Boletim Nutricional – Introdução Alimentar: Como Fazer?

Boletim Nutricional - Introdução Alimentar Como Fazer

Hoje em nosso boletim nutricional, falaremos de Introdução Alimentar para os nossos bebês e como fazer. Muitas são as dúvidas, medos e receios sobre este assunto, pois se trata de uma fase importante e delicada do desenvolvimento da criança. O que posso oferecer? Como devo oferecer? Com algumas dicas do nosso Colégio este momento poderá ser prazeroso e cheio de descobertas, além de interação entre o bebê e a família. Segundo a ORGANIZAÇÃO MUNDIAL SAÚDE (OMS) bebês devem ser alimentados exclusivamente com leite materno até o 6º mês de vida, sem a necessidade de oferecer água, sucos ou chá. A partir do 6º mês ou conforme a necessidade de cada um, o pediatra que acompanha o bebê com frequência pode indicar a introdução alimentar. O ideal é introduzir um alimento de cada vez, possibilitando observar adaptação e suas preferências, alergias ou intolerância que pode ocorrer. Lembrando: para que o bebê tenha uma alimentação saudável é fundamental que toda família se empenhe nesta nova fase, seja exemplo para seus filhos se alimentando bem. É normal que o bebê recuse algumas texturas ou alimentos, não force, ofereça em outra ocasião. Para que sejam aceitos alguns alimentos precisam ser oferecidos várias vezes. Na primeira semana você pode oferecer papa salgada como um purê de legumes, procure não bater tudo no liquidificador, pois perdem a textura e os bebês não são estimulados a mastigar. Comesse com suco de frutas adocicadas (não ácidas), depois ofereça frutas raspadinhas ou amassadinhas, e só depois papa salgada com legumes e verduras após um mês você poderá acrescentar uma proteína como carne ou frango. Evite papinhas industrializadas ou processadas, dê preferência a alimentos frescos e naturais. Então o que deve ser consumido pelos nossos pequenos?  Frutas: uva, banana, maçã, pera, mamão, melão, melancia, laranja, kiwi, morango, abacate etc. Legumes e verduras: beterraba, cenoura, abobrinha, brócolis, chuchu, couve, abóbora, berinjela, tomate, etc. Cereais e grãos: arroz, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, batata, mandioquinha, aipim, macarrão, etc. Não deve ser oferecido refrigerantes, salgadinhos, frituras e mel, açúcar e sal em mínimas quantidades ou somente quando necessário. A ingestão de líquidos durante as refeições pode atrapalhar o apetite dos pequenos, o ideal é oferecer após o término das refeições. Devido ao consumo de alimentos diferenciados deve ser ofertado com mais frequência água devidamente fervida ou filtrada. Ana Carolina P. Manfré Nutricionista

Qual a Idade Ideal Para Colocar Seu Bebê no Berçário?

Qual a Idade Ideal Para Colocar Seu Bebê no Berçário

Escolher a idade para colocar bebê no berçário é um enorme desafio para os pais, em especial, para aqueles de primeira viagem. Isso porque nem todas as famílias podem se dedicar para sempre integralmente ao pequeno após o período das licenças de paternidade e maternidade. Então, quando os pais precisam voltar à rotina de trabalho, é o momento que costuma dar aquele aperto no coração só de pensar: será que chegou a hora? Diante desse cenário, a preocupação é totalmente compreensível, afinal, um bebê requer muitos cuidados e atenção. Mas calma! Hoje, a nossa missão é ajudar você a descobrir a idade certa para colocar o seu bebê no berçário. Acompanhe o post abaixo. Existe idade ideal para colocar o bebê no berçário? Quanto à legislação, a educação infantil é obrigatória a partir dos quatro anos de idade, conforme foi definido pela Lei 12.796/2013, conhecida como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). No entanto, nada impede de colocar os bebês em berçários e creches antes desse período. Normalmente, esses lugares costumam aceitar bebês a partir dos 4 meses de idade. Porém, antes dos quatro anos, a decisão fica totalmente à critério dos pais. Em primeiro lugar, saiba que não existe uma resposta universal ou receita de bolo para a idade certa para colocar o bebê no berçário. Alguns especialistas indicam que se espere até os seis meses, mas não há regra. Por isso, para tomar essa decisão os pais devem prestar atenção em alguns detalhes para saber se chegou o momento e se sentirem mais seguros com o veredito. Outra dica é entender os sinais de que o bebê está pronto. Como por exemplo, se ele já percebe e interage com as outras pessoas ao redor. Normalmente, é a partir de um ano que essa característica começa a ficar mais aparente neles. Entenda que quando mais velhos eles ficam, mais importante a socialização se torna na infância. Em geral, no berçário, o seu bebê ficará com outras crianças com poucos meses de idade diferentes. Por fim, saiba que é importante mostrar segurança para que o seu filho também se sinta seguro ao ser deixado no berçário. O medo faz parte, mas uma hora ou outra, o pequeno terá que começar a desbravar o mundo além de casa. Se você já tomou a decisão, mas ainda tem um certo receio e tem dúvidas do que deve considerar na hora de escolher o berçário certo, daremos algumas dicas no próximo tópico.  Como escolher o berçário ideal? Quanto mais novo o bebê for, mais provável que a ida ao berçário será um dos primeiros contatos dele com o mundo externo. Mas, para esta ser uma experiência positiva, tanto para os pais quanto para o filho, a escolha da instituição infantil terá total influência. Na maioria das vezes, os berçários são divididos por faixa-etária da seguinte forma: berçário I, com bebês de 4 a 11 meses; berçário II com bebês maiores, de 1 a 2 anos. Depois dessa idade, as crianças podem ir para a creche. Por todos os pontos que levantamos até aqui e para deixar você mais seguro, é preciso conhecer as instituições a fundo para tomar a decisão final. Dito isso, saiba que: Visitar o berçário é indispensável, converse com os monitores e leve o seu bebê para conhecer o local; Conheça a equipe cuidadora, perceba se são pacientes e responsáveis; Durante a visita, preste muita atenção nos cuidados com a higiene e segurança dos bebês; Pergunte sobre o cardápio e verifique se a alimentação fornecida é adequada e saudável; Se o bebê ainda mama, veja se há garantia de compatibilidade com o aleitamento materno, como armazenamento correto de leite; Por fim, confira quais são as atividades oferecidas às crianças e se elas estimulam o desenvolvimento motor e cognitivo do seu bebê. Em resumo, o momento em que o filho passa a precisar ficar fora de casa sob os cuidados de outras pessoas pode ser assustador, mas necessário. Não existe idade certa para colocar o bebê no berçário, porque cabe exclusivamente aos pais tomarem a decisão. Mas com uma instituição infantil acolhedora, o processo é muito mais fácil.

Seu Filho Não Quer Comer Verduras? Faça Isso

Seu Filho Não Quer Comer Verduras Faça Isso

Estimular o interesse dos filhos por comer verduras é um desafio e tanto. Quando eles não querem, é realmente difícil ficar insistindo. Isso porque é nos primeiros anos de vida que os pequenos começam a experimentar novos sabores. Assim, é importante que consumam alimentos saudáveis, porém, nem sempre essa é a vontade deles.  Mas, a boa notícia é que existe uma solução para isso. Se o seu filho não quer comer verduras, você veio ao lugar certo. Hoje, listamos algumas dicas que podem ajudar a mudar esse cenário. É só conferir abaixo. 4 dicas para incentivar uma criança a comer verduras Você tem dificuldades em incentivar uma alimentação mais saudável para o seu filho, porque ele simplesmente não quer comer verduras. Primeiro, entenda que é completamente natural que eles recusem alimentos. Isso faz parte do desenvolvimento infantil e, definitivamente, todos passam por essa etapa. Contudo, existem algumas atitudes bem eficientes para ajudá-los a comer melhor e mais saudável. E nós listamos a seguir: Não faça pressão demais, nem use chantagem Pressionar a criança além da conta pode ser estressante não só para você, mas também para ela. Então, a refeição, que era para ser um momento agradável, se torna o completo oposto. Da mesma maneira, prometer benefícios em troca de comer verduras é outra atitude que deve ser evitada. Isso porque as crianças vão acabar criando memórias negativas em relação à comida, que impactarão, inclusive, no futuro delas. Por outro lado, entenda que está tudo bem eles não gostarem de tudo. Sempre haverá algo que não vai agradar o paladar e não tem jeito. Deixe as crianças escolherem as verduras Um lugar com coisas coloridas, com sabores deliciosos e texturas diferentes. Acabamos de descrever um mundo mágico para os pequenos, mas, na verdade, estamos falando da sessão de legumes do supermercado. Na hora das compras do mês ou quando visitar a feira, leve o seu filho para participar ativamente da escolha das frutas e verduras. E quando for servir o alimento, lembre-os de que foram eles que escolheram. Outra opção é convidar para que participem também do preparo das refeições, o que pode ser um momento bem interessante e divertido. Aposte em pratos e formatos diferentes Que tal combinar um alimento que o seu filho já gosta com alguma verdura? Fazê-los comer a verdura crua em si pode ser bem difícil, por isso, nada impede de colocá-la em uma receita diferente. Isto é, apostar em pratos mais atraentes para as crianças, mas que contenham pelo menos um alimento saudável. Além disso, aproveite para colocar essas verduras em formatos diferentes do habitual. É possível fazer, por exemplo, macarrão de vegetais. Os mais criativos podem apostar em raladores e formas com efeitos lúdicos. Ou simplesmente cortar com uma faca do jeito que você quiser. Existem inúmeras ideias que você pode encontrar fazendo uma busca na internet. Seja você um exemplo para as crianças Ele aprendeu a falar porque viu você conversando e isso aconteceu porque você é o modelo para ele. A verdade é que nada adianta forçar os pequenos se os próprios adultos não são exemplos. Ou seja, se você não come verduras, porque o seu filho deveria querer? Dessa forma, a última dica da nossa lista é você ser o exemplo. O caminho mais fácil para a aceitação deles em relação à alimentação saudável é observando os pais. Então, coma bem e os seus filhos seguirão o que você fizer. Além de que, quando todo mundo come junto, é um momento especial em família. Aproveite essa oportunidade para incentivá-los e mantê-los longe de distrações, como a televisão.  Por fim, só porque a criança recusou um alimento, uma ou duas vezes, não quer dizer que negará para sempre. Insista algumas vezes, mas sem pressioná-la demais. Entenda ser uma fase pela qual todas as crianças passam, por mais que seja difícil, um dia passará. Tenha paciência e não esqueça de que você é o maior exemplo dela, então, comece a alimentação saudável por você. Enfim, o segredo para quando o filho não quer comer verduras é saber usar a criatividade e, claro, seguir as nossas dicas. Esperamos ter ajudado você!

Do Berço Para a Cama: Como Realizar Essa Transição?

Do Berço Para a Cama Como Realizar Essa Transição

Filhos crescem e os desafios aumentam na mesma proporção, como a transição do bebê do berço para a cama. A boa notícia é que esse processo pode ser mais tranquilo e até mesmo agradável do que parece. Normalmente, a mudança começa a ser feita entre 1 a 3 anos e pode ser para uma cama normal ou especial para crianças. Tudo isso, é claro, depende das necessidades e escolhas de cada família. Pensando nisso, preparamos um conteúdo especial com boas dicas para você entender quando e, especialmente, como trocar o seu pequeno do berço para a cama. Vem ler! 5 passos para fazer a transição berço para a cama com sucesso Primeiramente, saiba que não existe regra ou um manual concreto para fazer essa mudança, bem como não tem uma idade exata definida. O que podemos fazer é dar algumas dicas eficientes que com certeza podem deixar o processo mais fácil. Quando o bebê começa a puxar as grades do berço ou tenta pular do móvel, são os sinais de que a transição pode acontecer em breve. Ou, simplesmente quando o berço fica pequeno para a criança. Em resumo, essa troca tem tudo a ver com segurança e conforto para o seu filho. Portanto, se você já tomou a decisão de mudar o bebê do berço para a cama, não perca a chance de conferir ótimas dicas abaixo! Considere comprar uma cama especial para crianças Além da cama de solteiro tradicional, o mercado de móveis oferece inúmeras opções que podem ser mais atrativas e oferecem mais segurança para crianças pequenas. Nesse sentido, estamos falando das mini camas, que ficam na altura do chão ou próximo disso. A principal vantagem é que dificilmente a criança se machucará e muitos acidentes podem ser evitados, o que torna tudo mais seguro. Outro benefício é que as mini camas são bem parecidas com o tamanho dos berços, ou seja, evitam uma mudança brusca. Inclua a criança no processo de escolha Se for possível, leve a criança para decidir a cama e as decorações do móvel, caso ela já tenha idade para isso. Afinal, todo esse processo está sendo feito para o bem-estar dela e nada mais justo do que incluí-la e empolgá-la.  No mais, é sempre importante conversar com o seu filho sobre a transição do berço para a cama, explicando que isso é uma coisa boa, divertida, que acontece porque ele cresceu. Mantenha sempre um clima otimista e animado. Faça da mudança um momento especial Independente da criança estar ou não incluída na decisão da escolha, o essencial é fazer da mudança um momento muito especial. Isso conclui decorar o espaço com objetos lúdicos e realmente fazer uma comemoração, seguindo a ideia da animação. Até porque a maneira como a família apresenta a novidade à criança faz toda diferença na forma como ela receberá a notícia e aceitará o processo. Por isso, vale encher alguns balões e colocar uma fita, como se fosse uma mini festinha só para vocês. Crie uma rotina Ao começar a usar a cama, o interessante é manter a mesma rotina da hora de deitar ou criar uma nova, mas colocá-la em prática todos os dias. Isso dependerá de cada família, mas podemos citar como exemplo, sempre ter a leitura de uma história antes de dormir. Além disso, é interessante levar a criança para cama quando observar que ela está ficando com sono. Isso diminui as chances dela querer levantar porque estará cansada. Tenha paciência e não desista Cada criança tem uma forma de lidar com essas mudanças e, por isso, o processo pode ser diferente. Assim sendo, a melhor dica é ter paciência e pulso firme. Como já mencionado, converse com a criança antes de começar a transição a fim de fazer com que ela entenda melhor o que vai acontecer. Durante todo momento, lembre-a dos benefícios de mudar.  Em conclusão, trocar de berço para a cama pode ser uma mudança um pouco difícil para pais e filhos. Entenda que a transição pode exigir de você uma boa dose de paciência porque a adaptação leva tempo. Por fim, desejamos que, com essas dicas, você consiga dar adeus ao berço do bebê.

Dicas De Brincadeiras Em Casa Para As Férias

Dicas De Brincadeiras Em Casa Para As Férias

Janeiro é, para a maioria das crianças, um momento de férias escolares. As brincadeiras em casa, nesse cenário, são algumas alternativas interessantes que os pais buscam como forma de entreter os pequenos. Contudo, nem sempre é fácil ou rápido encontrar uma atividade boa o suficiente para chamar a atenção deles. Afinal, é preciso misturar ludicidade com diversão. Mas não se preocupe, estamos aqui para te ajudar. A seguir, veja uma lista com ideias incríveis de passatempo para as crianças. Diversão garantida: 10 brincadeiras em casa para as férias Jogos e brincadeiras permitem passar o tempo e, ainda, aprender uma nova habilidade. Algumas das atividades que listamos podem necessitar de matérias, que você encontra em casa mesmo, mas outras bastam apenas energia e vontade. Posto isso, confira brincadeiras em casa para as férias das crianças: Desenho e pintura Estimular a criatividade e o lado artístico das crianças é sempre uma boa ideia. Dá para imprimir desenhos, usar caderno para pintura ou pintar à mão livre mesmo. O importante é deixar a imaginação guiar. A atividade pode até fazer um pouco de sujeira, porém, é possível aproveitar o momento como uma oportunidade para ensinar a eles sobre organização e limpeza! Massinha de modelar Seguindo pela linha criativa, brincar de massinha é outra excelente opção. Cores, formas e possibilidade de criar o que a imaginação permitir são aspectos que atraem todas as idades. E você sabia que dá pra fazer massinha de modelar em casa? Basta misturar 4 xícaras (chá) de farinha de trigo, 1 xícara (chá) de sal, 1 1/2 xícara (chá) de água, 1 colher (sopa) de óleo e corante de sua preferência. Brincar de casinha Cozinhar, lavar a louça e cuidar das pessoas. Brincar de casinha é uma forma divertida de ensinar as crianças sobre as responsabilidades da casa, além de falar sobre afeto e estimular a imaginação. Esconde-esconde Uma brincadeira simples, que não requer nenhum material ou objeto específico, mas que garante muita diversão e desenvolvimento cognitivo e motor. Isso porque explora os sentidos, como visão e audição, além de fortalecer o equilíbrio. Pular corda Atividades físicas, como pular corda, são importantes na infância porque favorecem o desenvolvimento motor e a agilidade, assim como trabalha a flexibilidade e traz inúmeros benefícios para o corpo inteiro. Já que a criança terá que pular, se equilibrar e manter um ritmo. Construa seu próprio brinquedo (DIY) Às vezes, nada é tão divertido quanto poder criar o seu próprio brinquedo. A cultura do “faça você mesmo” pode ser passada para as crianças, uma maneira bem legal para aproveitar materiais recicláveis. Você só vai precisar de criatividade e alguns objetos que provavelmente já tem em casa, mas que poderiam ir para o lixo. Rolos de papel higiênico se transformam em um binóculo ou carrinho. E por aí vai. Twister Um desafio divertido e bagunça boa para toda família, o twister é o jogo perfeito para brincar junto. E, seguindo a ideia do DIY, existem algumas formas de fazer o seu próprio twister: pratinhos coloridos de festa, papelão, tinta spray, entre outros.  Jogo da velha Uma atividade incrível para atiçar o raciocínio lógico dos pequenos. O jogo da velha é sempre uma ótima opção porque você pode jogar de inúmeras formas, como simplesmente usar papel e caneta. Dominó Da mesma forma que o jogo da velha, o dominó é simples e ajuda a colocar a cabeça dos pequenos para pensar. Se você não tiver em casa, dá para inventar e desenhar as peças onde você quiser, em pedrinhas, no papelão, papel, etc. Karaokê Cantar é sempre uma atividade muito prazerosa. Então por que não convidar as crianças para fazer um karaokê, não é mesmo? Até porque a música traz muitos benefícios para a nossa saúde mental, não importa a idade. Faça uma lista com as músicas favoritas de cada um, improvise os microfones e convide todo mundo para cantar junto.  E o melhor de tudo é que as atividades podem ser realizadas em grupo, ou seja, garante bons momentos em família. Por fim, esperamos que você tenha aproveitado a nossa lista de brincadeiras em casa para as férias e que todos possam colecionar muitas lembranças divertidas. 

Como Melhorar O Convívio Com Outras Crianças

Como Melhorar O Convívio Com Outras Crianças

O convívio com outras crianças é fundamental em todas as fases da infância. Acima de tudo, porque o ser humano é um ser social e estar com outras pessoas é uma necessidade de todos nós. No entanto, quando falamos dos pequenos, cada criança é diferente da outra, inclusive, em seu processo de socialização. Sendo assim, algumas são introvertidas e tem mais dificuldade de socializar, já para outras é tão natural quanto respirar. Por isso, é fundamental entender essa diferença e buscar alternativas para promover o convívio social na infância. Pensando nisso, preparamos este conteúdo especial, com os benefícios do convívio com outras crianças para o seu filho e como estimular a socialização na infância. Confira! Entenda os benefícios do convívio com outras crianças A convivência social começa logo nos primeiros anos de vida, nem que seja como meros observadores uns dos outros. Essa socialização pode começar por volta dos 7 meses, mas é a partir de um ano que eles começam a andar e interagir de verdade com outras pessoas. E isso se torna indispensável para o desenvolvimento do seu filho, em diversos aspectos, não somente social. Veja só: Proporciona momentos de pura diversão; Incentiva o trabalho em equipe; Oportuniza o compartilhamento de emoções; Melhora o senso de responsabilidade; Promove o desenvolvimento social, cognitivo, emocional e motor. Diante disso, de que forma podemos promover o convívio social entre as crianças? É o que responderemos no próximo tópico. Como estimular o convívio com outras crianças? Nem sempre a socialização infantil é fácil. Mas, nem por isso, deve parar de ser estimulada pelos pais. Por isso, algumas práticas simples podem ajudar a promover a boa convivência entre os pequenos. Conheça: Atividades na escola O ambiente escolar é, sem dúvida, o melhor lugar para promover o convívio social com outras crianças. Por isso, a primeira dica é aproveitar essa oportunidade! Estimule o seu filho a participar de eventos e atividades em grupo promovidas pela escola, principalmente, aqueles que acontecem fora do horário de aula. É a chance que ele tem para fazer amizade com quem convive diariamente, mas sem precisar se preocupar nos estudos.  Eventos extraclasse Outra boa iniciativa é sugerir a prática de atividades extracurriculares para as crianças, como cursos e esportes coletivos. Programas como esses proporcionam mais de um benefício. Isso porque seus filhos podem estar aprendendo algo novo ou cuidando da própria saúde, enquanto socializam com outras crianças e fazem amigos. Passeios no parque É quase certo que, ao dar uma volta em um parque, praça ou playground, você encontrará uma criança por lá. Ou seja, aproveite para levar seu filho a lugares onde outras crianças estão. Geralmente, a grande vantagem de espaços como esse é a que a socialização acontece de forma mais natural. Basta um pouco de encorajamento dos pais. Brincadeiras e jogos Em qualquer lugar, atividades divertidas e interativas ajudam a promover a socialização infantil. Dessa forma, seja no condomínio, na visita ao parque ou outros locais com crianças, proponha brincadeiras e jogos para elas. E não há muito segredo para isso, você pode perguntar diretamente o que elas gostariam de brincar ou sugerir atividades lúdicas. Além de ser muito divertido, estimula a convivência social e promove o espírito de equipe. Trabalhos em grupo Se pararmos para pensar, o trabalho em equipe não acontece só na escola, mas nos acompanha para a vida toda, principalmente, no mercado de trabalho. Por essa razão, é mais que necessário que as crianças aprendam a fazer as coisas em conjunto. Trabalhar em equipe quer dizer entender suas responsabilidades, respeitar o outro e desenvolver o senso de cidadania. Em resumo, é uma característica fundamental que será importante ter ao longo da vida.  Para finalizar, é importante lembrar de respeitar o tempo de cada um e entender que para algumas crianças, o processo de socialização é mais demorado. Mas jamais deixe de incentivar. Por isso, vá aos poucos e seja o mais natural possível, sem pressionar. Até porque socializar faz parte de nós e o convívio do seu filho com outras crianças vai acontecer naturalmente. Às vezes, basta um incentivo para que eles iniciem uma conversa ou uma brincadeira.

Importância da Música na Educação Infantil

Importância da Música na Educação Infantil

Estímulo para a imaginação, reforço da alfabetização e promoção de bem-estar. Tudo isso tem a ver com a música, que na educação infantil tem um papel fundamental. Para reforçar essa ideia, um estudo da estadunidense Northwestern University mostrou que crianças que aprendem com música melhoram a memória e desenvolvem com mais força habilidades comunicação, atenção e leitura. Ou seja, quem ouve tem chances de desenvolvimento cognitivo aprimorado. E neste artigo, nossa proposta é mostrar a você o porquê. Por isso, convidamos para continuar a leitura. Por que a música é importante na educação infantil? Antes de mais nada, saiba que a lista de benefícios é bem extensa. Isso por a música conseguir mexer com tudo, com a nossa mente e corpo. Inclusive, é capaz de reduzir a frequência cardíaca e pressão arterial. Por tantos benefícios, há quem recomende ouvir música desde a gestação. De forma resumida, você confere os principais motivos pelos quais a música é tão importante na educação infantil logo abaixo. Veja só: Benefícios para a saúde mental e concentração Uma coisa é fato: a música é um forte instrumento para gerar sensação de relaxamento. Dado que ela é capaz de nos transportar para qualquer lugar que a imaginação permitir. Por isso, nas aulas de musicalização, as crianças saem muito mais calmas e tranquilas. Daí vemos o seu poder de reduzir os níveis de ansiedade e começar trabalhar a inteligência emocional deles. Sob a mesma perspectiva, apreciar a melodia requer foco. Então, uma consequência direta é o aumento da concentração dos pequenos. Em razão disso, tem sido uma estratégia de alguns professores manter a atenção dos alunos em tempos de aulas remotas. Estimula a criatividade e a imaginação Como vimos, músicas costumam descrever histórias e cenários, e isso é um prato cheio para a imaginação dos pequenos. Em outras palavras, quer dizer cantar, tocar um instrumento ou simplesmente acompanhar o ritmo nos inspira para a criatividade. Assim, é nesses espaços que surgem as melhores ideias e os alunos se sentem mais confortáveis e livres para se expressar. A musicalização desde a infância, justamente por estimular a criatividade, permite que eles aprendam desde cedo a criar coisas pensadas por eles mesmos. Trabalha o desenvolvimento da fala Primeiro, porque as aulas são feitas em grupo. Ou seja, obrigatoriamente haverá interação entre eles e, de quebra, seu filho estará trabalhando a socialização. Segundo, porque as crianças precisam aprender a pronunciar as palavras com clareza ao cantar as músicas, isto é, utilizam de técnicas de canto coral. Em outros termos, podemos dizer que aprender a cantar é aprender a repetir o que se ouve. Outro benefício relacionado à comunicação é a ampliação do vocabulário. Isso porque as letras de histórias cantadas, por exemplo, trazem inúmeras palavras novas que eles terão contato pela primeira vez. Melhora da expressão corporal A música também tem forte relação com colocar o corpo em movimento. Nesse sentido, o ritmo permite que as crianças se expressem por meio do corpo. Além disso, para aquelas que tocam instrumentos, é preciso desenvolver a coordenação motora para manter a canção no ritmo e no tempo certo. Geralmente, as atividades de música na educação infantil incluem palmas, pulos e outras coreografias. Então, por que não combinar a música com dança? Amplia o contato cultural Músicas contam histórias e histórias falam sobre a cultura de um povo. Por esta razão, canções são ótimas ferramentas para ampliar a bagagem cultural das crianças.  Uma coletânea variada permite ensinar sobre instrumentos, danças e tradições, principalmente, em datas comemorativas como a Festa Junina. Além de todo conhecimento cultural, a música pode, inclusive, ajudar a aprender um novo idioma, visto que o ouvido passa a treinar e perceber a pronúncia das palavras. Com tantos benefícios, a única conclusão possível é que a música é imprescindível na educação infantil. Afinal de contas, trabalha vários aspectos importantes para o desenvolvimento da criança, além de proporcionar bem-estar e relaxamento. Um repertório variado é capaz de ensinar sobre diversas culturas e as melodias diferentes transmitem boas sensações para eles. Por isso, deixe que a música faça parte da vida dos seus filhos desde pequenos e confira todas as vantagens para o desenvolvimento deles. 

Benefícios da Parceria Entre a Família e o Colégio na Educação Infantil

A integração entre família e escola se faz essencial para a construção de valores e de um caminho bem-sucedido para as crianças. É por esse motivo que um colégio familiar oferece muitos benefícios para o seu filho. Em suma, é indispensável que família e colégio andem juntos. E nós mostraremos a você porquê e quais os benefícios de um colégio familiar neste artigo. É só acompanhar a seguir. O que é considerado um colégio familiar? Em primeiro lugar, podemos dizer que a família e escola formam uma equipe com os mesmos interesses, como o desenvolvimento da criança em todos os aspectos. Por isso, um colégio familiar é aquele que torna este conceito como peça chave da educação. Com essa parceria sólida, norteada pelas mesmas metas, aumentam as chances dos jovens conquistarem um futuro melhor. 5 benefícios de um colégio familiar Família e escola têm papéis diferentes, que quando unidos se completam tornando-se uma força potente. Ou seja, quando juntos trabalham em busca dos benefícios que listamos abaixo. Confira: 1. Acompanhamento efetivo da criança na escola Já entendemos que o envolvimento familiar na escola é essencial para qualquer aluno. Na prática, isso quer dizer que os pais ou responsáveis estarão acompanhando cada passo do filho nas aulas. Afinal, o papel da educação não é exclusivo dos professores. Isto é, participar dos eventos no colégio e ajudar nas atividades escolares onde a própria família já identifica as dificuldades daquele aluno. Conhecendo os pontos fortes e os que precisam melhorar, será possível repensar que trabalhará ativamente para ajudar a criança da mesma forma. 2. Melhora no rendimento escolar Acredite, não são raras as situações onde a origem do desinteresse das crianças vem justamente do não envolvimento da família. Por isso, quando os pais percebem isso e ajudam a estimular a motivação delas, é evidente o aumento do rendimento escolar. Da mesma maneira, quando o desinteresse é percebido pelo colégio, que comunica a família. Em outras palavras, é uma troca que só traz benefícios. 3. Alcance de bons resultados Uma consequência direta dos dois primeiros tópicos que explicamos. Com mais interesse e a parceria entre colégio e família, será muito provável que o aluno conquiste resultados melhores na escola. Isso porque ele estará mais focado nos estudos, além de estar recebendo uma ajuda extra em casa. Como vimos, estar próximo permite o diálogo sincero sobre as dificuldades e, juntas, podem encontrar soluções mais eficientes para ajudar a criança. O aumento das notas é só mais uma consequência disso. 4. Redução da desorganização e indisciplina Mais uma vez, a comunicação entre escola e família mostra-se crucial. Dado que quando ambas falam a mesma língua, é mais fácil para que a criança compreenda as origens que precisam ser seguidas. Como os pais podem mostrar aos filhos a importância de respeitar e entender o papel de ensinar do professor, assim como ter um comportamento melhor nas horas de aula. Assim, a maior organização e obediência às regras por parte do aluno é mais um dos benefícios de matricular o seu filho em um colégio familiar.  5. Desenvolvimento social do aluno Cada criança tem o seu perfil. Algumas são naturalmente mais sociáveis do que outras, então algumas podem ser bastante tímidas. Portanto, é importante entender isso e respeitar que cada uma tem a sua própria forma de socializar. Estando ciente disso, família e escola podem atuar juntas em busca de formas para incluir mais o aluno. Nessa parceria, ambas ajudam a ensinar sobre o respeito ao próximo e o convívio com outras crianças. A recompensa será o impulso no desenvolvimento social do aluno.  Ao fim deste post, concluímos como o processo pedagógico se faz também com a participação da família. Por isso, colocar o seu filho em um colégio familiar traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento dele, em diversas camadas, bem como para todos os envolvidos. Cada uma com os seus papéis, mas trabalhando unidas em busca dos mesmos objetivos. Afinal de contas, é uma parceira que só tem bons frutos para serem colhidos. Tudo isso fará com que o pequeno se torne um adulto responsável e com um futuro promissor.

Colégio Infantil em Cotia

Escolher o melhor colégio infantil em Cotia para o seu filho pode não ser uma tarefa tão simples. Afinal, são inúmeros aspectos para considerar: qualidade de ensino, distância, período de aulas, entre outros. Apesar de alguns pais optarem por colocar seus filhos em creches e berçários, é a partir dos quatro anos de idade que se torna obrigatório a matrícula de crianças em escolas. Isso ficou definido com a publicação da Lei 12.796/2013, conhecida como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). É nesse cenário que surgem as dúvidas e famílias ficam perdidas em meio à procura. Se você está buscando um colégio infantil em Cotia, não pode deixar de conferir este post. Acompanhe! O que meu filho deve aprender na educação infantil? O colégio é um dos locais onde o seu filho passa mais tempo quando não está em casa. Por isso, existem uma série de cuidados que devem ser considerados. Nesse primeiro momento, abordaremos o ensino. Para começar, segundo a legislação, a educação infantil é a primeira etapa da educação básica – que compreende também o ensino fundamental e ensino médio, respectivamente. O seu objetivo é o desenvolvimento integral da criança de até 5 anos, nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. Tudo isso complementa o que já é feito pela família e a comunidade. Além disso, a carga horária fica à critério das instituições de ensino. No entanto, o atendimento à criança deve ser de 4 horas diárias no mínimo, em casos de turno parcial, e de 7 horas para a jornada integral. Diante disso, existem algumas habilidades e competências que devem ser aprendidas na educação infantil. São elas: Ler e escrever Em relação ao ensino, esse é o primeiro ponto que podemos destacar. Contudo, a aprendizagem da leitura e escrita deve ser trabalhada gradualmente, familiarizando o aluno com a linguagem. Começa, por exemplo, com a leitura de história em conjunto com os professores. Assim, a escola, em colaboração com a família, têm papéis indispensáveis nesse processo. Um bom colégio infantil em Cotia segue estes passos. Desenvolver a linguagem e saber argumentar É nessa fase que, além de aprender a se comunicar por meio da escrita, as crianças começam a desenvolver a linguagem em outros aspectos. É quando eles descobrem o que é argumentar. De fato, é ali que nasce um sujeito crítico. Isso só é possível porque eles passam por um processo de socialização, fundamental para qualquer ser humano. Nesse sentido, a convivência com outras crianças é um dos momentos mais importantes de suas vidas. Conhecer o mundo É na escola que eles têm o primeiro contato com o mundo fora dos ambientes familiares. Assim, é a oportunidade para saber mais sobre as pessoas, a natureza, as responsabilidades e a cidadania. Por isso, a instituição de ensino deve proporcionar atividades e experiências que ultrapassem as paredes da sala de aula. Avalie isso ao buscar um colégio infantil em Cotia. Adquirir autonomia Quando eles conhecem o mundo e quem vive nele, ganham mais confiança e liberdade. Na prática, as crianças conseguem andar sozinhas de um lugar para o outro, usam o banheiro sem ajuda, escovam os dentes, entre outras ações independentes. Isso tudo fica mais fácil porque a comunicação já é clara e sabem expressar o que querem ou o que precisam. Expressar o lado artístico A imaginação fértil dos pequenos é muito enriquecedora e deve ser explorada ao máximo. Por esta razão, algumas atividades do ensino infantil são voltadas para a expressão artística e criativa das crianças. Aulas de arte, desenho e pintura, além de estimular o lúdico, também carregam muito conhecimento, seja sobre a história de um lugar ou cultura de um povo. Além disso, o lado artístico também influencia o desenvolvimento motor e psicológico, visto que podem aprender com aulas de dança, canto e instrumentos musicais. Como escolher um colégio infantil em Cotia? O primeiro passo é descobrir se todos os itens que listamos acima fazem parte da proposta do colégio. Depois disso, é hora de prestar atenção em fatores que vão além da educação. Recursos básicos como higiene, alimentação e abastecimento de água potável são itens básicos desse checklist. Mas, além disso, podemos citar localização e distância, infraestrutura e segurança. Ficou curioso para saber mais sobre o ensino infantil? Fale conosco.

Alimentação nas Férias de Verão

Durante o período das férias escolares, a rotina das crianças sofrem mudanças como horários para dormir e acordar, e também na alimentação.