Autismo: Papel da Escola Como Espaço Inclusivo

Um dos pontos mais importantes da escola é a inclusão em todas as esferas. E, nesse contexto, também inclui-se o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Incluir não é algo somente relacionado aos professores, mas de toda a instituição de ensino, família e comunidade. Não há dados concretos sobre o autismo no Brasil. Mas, acredita-se que um número de 1 a cada 100 crianças está no espectro autista no mundo, segundo o Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos. Nesse sentido, estima-se que no Brasil existem mais de 2 milhões autistas. Ou seja, a condição atinge mais crianças do que muita gente imagina. Portanto, é cada vez mais necessário abordar esse assunto na sociedade e, principalmente, na escola. Assim, este artigo tem como objetivo explicar o papel da escola como um espaço inclusivo para o autismo. Acompanhe! Autismo e inclusão: quais são os desafios? Em sua definição, o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), ou simplesmente autismo, é uma condição de saúde que causa o déficit na comunicação social, como a interação com outras pessoas, e no comportamento. Geralmente, a condição é identificada entre 1 a 2 anos de idade, quando começam a aparecer os primeiros sinais. Além disso, é considerado um espectro porque não existe apenas um, mas muitos subtipos de autismo. Por esta variedade e complexidade, é impossível colocar crianças dentro do espectro autista, em uma única caixinha. Apesar de já existirem leis voltadas para a inclusão, em 2012 foi criada uma nova lei que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. A necessidade de ter uma legislação exclusiva veio para garantir que os autistas sejam considerados e tenham assegurados os mesmos direitos das pessoas com deficiência. Isso significa que a lei chegou para reforçar ainda mais a luta pela inclusão. Na educação, a inclusão na escola vem para garantir a qualidade de vida e o seu desenvolvimento pleno, dentro de suas limitações. Mas, o que muitos pais colocam em dúvida é: será que a escola está preparada para receber uma criança com autismo? O maior desafio é, sem dúvida, elaborar um processo educacional que seja efetivo para todos os alunos, adaptado para aqueles que possuem outras necessidades. Como a escola pode ser mais inclusiva? Mais do que acolher um aluno autista, a escola tem o dever de desenvolver um plano pedagógico que esteja de acordo com as necessidades das crianças. Quando o colégio é preparado para isso, o aprendizado e o desenvolvimento integral da criança é potencializado e ela tem muito a ganhar. Isso é feito, dentre algumas formas, por meio de professores capacitados que se dedicam para incluí-las em todos os aspectos da vida escolar. Em resumo, a matrícula é apenas um detalhe e uma obrigação das escolas, e a inclusão deve ser ampliada para todos os âmbitos. Capacitação é o primeiro passo Quando um profissional não sabe identificar ou lidar com as características do espectro autista, a inclusão dificilmente será efetiva. E a criança encontrará ainda mais dificuldades no seu processo de aprendizagem. Por esse motivo, se uma escola preparada faz toda diferença para o aprendizado, a formação de toda equipe pedagógica é fundamental. O conhecimento por parte dos professores será a força que impulsionará o desenvolvimento da criança. O papel do professor Se o professor é o mediador do conhecimento, ele também pode ser aquele que guia a inclusão. Não é sobre mudar a grade curricular, mas as adaptações na maneira de ensinar serão necessárias. Como, por exemplo, passar o mesmo conteúdo em uma linguagem mais objetiva e visual, a fim de tornar a educação acessível e inclusiva para todos. Na sala de aula, trabalhar o respeito ao próximo e as diferenças é algo que deve sempre estar presente. Por fim, não podemos deixar de citar que o apoio coletivo é indispensável no processo de inclusão de crianças com transtorno do espectro do autismo. Dessa forma, a escola deve criar uma parceria e atuar junto com a família. Por tudo isso, é importantíssimo que todos os pais busquem por escolas com essas políticas. Assim, criamos cidadãos mais conscientes e uma sociedade cada vez mais inclusiva.
Ciúmes Do Irmão Mais Velho Com o Bebê: Como Lidar?

A chegada de um novo membro da família é sempre um momento de grandes transformações, e não só para os pais. Isso porque um recém-nascido precisa de bastante cuidado, é aí que surge ciúmes do irmão mais velho com o novo bebê. É algo completamente natural. Afinal, a atenção que antes era exclusiva do filho único, passa a ser dividida por uma nova pessoa. Por mais que os pais continuem amando o seu primogênito igualmente, pode ser que ele sinta que “perdeu” o amor. Assim, o que costuma acontecer é o filho mais velho começar a ter comportamentos diferentes e até mesmo imaturos para a idade. Tudo isso para chamar a atenção dos pais. Para que este momento seja mais positivo para o irmão mais velho, os pais podem tomar algumas atitudes para lidar com o ciúmes. A seguir, confira dicas importantes para passar por essa fase com mais tranquilidade A chegada do segundo filho e o ciúmes do irmão mais velho: como se preparar O fato é que quanto menor a criança, mais cresce o medo de perder todo amor dos pais para o irmão mais novo. Isso somado à iniciação do pequeno na escola, quando é o caso, torna a fase ainda mais sensível. No entanto, o ciúme pode ser lidado antes mesmo do nascimento do bebê. São ações um tanto quanto simples, mas que ajudam o filho mais velho a se sentir incluído nesse momento. O mais importante é não ignorar a mudança, mas convidá-lo para participar do processo. Na prática, tudo começa com ações simples, para gerar conexão entre os irmãos sem a necessidade de esperar o bebê nascer. Como convidar o pequeno para sentir e ouvir o bebê na barriga. É sempre bacana falar coisas positivas para o filho, mostrar para ele que o seu novo melhor amigo está chegando. Sendo assim, para evitar ciúme do irmão mais velho no futuro, o ideal é começar uma preparação já na gestação. Isso é fundamental para garantir a aceitação prévia. Como identificar sinais de ciúme do irmão mais velho? Primeiramente, é importante destacar que cada criança tem a sua forma de reagir à chegada do novo membro da família. Enquanto algumas, mais preparadas, podem sentir-se mais à vontade com o novo irmão, outras podem enfrentar uma mudança de comportamento. Em geral, aquelas crianças que estiverem com medo de perder a atenção dos pais podem começar a fazer birra. Ou, ainda, voltar a uma etapa de amadurecimento que já haviam passado, como pedir ajuda para comer e ir ao banheiro. O que chamamos de comportamentos infantilizados. Pensando nisso, veja alguns sinais que indicam ciúme do irmão mais velho com o bebê: Retomar comportamentos de dependência; Pedir para dormir com os pais ou chamá-los muitas vezes durante à noite; Fazer xixi na cama; Mudança de humor, tornando mais carente ou agressivo não só com a família, mas na escola e com outras pessoas em geral. Dicas para lidar com o ciúme do irmão mais velho O ciúme é algo completamente natural para os adultos, imagine, então, para as crianças. Por isso, o problema deve ser tratado com tranquilidade e bastante paciência. Para ajudar os papais e mamães que vão ou estão passando por esse processo, separamos algumas dicas bastante úteis para enfrentar o novo momento de maneira positiva. Veja: Comece a preparação já na gravidez Como vimos, incluir o primogênito desde a gestação faz toda a diferença. Então, antes mesmo do bebê nascer, já comece a preparação. Inclua o irmão mais velho no processo Pedindo a ajuda dele para cuidar do bebê, por exemplo. Assim, ele se sente importante neste novo momento. Jamais faça comparações entre os irmãos Dizer que “gostaria que um filho fosse mais quieto como o outro” agrava a situação. Afinal, a comparação é o combustível que alimenta o ciúme. Tire um tempo exclusivo para o filho mais velho O novo bebê requer atenção e adaptações na rotina, mas não deve mudar tudo. Não deixe de lado as atividades feitas anteriormente com o irmão mais velho. Com essas dicas, esperemos que o processo de adaptação com a chegada do novo membro seja uma experiência positiva para toda família.
A Importância Da Afetividade Na Aprendizagem
A educação infantil deve desenvolver aspectos sociais, físicos, cognitivos e emocionais. Por isso, não se pode deixar de lado que as crianças também lidam com sentimentos e emoções. Sendo assim, a afetividade na aprendizagem se torna essencial. A primeira infância, que vai dos primeiros meses de vida até os seis anos de idade, é uma fase de desenvolvimento extremamente importante para ela, que impactará no seu futuro. É assim que criamos adultos emocionalmente preparados para os desafios da vida. Porém, a afetividade não se limita somente aos sentimentos e emoções. Também tem a ver com as vontades de cada criança e a oportunidade de expressar opiniões. E, acima de tudo, deve contar com a colaboração entre família e escola. Dito isso, nossa proposta com este artigo é explicar a importância da afetividade na aprendizagem, bem como suas vantagens e as formas de inseri-la na vida dos pequenos. Uma ótima leitura! O que é e por que a afetividade na aprendizagem infantil é tão importante? Segundo o dicionário Michaelis, afetividade é a “capacidade do ser humano de reagir prontamente às emoções e aos sentimentos”. Nesse sentido, a educação afetiva é muito mais do que abraçar e demonstrar carinho. É, dentro do processo de descoberta dessa criança, evitar repreensão agressiva. Afinal, explorar o mundo e as coisas que existem nele também faz parte do desenvolvimento. Por isso, é importante permiti-la fazer isso. Além do mais, inserir a afetividade na aprendizagem quer dizer ouvir e levar em conta as opiniões dos pequenos. É enxergá-los como seres pensantes, com vontades, ideias e que podem sim ter as suas próprias visões sobre algo. Inclusive, são capazes de entender e participar da elaboração de regras, por exemplo. Seguindo essa ideia, nada os impede de serem bons líderes também. Dessa forma, os alunos aprendem desde cedo como funciona a democracia e como ser bons cidadãos. Em resumo, a aprendizagem afetiva coloca as crianças como protagonistas ativos do seu próprio processo de educação. Também, entende que cada uma aprende dentro do seu tempo e que é importante respeitar isso. Tudo isso terá grande influência quando elas se tornarem adultas, impactando na forma como elas se vão relacionar com outras pessoas no futuro. Por essa razão, o afeto é algo que deve ser levado para toda vida. Vantagens da afetividade na aprendizagem Uma educação repleta de afeto traz inúmeros benefícios para os aspectos emocionais e intelectuais, da infância até a vida adulta. Para ajudar você a entender melhor, listamos as principais vantagens de incluir a afetividade na aprendizagem. Quando a relação afetiva entre família e criança, ou professor e aluno, é positiva, observamos: Aumento da capacidade de expressar sentimentos e emoções; Desenvolvimento da empatia; Maior confiança ao comunicar suas ideias e opiniões; Socialização e relações mais saudáveis; Crescimento da autonomia e independência; Alunos mais motivados a aprender. Ou seja, o afeto no processo de aprendizagem possui benefícios que vão além do aspecto emocional. Oferece mais segurança para os pequenos e afeta a vontade de participar das aulas. Como incluir o afeto na vida de uma criança? Diante de tantas vantagens, é hora de entender como levar a afetividade na rotina de uma criança. Os passos a seguir devem ser feitos tanto pela própria família quanto pela escola. Veja só: Mostrar que está prestando atenção no que a criança diz Mais do que ouvi-las, é necessário mostrar que está levando suas opiniões em conta. Até porque os pequenos, muitas vezes, têm ideias melhores do que dos adultos. Permita que exerça sua liderança A função de líder pode ser exercida de diversas formas, e deixar a criança tomar decisões, como escolher as próprias roupas, é uma delas. Claro que a liberdade deve ser permitida dentro do que é possível. Quando precisar impor limites, evite o tom agressivo. Tratar as crianças com maturidade Ainda que estejam em desenvolvimento, crianças são pessoas e podem ser tratadas de forma madura. Pergunte como foi o dia dela, seja gentil, diga muito obrigado e por favor, assim como gostaria que ela dissesse. Aqui, a reciprocidade é fundamental. Importante ressaltar que a afetividade na educação infantil proporciona um ambiente mais agradável para os pequenos. Por isso, quando escolher uma escola para o seu filho, leve a inclusão do afeto em consideração.
Educação Infantil em Cotia

Quando se fala em educação infantil em Cotia, entender como essa etapa da educação básica funciona é indispensável para papais e mamães. Nesse período, o ensino tem o papel de formar a base da aprendizagem e desenvolver habilidades de maneira produtiva e divertida. Dado que, lá na frente, todas as competências trabalhadas agora terão impactos grandiosos. Assim, a educação infantil, que compreende o período que vai de zero aos cinco anos de idade, deve contar com atividades pedagógicas e brincadeiras dirigidas. Tudo é trabalhado no desenvolvimento integral dos pequenos em aspectos como intelectual, motor e social. O conteúdo de hoje tem como propósito quais são as habilidades desenvolvidas durante essa fase. No fim deste artigo, confira uma dica especial para encontrar educação infantil em Cotia. Vem ler o post! O que a criança deve aprender na educação infantil? Para a educação infantil, não há uma grade de conteúdo específica na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). No entanto, existe um conjunto de habilidades que as crianças devem desenvolver ao longo de cada ano escolar. Apesar do ensino infantil atingir a faixa de zero a cinco anos, as crianças devem ser matriculadas obrigatoriamente na educação básica a partir dos quatro. Isso está previsto na Lei nº 12.796/2013. As regras foram estabelecidas da seguinte forma: 1. A avaliação é feita por meio do acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem qualquer objetivo de promoção; 2. A carga horária mínima por ano deve ser de 800 horas, distribuídas em 200 dias de aulas; 3. O atendimento à criança precisa ser de, no mínimo, 4 horas diárias para o turno parcial e de 7 horas para a jornada integral; 4. A frequência mínima exigida é de 60% do total de horas e o controle de frequência é realizado pela instituição de ensino; 5. Por fim, deve ser enviado um documento que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança. O ideal é que todas as atividades sejam guiadas pelo cuidado e afetividade. Nesse sentido, quer dizer que as creches e as pré-escolas devem acolher os pequenos, ampliando conhecimento e vivências em um contexto pedagógico. Além do papel da escola, a primeira educação básica precisa ser complementada com ações da família e da comunidade. Dessa forma, a parceria firme entre pais e escola é indispensável para a evolução da criança. Por tudo isso, ao procurar um colégio para o seu filho, devem optar por uma instituição infantil que possua qualidade garantida pela Secretaria de Educação de Cotia. Seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil Pensando em tudo que vimos até aqui, alguns aspectos são essenciais para o aprendizado de crianças. Por isso, a BNCC definiu seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil. São elas: Conviver com outras crianças e adultos Essa convivência deve contar com diferentes linguagens, com objetivo de ampliar o conhecimento de si e do outro. Cultiva-se o respeito à cultura e às diferenças entre as pessoas. Brincar cotidianamente de diversas formas Aqui, a criança brinca com outras crianças e adultos, com um repertório diverso a fim de ampliar a sua criatividade e imaginação. Participar ativamente Tanto o planejamento da gestão escolar quanto as atividades propostas pelo professor devem contar com a participação ativa da criança. Explorar seus sentidos Por meio de movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos e elementos da natureza. O objetivo é que a criança amplie sua bagagem cultural. Expressar suas necessidades, emoções e dúvidas Como parte da afetividade na educação, a aprendizagem deve permitir que a criança expresse seus sentimentos, desejos e opiniões. Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural Durante todo processo, a criança deve construir uma imagem positiva sobre si mesma e sobre o grupo que pertence. Onde encontrar educação infantil em Cotia Com acolhimento e afetividade, as turmas do Infantil I, II e III do Colégio Pequeno Ser são estimulados por meio de atividades pedagógicas diversificadas. Vistos como protagonistas do seu processo de aprendizagem, as crianças se desenvolvem em seus aspectos intelectual, emocional, físico e social. Aqui, o ensino é combinado com brincadeiras lúdicas para que os pequenos aprendam enquanto se divertem. Por isso, se você está buscando por educação infantil de qualidade em Cotia, não deixe de entrar em contato conosco.
Qual a Hora Certa Para o Desfralde?

O desfralde é um dos momentos mais especiais para pais e bebês. É quando o pequeno aprende a ir ao banheiro sozinho e começa a ganhar autonomia. Ou seja, isso representa uma nova fase cheia de dúvidas e incertezas. A verdade é que o processo pode variar de uma criança para outra. O que significa que não existe uma fórmula mágica que soluciona tudo. Afinal, sim, esse momento pode ser um tanto quanto desafiador para os pais. Por esse motivo, hoje, a ideia é ajudar as famílias a entenderem quando chegou a hora de fazer o desfralde e a importância dessa fase para o bebê. Além disso, no fim deste artigo, daremos mais algumas dicas que podem ajudar e muito nesse processo. Preparado(a)? Vamos lá! A importância do desfralde e o que representa para o bebê Já parou para pensar quantas fraldas uma criança usa durante a vida? Pois é! Por essa e outras razões, o momento do desfralde é tão importante. Nesse sentido, destacamos que essa fase tem tudo a ver com o reconhecimento do próprio corpo e o início da independência. É quando eles começam a entender que existem as necessidades fisiológicas. Tudo isso faz parte do desenvolvimento infantil e da maturidade. Por ser um momento tão marcante na vida da criança, saber identificar a hora certa faz toda a diferença. É sobre isso que falaremos no próximo tópico. Qual seria, então, o momento ideal para o desfralde? Como vimos, o desfralde é mais uma etapa do amadurecimento infantil. Isto é, como qualquer outra fase, não existe uma idade exata que sirva para todos os casos. É algo que deve acontecer naturalmente. Contudo, podemos dizer que o ciclo de tirar as fraldas do bebê inicia por volta dos dois anos de idade, mas, pode chegar até os 3 anos. Conforme a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, não se deve começar o desfralde antes disso porque o corpo do pequeno ainda não está completamente desenvolvido. Então, ele não saberá controlar a vontade de fazer xixi e coco. Mas, como saber que chegou o momento de desfraldar? Observando o comportamento e os sinais que os próprios filhos dão. Olha só. Indícios de que está chegando a hora do desfralde Quando o bebê já consegue se sustentar e andar sozinho; O pequeno já sabe nomear o que é xixi e o que é coco; Demonstra se incomodar com a fralda suja, puxando-a ou querendo tirar; Passa por longos períodos sem fazer as necessidades, podendo variar de 3 a quatro horas, o que significa que a bexiga já consegue controlar melhor as vontades; Tem uma rotina, isto é, horários que costuma fazer as necessidades; Dá sinais que está fazendo xixi ou coco, como quando se abaixa e parece estar fazendo força. Por fim, quando ele mesmo já avisa que está com vontade de fazer xixi ou coco, ou seja, já entendem o que é precisar fazer as necessidades. Sinais como estes indicam que o bebê já está pronto para iniciar o desfralde. Por isso, é essencial que os pais observem o comportamento dos filhos para entender quando chegou o momento de ir se despedindo das fraldas. Dicas úteis para papais e mamães para fazer o desfralde Primeiramente, os pais devem entender que o processo de desfralde diurno é completamente diferente do noturno. Então, a melhor orientação é começar tirando a fralda do bebê durante o dia, quando há supervisão dos pais. Dicas para desfralde diurno: Comece introduzindo as questões de higiene pessoal, como explicando como é ir ao banheiro; Compre o troninho ou suporte de vaso sanitário; Invista em cuecas e calcinhas com estampas divertidas; Não demonstre impaciência ou brigue se o pequeno sujar a roupa, afinal, ele ainda está aprendendo; Conte com a parceria da escola nesse momento, explique a situação e os cuidadores com certeza ajudarão. Dicas para desfralde noturno: Quando a criança já está indo ao banheiro tranquilamente durante o dia, pode-se iniciar o desfralde noturno; Leve-o ao banheiro antes de dormir e assim que acordar; Comemore sempre que o bebê fizer tudo certo. Se você está passando pela fase do desfralde com o seu bebê, esperamos que essas dicas possam ajudar.
Escola de Período Integral em Cotia
Procurar uma boa escola de período integral em Cotia é um processo em que se faz necessário avaliar inúmeros aspectos. Carga horária, localização, estrutura e metodologia de ensino são só alguns dos pontos que podemos citar. Colégios de ensino integral têm sido cada vez mais procurados por uma série de benefícios. Como, por exemplo, o aumento do rendimento escolar e a facilidade que traz para a rotina dos pais. Isso porque significa que a criança tem a oportunidade de aprender muito mais! Se você chegou até aqui porque está buscando escola de período integral em Cotia para o seu filho, veio ao lugar certo. Confira a seguir um conteúdo especial que vai ajudar papais e mamães que estão nessa procura. Como é o ensino em uma escola de período integral? Um dos principais motivos para pais escolherem um colégio de período integral é a oportunidade de uma formação ainda mais completa. Não é apenas ficar mais horas na escola. Isso porque nessa modalidade de ensino, além do que é previsto na matriz curricular, as crianças têm contato com outras atividades. Como consequência, notamos os benefícios na melhora do seu desenvolvimento emocional, motor, social e cultural. A carga horária pode variar, mas, em geral, a criança permanece, em média, 7 horas na escola. Assim, o colégio trabalha atividades extracurriculares, promove a socialização com outras crianças e oportuniza novas descobertas. Vantagens de optar por uma escola de período integral Já sabemos que o colégio em tempo integral dá a oportunidade de uma educação mais completa para as crianças. Mas o que isso quer dizer na prática? Confira as vantagens desse modelo de ensino: Máximo proveito da aprendizagem para a criança Por permanecer mais tempo na escola, os pequenos têm a oportunidade de descobrir coisas novas e desenvolver mais habilidades. Na prática, isso quer dizer que eles aprendem enquanto se divertem. Além do mais, as escolas de período integral costumam ter crianças mais autônomas e independentes. Uma vez que não dependem dos pais para realizarem as atividades. Algo considerado essencial no futuro, ajudando a criar cidadãos mais responsáveis sobre seus papéis. Possibilita rotina de trabalho para os pais Para papais e mamães que trabalham fora, contar com uma boa escola de período integral é indispensável. É a certeza que os seus filhos estão seguros e em boas mãos, o que reflete na maior tranquilidade dos pais. Afinal, o colégio não deve ser apenas um lugar para as crianças ficarem enquanto os pais estão trabalhando, mas sim um espaço repleto de aprendizagem, com o apoio de uma equipe pedagógica qualificada. Porque, em síntese, um colégio infantil em tempo integral deve unir a educação às brincadeiras. Programação diversa de atividades Aulas extracurriculares cumpre um papel importantíssimo no desenvolvimento das crianças. É nesse momento que eles têm a oportunidade de viver novas experiências e aprender outras habilidades enquanto se divertem. Nas aulas de culinária, por exemplo, os pequenos aprendem sobre trabalho em equipe, organização, alimentação saudável e conscientização sobre desperdício. Já nas atividades de robótica, os alunos desenvolvem o raciocínio lógico e habilidades motoras, além de despertar a criatividade. Para que a criança aproveite esses benefícios, é importante que os pais escolham o melhor colégio de período integral. No próximo tópico, damos algumas dicas de como tomar a decisão. Como escolher uma escola de período integral? O primeiro passo é verificar a programação oferecida. Na educação infantil, as atividades devem ser lúdicas, diversificadas e promover algum benefício para o desenvolvimento da criança. Além disso, a família deve observar a estrutura física da escola, se oferece segurança adequada. Como a criança passa o dia todo na escola, não se pode desconsiderar o cardápio, visto que a alimentação deve ser bastante nutritiva para eles. Por último, se os pais trabalham fora de casa, é interessante avaliar a distância do caminho entre o trabalho, escola e casa. Colégio de período integral em Cotia Um dos maiores benefícios de uma escola de período integral é a educação mais completa. Como no Colégio Pequeno Ser, em que crianças são protagonistas do seu processo de aprendizagem e se desenvolvem nos aspectos intelectual, emocional, físico-motor. Quer saber mais sobre escola de período integral em Cotia? Entre em contato conosco.
A Maternidade e o Mercado de Trabalho

Quando o assunto é maternidade e o mercado de trabalho, as mulheres enfrentam algumas tribulações, como incertezas na carreira e a preocupação de onde deixar os filhos. O resultado disso aparece em números. O nível de ocupação de mulheres de 25 a 49 anos com crianças de até três anos em casa é de 54,6%, conforme um levantamento de 2021 do IBGE. Diante das dificuldades, é importante refletir sobre a relação das mulheres que têm filhos com os seus empregos. Se você é mãe e está passando pelo conflito de maternidade e trabalho, está no post certo. Nossa missão é ajudar você a entender e passar por esse desafio com sucesso, além de como a escola do seu filho pode ajudar nesse momento. Acompanhe! Maternidade e o mercado de trabalho: desafios da mulher que é mãe Além de toda incerteza relacionada à carreira, as mães precisam conciliar a maternidade com o trabalho, além de lidar com a mudança de rotina e adaptação do filho com a escola. Por uma questão social e cultural, não são raras as vezes que mulheres se sentem inseguranças na volta ao trabalho após o fim da licença-maternidade. Mas, é importante que saibam que o retorno à rotina e o início da jornada escolar do filho não a deixa de ser uma boa mãe. Afinal, tudo isso faz parte de um processo natural da vida. É claro que todo novo momento, principalmente quando falamos em maternidade, gera medo e incertezas. São necessárias adaptações na rotina do trabalho, em especial, quando a criança ainda é pequena. Porém, não significa que essas mudanças interfiram no rendimento da mulher. Além disso, é indicado reservar um tempo todos os dias, nem que seja alguns minutos antes de dormir, para ficar com a criança. Os finais de semana podem ser o momento ideal para curtir com o filho sem outras preocupações. Por conta de todas as inseguranças mencionadas até aqui, a escola cumpre um papel importantíssimo para deixar a mãe muito mais segura e confiante para voltar ao trabalho. Sobre isso, entenderemos melhor no tópico a seguir. Mães voltam à rotina, filhos vão para a escola: como é esse momento? Conciliar o trabalho com a maternidade pode não ser tarefa fácil, mas é possível. Mães devem ter em mente que adaptações são necessárias por um bom motivo. Para mães de crianças menores, é possível considerar negociar horários mais flexíveis no trabalho, como saídas para amamentar. Importante ressaltar que, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as lactantes têm direito de dois intervalos de meia hora para amamentar seus bebês de até seis meses de idade. Ou então, sair uma hora mais cedo do trabalho. Neste momento da criança iniciando na escola, é fundamental contar com uma instituição de educação infantil acolhedora e de confiança. Inclusive, que ofereça a possibilidade de aleitamento materno, visto que a alimentação com o leite da mãe deve ser exclusiva até os 6 meses de idade. Diante disso, como escolher uma escola que proporcione segurança e confiança para a família? Confira as nossas dicas. Escolher uma boa escola ajuda passar por esse momento com mais confiança Apesar de desafiador, o momento que o bebê ou a criança começa a frequentar a escola é transformador, para os pais e para ela. Isso porque o pequeno passa a conhecer o mundo fora de casa, o que é realmente mágico para ele. Neste novo universo, os filhos aprendem novas habilidades, passam a conviver com outras crianças e começam a adquirir sua autonomia e liberdade. Ou seja, um processo essencial na vida deles. Mas, para isso, é necessário contar com uma boa instituição de ensino. Por esse motivo, considere um colégio que: Ofereça projetos pedagógicos de acordo com a sua expectativa; Carga horária e localização compatíveis com a rotina; Possua uma equipe cuidadora atenciosa. Se você chegou até aqui, saiba que voltar ao mercado de trabalho não é nenhum problema. Isso porque o seu filho estará em boas mãos e vocês ainda poderão curtir muitos momentos juntos quando retornarem para casa.Caso você ainda tenha dúvidas, como a idade ideal para colocar o seu bebê no berçário, não deixe de conferir o nosso post sobre o assunto clicando aqui.
Mas Por Que Os Bebês Gostam Tanto de Mordedores?

Você já parou para pensar por que bebês gostam de mordedores? Na verdade, esses pequenos adoram levar quaisquer objetos na boca. Por essa razão, na fase de desenvolvimento oral, é essencial que os bebês tenham à disposição mordedores. Até porque o material é feito para esse fim e colocar um objeto inadequado na boca pode ser perigoso. Com a chegada desse novo momento, os pais podem se sentir inseguros e não sabem por onde começar. Será que vem um dentinho aí? É pensando nas dúvidas comuns que elaboramos um artigo especial. Neste post, você descobrirá: 5 razões pelas quais bebês gostam tanto de mordedores; Como escolher um mordedor para o seu bebê. Quer entender sobre o assunto? Então vem ler! 3 razões pelas quais bebês gostam de mordedores Cada fase do bebê é uma surpresa, em especial, para os pais de primeira viagem. Uma delas acontece aos 3 ou 4 meses de idade, quando eles começam a mastigar as mãozinhas, os pezinhos e o que mais estiver por perto. E tudo isso faz parte do desenvolvimento da fase oral do bebê. Por mais que possa parecer estranho, colocar objetos aleatórios na boca é, na verdade, uma forma dos pequenos conhecerem o mundo. Afinal, o paladar é um dos cinco sentidos humanos e existe para ser explorado. Porém, mais do que isso, pode ser a hora de começar a dar adeus a gengiva banguela. E os mordedores são os maiores aliados nessa fase. Diante disso, vamos entender melhor os motivos pelos quais os bebês gostam desses objetos. Desenvolvimento oral Em primeiro lugar, papais e mamães devem entender que é um processo natural conhecer o mundo por meio da boca. Isto é, não se pode impedir os bebês de fazer isso. Contudo, é importante tomar cuidado com o que eles levam à boca. É justamente por isso que existem brinquedos indicados para cada idade, cujo objetivo é evitar acidentes, como sufocamento. E os mordedores ajudam muito! Além de ser seguro, esse item faz com que a criança aprenda a movimentar a língua. Isso impactará lá no futuro, quando ela aprender a falar. A fase de desenvolvimento oral pode ir até o bebê completar 1 ano e 6 meses. Dentição infantil Apesar de cada corpo ter o seu ritmo, o crescimento dos primeiros dentinhos começam aos 6 meses de idade. Ou seja, acontece junto com o desenvolvimento oral. Portanto, é nesse momento que os mordedores podem ser introduzidos para o bebê. O processo de dentição pode ser um pouco doloroso e, dessa maneira, os mordedores são instrumentos que proporcionam alívio. Uma boa dica é deixar alguns minutinhos na geladeira, já que a sensação gelada ajuda a amenizar o desconforto. Alívio do estresse Seja por qualquer motivo, como a coceira causada pelo nascimento dos dentes, os mordedores. E aí está outro motivo para eles gostarem tanto desse objeto. Até aqui, você já deve ter entendido a importância e o porquê dos bebês amarem tanto os mordedores. Então, é o momento de escolher qual é o melhor para o seu filho. E agora, como escolher um mordedor para o meu bebê? No mercado, não faltam opções de mordedores para bebês. No entanto, nem todos são adequados. Por esse motivo, separamos algumas dicas que ajudam você escolher o mordedor perfeito, seguro e ideal para a idade do seu bebê. Olha só: Busque pelo selo de aprovação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia); Mordedores devem ter sua composição feita de silicone, borracha ou até mesmo gel; O ideal é que não sejam pesados e tenham local onde a criança consiga segurar; Prefira itens sem perfume ou aromas, uma vez que isso pode irritar o pequeno; Brinquedos coloridos estimulam a visão; Anéis de dentição ajudam a aliviar a dor por conta do crescimento dos dentes. Com essas dicas, fica muito mais fácil escolher o mordedor ideal para o seu bebê. Lembre-se de higienizar o objeto com frequência e ficar de olho no pequeno enquanto ele utiliza. Em conclusão, vimos que os bebês gostam de mordedores porque ajudam no desenvolvimento oral e aliviam dores e incômodos. Ou seja, só traz benefícios para eles. E aí, pronto(a) para colocar o mordedor em ação?
Conheça as Principais Linhas Pedagógicas e Saiba Escolher Entre Elas

O momento de escolher a escola dos filhos é cheio de dúvidas. Porém, estar ciente das principais linhas pedagógicas oferecidas pode ajudar bastante na hora de tomar a decisão. Na lista de prioridades, além da segurança e localização, podem constar também a metodologia de ensino e o projeto pedagógico da escola. Isso porque esses aspectos precisam estar de acordo com as expectativas dos pais. É dessa forma que todos ganham confiança para iniciar a parceria entre família e escola. Nesse contexto, podemos citar às sete principais linhas pedagógicas utilizadas no Brasil: Tradicional, Comportamentalista, Construtivista, Democrática, Freiriana, Montessoriana e Waldorf. No post de hoje, explicaremos como cada uma delas funciona para ajudar você nessa escolha. Confira! Entenda como funcionam as 7 principais linhas pedagógicas As linhas pedagógicas servem como direcionar a metodologia de aprendizado utilizada nas instituições de ensino. Contudo, nem sempre as escolas seguem por um único pensamento e podem sim trabalhar com mais de uma linha em simultâneo. Por isso, é indispensável que os pais visitem a escola e conheçam seus projetos. Nesta oportunidade, é a coordenação pedagógica que deve explicar aos pais como isso funciona na escola. No mais, percorreremos as principais linhas pedagógicas a seguir. Tradicional Ainda muito popular, na linha tradicional o foco é o conteúdo. A partir disso, o professor assume o papel de transmissor do conhecimento e se torna protagonista desse aprendizado. Os alunos, por sua vez, absorvem tudo isso e passam por provas a fim de avaliar o quanto de conteúdo foi memorizado. O seu principal intuito é universalizar o conhecimento. Comportamentalista Bastante similar com a tradicional, esta linha destaca a técnica, o processo e o material impostos na aprendizagem. O objetivo, como o nome sugere, é que os alunos adquiram os comportamentos desejados. Isso é feito através de estímulos. Assim, o professor continua sendo a figura central, que controla o tempo e as respostas dos estudantes. Em seguida, eles recebem feedbacks com frequência e são avaliados em provas. Construtivista Aqui, temos uma linha diferente das duas anteriores. Os alunos se tornam mais ativos no processo de aprendizagem e passam a “construir” o seu próprio conhecimento. Na prática, isso quer dizer que os professores são os intermediadores do conteúdo. Essa concepção desenvolverá a autonomia do aluno, a capacidade de resolver problemas e o lado artístico. Dessa maneira, as aulas são mais práticas e não somente expositivas. Democrática Na contrapartida da linha tradicional, na democrática o aluno passa a ser o protagonista do aprendizado. Nessa ideia de autonomia, ele pode inclusive escolher a forma que deseja aprender o conteúdo. O papel do professor é de facilitador do conhecimento. Existe o conceito de avaliar o aluno por outros métodos além da prova, como participação nas aulas e desempenho em trabalhos. Freiriana Baseada nas ideias do educador brasileiro Paulo Freire, o ensino também envolve aspectos sociais, culturais e humanos durante as aulas. Ou seja, o aluno deve aprender sobre humildade, tolerância, bom senso, respeito e curiosidade. Aqui, os professores ouvem o que os estudantes têm a dizer com o objetivo de encontrar a maneira ideal para ajudá-los a compreender o mundo. Montessoriana Desenvolvida pela educadora italiana Maria Montessori, a linha acredita que a prática e a observação são as duas melhores formas de aprender. O foco está no aluno e o professor é quem vai guiá-lo para o conhecimento. Com variados materiais de aprendizagem, o aluno avança os estudos conforme o seu próprio ritmo, isto é, não necessariamente por séries. Nessa linha, as provas são opcionais. Waldorf Aplicada inicialmente pelo filósofo Rudolf Steiner, a linha engloba no ensino as particularidades físico, emocional e espiritual do aluno. O caminho da aprendizagem tem ciclos de 7 anos e o estudante conta com um tutor para orientá-lo cada um. Além dos conteúdos tradicionais, a educação infantil tem outras atividades, principalmente manuais, como a marcenaria. Linhas pedagógicas: como fazer essa escolha? Mais do que saber qual linha pedagógica a escola segue, é interessante que os pais acompanhem o que é ensinado nas aulas, na prática. Isso porque não existe um caminho melhor do que outro, apenas aquele que faz sentido para a criança. E aí, já sabe qual linha pedagógica tem mais a ver com o seu filho?
O Papel da Família na Prevenção ao Bullying Escolar

É na escola que as crianças começam a ter as suas primeiras interações sociais fora de casa. Contudo, nem sempre essas relações são tranquilas. E é aí que surge o bullying escolar. A palavra bullying vem do inglês, “to bully” pode ser traduzido como “intimidar”. Antes da pandemia, 2 a cada 10 estudantes relataram ter sido vítimas de intimidações por seus colegas. Os dados foram coletados em 2019 por meio da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) do IBGE. Diante disso, o bullying não é apenas uma responsabilidade da escola. Isso porque a família representa um papel fundamental nessa luta. Hoje, convidamos você para uma reflexão sobre o assunto e como a parceria entre família e escola se faz indispensável na prevenção do bullying escolar. Vamos lá? O que é e como trabalhar a prevenção ao bullying escolar? Combater atitudes agressivas e desrespeitosas entre crianças pode ser desafiador. Antes de mais nada, é importante salientar que o Brasil instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), por meio da Lei nº 13.185/2015. Na legislação, encontramos uma definição do que é considerado bullying: Ataques físicos; Insultos pessoais; Comentários sistemáticos e apelidos pejorativos; Ameaças por quaisquer meios; Grafites depreciativos; Expressões preconceituosas; Isolamento social consciente e premeditado; Pilhérias. Nesse contexto, é caracterizado como intimidação sistemática quaisquer atos com violência física ou psicológica em atitudes humilhantes, ou discriminatórias contra uma vítima. Por entender que o bullying ocorre com maior frequência no ambiente escolar, inclusive na educação infantil, as políticas de combate têm forte relação com as instituições de ensino. Dessa forma, é de suma importância que as escolas criem campanhas e ações de prevenção ao bullying, bem como orientar as famílias sobre o assunto. Ele deve ser combatido, sobretudo, porque traz prejuízos no desenvolvimento escolar, tanto para a vítima quanto para o agressor. Inclusive, essa prática é uma das formas de violência que mais cresce no mundo. Como a família pode contribuir na prevenção ao bullying escolar Mais do que incentivar boas práticas nas instituições de ensino, é preciso incluir a família no combate e na prevenção ao bullying escolar. O que acontece é que algumas crianças sentem vergonha e medo de contar o que passaram e, como consequência, se tornam mais quietas e introvertidas. Baixo rendimento escolar e vontade de faltar às aulas são outros sintomas do bullying. Quando esses sinais aparecem, os pais e responsáveis conseguem identificar com mais facilidade crianças vítimas de bullying. Isso porque a proximidade com a família é o apoio que eles precisam para começar a se abrir e não sofrerem calados. Procure conversar com a escola se alguns destes sintomas surgirem: Medo e ansiedade; Dificuldades na aprendizagem; Para de contar aos pais sobre o seu dia; Falta de vontade de ir para a escola; Mudança de comportamento repentina, como se tornar mais solitário ou agressivo. Ao identificar situações como essas, não deixe de buscar soluções junto ao colégio do seu filho. Como a escola pode criar ações para combater o problema Assim como a família, as instituições de ensino têm papel fundamental na prevenção ao bullying. Por essa razão, existem alguns critérios que os pais podem seguir na hora de escolher um colégio de educação infantil para os seus filhos. Em primeiro lugar, as escolas devem capacitar seus docentes e suas equipes pedagógicas para conduzir ações de prevenção, orientação e solução desse problema. Segundo, é essencial que tenham campanhas de conscientização para informar e educar sobre o tema, não só para os alunos, como também para pais e responsáveis. Por fim, não podemos deixar de citar a importância de dar assistência psicológica e social às vítimas e àqueles que praticaram o bullying, sempre envolvendo os familiares no processo. A parceria família e escola é a melhor ferramenta na prevenção ao bullying escolar Como podemos ver até aqui, tanto a escola quanto a família possuem deveres. Por isso, um colégio familiar com boas práticas, que promove o espírito de cidadania e o respeito, traz muitos benefícios para o seu filho. Afinal, família e escola formam uma parceria de sucesso em todos os aspectos do desenvolvimento das crianças.