedir para a criança adivinhá-la. A cada erro, uma parte do corpo é desenhada. O seu principal objetivo é que o pequeno identifique as letras que compõem uma palavra antes de formar o corpo completo. 5. Jogo da memória A memorização é um processo bem importante na alfabetização. Nessa atividade, os pais escolhem objetos e frutas que os filhos gostam, recortam desenhos e escrevem a palavra correspondente. Assim, criam o jogo da memória da alfabetização.  6. Rolinho de sílabas Para quem gosta de criar coisas diferentes, aqui vai uma ótima brincadeira. Com um rolo de papel higiênico ou papel toalha, faça uma roleta de palavras com duas sílabas. Aprenda a montar essa atividade aqui. 7. Dominó da leitura Funciona basicamente da mesma forma que um dominó normal. A diferença é que ao invés dos pontinhos, as extremidades terão imagens e palavras correspondentes a essas imagens.  Em síntese, a alfabetização é um dos momentos mais importantes do desenvolvimento infantil. Neste novo mundo, dá para incentivar o aprendizado de forma lúdica. Com essas brincadeiras, o processo de reconhecimento das palavras será muito mais divertido.

Como Ajudar as Crianças a Lidar Com a Frustração?

Como Ajudar as Crianças a Lidar Com a Frustração

Você já se perguntou por que nos sentimos frustrados? É algo que todo mundo sente pelo menos algumas vezes na vida, inclusive, na infância. Diante disso, ajudar as crianças a lidar com a frustração pode acabar sendo uma tarefa um pouco complicada para os pais. Afinal, como fazer as crianças aprenderem a lidar com as decepções da vida? A resposta para esta pergunta não só ajudará o pequeno a se desenvolver melhor, como também o educará para ser um adulto mais maduro emocionalmente. Por isso, se você já se deparou com alguma situação assim com o seu filho, veio ao artigo certo. Acompanhe a leitura e entenda como ajudá-lo a lidar com a frustração. O que é frustração e como ajudar as crianças a lidar com ela? Segundo o dicionário Priberam, a frustração é um “sentimento de insatisfação ou de contrariedade, geralmente causado pela não concretização de um desejo, de uma expectativa, de uma necessidade ou de um objetivo”. A verdade é que por mais que a frustração pareça um sentimento negativo em um primeiro olhar, ela é bem mais profunda. Se frustrar é importante porque se ficarmos satisfeitos com tudo, jamais sairemos da zona de conforto e não seremos impulsionados para novas descobertas. Se não tomarmos algumas atitudes em momentos de frustração, não estaremos preparados para os desafios da vida. E tudo isso também se aplica às crianças. Após os dois anos de idade, os pequenos serão seres pensantes e começarão a entender que todas as suas ações geram consequências. E, no meio disso, nem sempre tudo sai como eles querem. Não ter ganhado uma competição na escola ou simplesmente não estar pronto para deixar para trás as rodinhas da bicicleta. Esses são só exemplos de situações que podem frustrar uma criança e deixá-la chateada. No entanto, todas essas circunstâncias podem ser enxergadas como oportunidades de aprendizado pelos pais. Ao lidar com a frustração, as crianças criam uma espécie de força interna que ajuda a superar o momento. No futuro, elas enfrentarão situações decepcionantes da vida adulta com maturidade e serão movidas pela resiliência. Por todos esses motivos, não se deve tentar impedir uma criança de se sentir frustrada.  4 práticas para ajudar crianças a lidar com a frustração Se deparar com a frustração é algo que não se pode evitar, lidar com ela é a melhor opção. Na rotina diária, são pequenas e simples ações que fazem toda a diferença. Veja só algumas delas para você aplicar no dia a dia: Não faça mais drama O primeiro passo para ajudar crianças a lidar com a frustração é não dramatizar ainda mais a situação. Assim como você gostaria que seu filho lide com isso de maneira madura, você deve ter a mesma postura. Nesse sentido, ser empático é a melhor atitude. Dê apoio para a criança Se o pequeno estiver chorando, evite dizê-la para parar de chorar. Ao invés disso, dê um abraço confortável e acolhedor. Depois, escute o que ela tem a dizer. Isso é muito importante para mostrar ao pequeno que tem alguém para apoiá-lo ao seu lado. Assim, ele se sentirá seguro e amado. Mostre as soluções Após ouvir a criança, outro passo essencial é guiar a conversa para mostrar que existe solução. Se puder, conte alguma história semelhante e explique como você conseguiu superar um momento de frustração. Essa atitude é fundamental para mostrar ao filho que todos os problemas podem ser resolvidos com tranquilidade. Explique e ensine sobre frustração Não ignore a situação ou tente distraí-la falando sobre outros assuntos. Veja a situação como uma oportunidade para explicar sobre frustração e ajudar a criança a lidar com ela. É importante que os filhos entendam que ganhar e perder faz parte da vida. E quando eles passam por essas situações, devem olhar para elas e entender o que pode ser melhorado. Amar os filhos tem muito a ver com a vontade de protegê-los de todo o mal. Entretanto, é preciso deixá-los vivenciar algumas experiências, mesmo que sejam difíceis, para que eles se tornem adultos preparados para a vida. Mesmo assim, as experiências negativas podem ser encaradas com amor e empatia. Dessa forma, se tornam um pouco menos difíceis.

A Síndrome de Down e o Processo Educacional e Social

A Síndrome de Down e o Processo Educacional e Social

A educação e socialização é fundamental e faz parte da vida de todas as crianças, inclusive, aquelas com síndrome de Down. Sendo assim, a escola que é inclusiva e preparada colabora para pessoas desenvolvidas em todas as suas capacidades, bem como uma sociedade mais diversa. No Brasil, as estimativas apontam 1 criança com a condição a cada 700 nascimentos, conforme a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Sendo assim, o número total pode chegar a aproximadamente 300 mil pessoas com síndrome de Down no país. No entanto, crianças com síndrome de Down não são iguais. Cada uma tem as suas características únicas. Além disso, elas podem sentir, se desenvolver e alcançar excelentes níveis de aprendizagem, assim como qualquer outra criança. Porém, quando falamos em síndrome de Down, os pequenos possuem algumas necessidades específicas, como um ritmo de aprendizagem um pouco mais lento. O que requer não só a atenção dos pais, como também dos professores e equipe pedagógica. A síndrome de Down e o processo educacional A síndrome de Down, também chamada de trissomia do cromossomo 21, é uma condição genética associada à deficiência intelectual, portanto, não se trata de uma doença. Apesar de suas necessidades específicas, toda criança com síndrome de Down é capaz de frequentar a escola normalmente e se desenvolver em todos os aspectos. Afinal de contas, independentemente de ter uma deficiência ou não, toda criança tem o direito de frequentar o ensino regular. O que é necessário, contudo, é entender que o aprendizado para pessoas com síndrome de Down acontece em um processo educacional mais lento. Por isso, ao conhecer essas características específicas, é possível adaptar a maneira de ensinar para tornar a educação mais inclusiva. Isso quer dizer que a escola precisa ter um plano pedagógico que leve em conta essas necessidades. Tudo parte de um conceito simples aplicado para todos os alunos: conhecer os potenciais para explorá-los e estar ciente das dificuldades para ajudá-lo. Até porque várias crianças podem ter síndrome de Down, mas todas elas terão suas personalidades e características únicas. No processo educacional, um exemplo claro de adaptação é a utilização da linguagem visual mais objetiva. Dado que as crianças reagem melhor aos estímulos visuais. Além disso, a repetição é outro aspecto importante que deve ser incluído na aprendizagem. À vista que a memorização dos conteúdos muitas vezes se dá pela repetição deles. A síndrome de Down e a socialização A escola, além de ser um lugar de aprendizado, é onde a criança começa as primeiras interações sociais fora de casa. Por isso, cumpre um papel imprescindível na socialização de todos os seres humanos, em especial, aqueles com síndrome de Down. Nesse contexto, o professor tem um papel muito importante para promover, além do processo educacional, as interações com outras crianças. Sendo assim, a afetividade na aprendizagem é de grande importância. Cabe ao educador criar oportunidades de socialização entre os pequenos, como nas atividades feitas em grupo. Dessa forma, fica muito mais fácil alunos com síndrome de Down se desenvolverem emocionalmente e socialmente. Conviver com a diversidade e promover a inclusão é importante não só para as crianças com a síndrome, como também para as que não possuem. Isso porque é a oportunidade para criar cidadãos melhores, no qual o respeito é a base para a socialização. Neste processo, todos saem ganhando. Crianças com síndrome de Down e a inclusão nas escolas Além da família, todas as crianças precisam do apoio da escola para se desenvolver. E isso, é claro, também diz respeito às crianças com síndrome de Down. A inclusão vai muito além do acesso à educação. Nesse aspecto, o processo educacional e social é favorecido em uma escola que se preparou para receber o aluno com suas necessidades específicas. Essa preparação tem muito a ver com o investimento de formação continuada para os professores voltada para a inclusão na sala de aula. Somente o conhecimento cria um ambiente escolar pronto para receber alunos com síndrome de Down. Além do estudo, as instituições de ensino devem contar com um plano pedagógico dinâmico e apropriado para a inclusão. Em conclusão, todas as atividades e ações devem sempre estar alinhadas com a promoção do respeito.

Boletim Nutricional – Obesidade Infantil

Obesidade Infantil

A Obesidade, de uma forma geral, é uma doença caracterizada pelo excesso de gordura no corpo. A Obesidade Infantil já é considerada uma Epidemia no Brasil, atualmente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), este excesso de gordura pode apresentar danos à saúde e como consequência levar a criança desenvolver doenças como diabetes, hipertensão, distúrbios respiratórios e diminuição do hormônio do crescimento. Nos últimos anos, tem se observado um aumento considerável de crianças diagnosticadas com obesidade. Fatores como hábitos alimentares errados, estilo de vida sedentária, alterações psicológicas, intercorrências no convívio familiar; podem levar ao um aumento da ingestão dos alimentos levando a obesidade. Devemos prevenir a Obesidade Infantil através das orientações sobre a alimentação desde a Introdução Alimentar, que ocorre em torno dos seis meses de vida. Sempre priorizar alimentos naturais ao invés de alimentos ultra-processados, ingerir bastante água, ter uma alimentação variada e colorida.  Importante ressaltar que apenas a alimentação balanceada e nutritiva não são o suficiente para combater a obesidade; mas associada a atividade física de forma regular, ter um sono com boa qualidade, podemos obter bons resultados para combater a Obesidade. Ana Carolina P. Manfré Nutricionista

Por Que a Escola Infantil é Importante Para a Alimentação?

Por Que a Escola Infantil é Importante Para a Alimentação

Você já se perguntou qual é o papel da escola infantil na alimentação do seu filho? O colégio é um dos lugares mais importantes para a criança por inúmeros motivos. É lá que ela vai se desenvolver, socializar com outras crianças e aprender sobre alimentação saudável. Afinal, comer bem é algo que deve fazer parte do dia a dia dos pequenos, seja em casa ou na instituição de ensino. Mas, principalmente, se eles estudam em período integral, já que boa parte das refeições será na escola. Neste artigo, nossa tarefa é explicar a você por que a escola infantil é importante para a alimentação das crianças. Além disso, veremos como a família pode contribuir no processo de educação alimentar. Se você quer saber mais, continue a leitura! Qual o papel da escola na alimentação infantil? É fato que os hábitos alimentares das pessoas começam na infância. E, justamente por isso, o cardápio dos pequenos deve ser repleto dos nutrientes que eles precisam. Ferro, cálcio e vitaminas A e C são só alguns exemplos de nutrientes que não podem faltar na alimentação infantil. Porém, o mais importante, é variar o máximo que for possível: quanto mais colorido for o prato, melhor. Isso tudo é importante para garantir proteção contra doenças, bem como dar a energia necessária para o desenvolvimento infantil em todos os aspectos. E como a escola tem um papel fundamental no crescimento das crianças, também é importante na alimentação das mesmas. Por isso, deve-se evitar, sobretudo, alimentos com alto teor de gordura, açúcar e sódio nos lanches. Na escola, todas as refeições devem contar com os nutrientes essenciais para cada idade, além de abordar a educação alimentar. Quando os bons hábitos alimentares são adotados logo na infância, muito provavelmente o adulto seguirá com as práticas positivas ao longo da vida. Como a escola pode incentivar a alimentação saudável? O papel da instituição de ensino não é substituir a participação dos pais na alimentação dos filhos, mas sim contribuir nesse processo. Além de oferecer os nutrientes necessários para a criança, a escola também pode promover a educação alimentar. No colégio, os pequenos devem provar os mais variados sabores, preparar suas refeições e aprender sobre o prazer de comer bem. E tudo isso é feito de maneiras diferentes. Olha só: Cardápio nutritivo Para garantir uma alimentação saudável e adequada para a idade, a escola deve oferecer um cardápio variado e elaborado por um nutricionista. O acompanhamento e supervisão de um profissional é fundamental, uma vez que os hábitos alimentares são formados ainda na infância. Até porque nada adiantaria o esforço da família se o colégio não ofertar uma boa alimentação. Dessa forma, o ideal é a escola sempre disponibilizar uma grande variedade de alimentos nutritivos e que estejam de acordo com as reais necessidades das crianças. Aulas de culinária Além do cardápio nutritivo, outra forma de incentivar a alimentação saudável na escola infantil é colocando a mão na massa. Aqui no Colégio Pequeno Ser, os alunos têm a oportunidade de participar de aulas extracurriculares de culinária. Primordial para uma educação alimentar efetiva, essas atividades também proporcionam autonomia e sensação de independência, já que eles mesmos preparam o que vão comer. Por essa razão, os pequenos se sentem muito empolgados por aprender enquanto se divertem. Como a família pode contribuir para alimentação das crianças? Além da escola, a família possui um papel igualmente importante na educação alimentar dos pequenos. Isso porque, para que a alimentação saudável seja um hábito real, a educação alimentar deve ser feita em parceria com a escola. Por isso, a boa alimentação deve começar em casa e ser reforçada no ambiente escolar. Então, se existe alguma recomendação alimentar do pediatra ou nutricionista da criança, é importante informar a instituição de ensino sobre isso. Dessa maneira, será mais fácil oferecer os alimentos corretos e os nutrientes que o pequeno realmente precisa por meio de um atendimento individualizado. E, assim, a criança crescerá com saúde e bons hábitos alimentares que levará para a vida toda.Por todos esses motivos, além da metodologia de ensino, os pais também devem buscar uma escola infantil que proporciona alimentação saudável e equilibrada aos seus filhos.